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Bolsonaro volta a falar que não vai interferir na Petrobras

O presidente comemorou a redução do preço nas refinarias anunciada na sexta-feira

1 de junho de 2019
18:20 - atualizado às 18:33
Presidente da República, Jair Bolsonaro
O presidente da República ainda declarou estar "de boa" com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a dizer que não vai interferir nas decisões da Petrobras sobre o preço de combustíveis.

Ele falou para jornalistas após participar de um churrasco na casa de um amigo no Lago Sul, em Brasília. O presidente comemorou a redução do preço nas refinarias anunciada na sexta-feira.

"A gente não vai interferir na Petrobras, eu não tenho como interferir. A minha interferência é demitindo ou não o presidente e seus diretores. Para que fazer isso aí? Eu confio no Castello Branco [Roberto Castello Branco, presidente da estatal], indicado pelo Paulo Guedes, uma pessoa que está sendo 'dez' lá, no nosso entendimento", comentou.

Para o Bolsonaro, a estatal levou em consideração "questões técnicas" para tomar a decisão de diminuir os preços. Ele afirmou que não conversou com Castello Branco antes da decisão, como havia feito em fevereiro, mas declarou que recebeu a notícia do próprio dirigente da Petrobras após a decisão.

'De boa'

O presidente da República ainda declarou estar "de boa" com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e estar "bem" com o Congresso.

No último dia 26, manifestantes foram às ruas para defender o governo e colocaram Maia e os parlamentares como um dos alvos.

Bolsonaro relatou que tem procurado construir uma boa relação com deputados e senadores. "Estou bem com o Parlamento, fui muito bem recebido por umas 50 deputadas na terça ou quarta. Está indo bem, tenho viajado, nas minhas viagens levo em média cinco parlamentares comigo, tenho recebido em média uns 15 parlamentares por dia, nenhuma pergunta, nenhum pedido constrangedor. Temos conversado coisas boas."

Ao definir governabilidade, assunto pelo qual é criticado, o presidente classificou como "estar todo mundo em paz" e, em alguns casos, o povo entender que precisa ser sacrificado.

Bolsonaro disse que, como presidente da República, tem uma vida com "dificuldades", mas não quis falar em erros nos cinco meses de governo. "Não posso falar onde errei, a responsabilidade é minha."

*Com Estadão Conteúdo

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