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Em discurso no Rio, presidente também culpou a imprensa pelos problemas do seu governo, que para ele, deveria “ser isenta”
O presidente Jair Bolsonaro voltou a culpar os parlamentares e outras corporações pela dificuldade de tomar as medidas necessárias para colocar o País no "rumo certo".
Em discurso de quase meia hora na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Bolsonaro culpou também a imprensa pelos problemas do seu governo, que para ele, deveria "ser isenta".
"Eu tenho enfrentado grupos corporativistas, é uma vontade enorme de colocar o Brasil onde ele merece. E grande parte desse sonho passa pelos senhores, os empreendedores", disse, referindo-se aos empresários e industriais presentes ao evento, onde ele foi homenageado com a medalha Mérito Industrial, honraria entregue também ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
"Os senhores são verdadeiros heróis, pelo que têm de enfrentar das autoridades municipais, estaduais e do executivo federal", afirmou o capitão da reserva. Ele deu como exemplo o que viu recentemente em sua viagem ao Texas, onde os impostos estaduais são zero.
"O que eu tenho que oferecer a vocês é o meu patriotismo, a humildade, e a coragem de enfrentar grupos corporativistas e uma vontade enorme de colocar o Brasil no lugar que ele merece", afirmou após receber a medalha Mérito Industrial da Firjan.
Estavam presentes na homenagem o governador do Rio, Wilson Witzel, e o prefeito da cidade, Marcelo Crivella, além do ministro de Minas e Energia, Bento de Albuquerque e os presidentes da Petrobras, Roberto Castello Branco, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, entre outras autoridades.
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Bolsonaro reclamou que a todo momento tentam desmoralizá-lo, sem citar nomes, e que se a Câmara dos Deputados e o Senado têm proposta melhor do que do governo para a reforma da Previdência, "que apresente", conclamou.
Segundo o presidente, "não há briga entre os poderes, o que há é uma grande fofoca. "E como não conseguem nos derrubar por medidas outras ficam o tempo todo metendo uma cunha entre nós", disse Bolsonaro.
Ele pediu aos convidados do evento, dividido entre empresários e parlamentares, que o ajudassem a acelerar o processo de votação da reforma da Previdência junto às bancadas do Estado no Congresso.
O presidente criticou o Ministério Público (MP) por se meter em questões ambientais. Ele afirmou que tem um ministro do meio ambiente "comprometido com o futuro", e voltou a sugerir que a região de Angra dos Reis, onde foi multado por pesca ilegal, "vire a nossa Cancún".
"A questão ambiental virou um óbice para o Brasil, tudo o MP se mete, algumas vezes com razão e outras vezes não, inviabiliza a obra", declarou, citando também o linhão de transmissão de energia em Roraima, que enfrenta dificuldades com a Funai para ser erguida.
"Nós sabemos que os interesses são outros, mas vamos resolver essa questão", afirmou.
Ainda sobre Angra dos Reis, Bolsonaro negou que tenha cometido crime ambiental, "tem o meu dedo na presença no Congresso nesse dia", e lamentou que "a única recordação que eu tenho de lá Angra é uma multa", brincou Bolsonaro sobre a multa do Ibama que depois foi anulada quando assumiu a presidência da República.
*Com Estadão Conteúdo.
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