🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Alívio na bolsa

Ibovespa se recupera e sobe mais de 2%, mas incertezas seguem pressionando o dólar

Declarações mais alinhadas em Brasília ajudaram a dar força ao Ibovespa nesta segunda-feira (20). Mas o cenário político continua cheio de indefinições, o que trouxe pressão ao dólar

Victor Aguiar
Victor Aguiar
20 de maio de 2019
10:31 - atualizado às 9:50
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa fechou em alta e recuperou os 91 mil pontos, mas o dólar continuou estressado - Imagem: Seu Dinheiro

O Ibovespa finalmente teve um dia de alívio. Mas engana-se quem pensa que o tsunami da semana passada é página virada: as águas em Brasília seguem turbulentas e exigem cuidado para serem navegadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal índice da bolsa brasileira ganhou força ao longo da sessão desta segunda-fera (20), fechando em alta de 2,17%, aos 91.946,19 pontos. É o maior avanço em termos percentuais num mesmo pregão desde 28 de março, quando o Ibovespa encerrou o dia com ganho de 2,70%.

Contudo, esse movimento de recuperação não contaminou o mercado de câmbio: o dólar à vista até chegou a operar em queda no início do dia, mas terminou a sessão em leve alta de 0,08%, a R$ 4,1034.

Essa diferença de comportamento mostra que, embora o noticiário desta segunda-feira tenha sinalizado certa redução nas tensões em Brasília, o clima ainda é de incerteza. Assim, o mercado aproveitou a redução pontual no risco político para promover ajustes técnicos na bolsa, mas sem desfazer as posições no câmbio — o dólar tem servido como um mecanismo de proteção contra a instabilidade no front doméstico.

Guerra e paz

O cenário político local dava indícios de que continuaria estressado. Afinal, um grupo de deputados do Centrão sinalizou, na última sexta-feira (17), que trabalhava num texto alternativo à reforma da Previdência, de modo a substituir a proposta enviada pelo governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A intenção dos parlamentares seria garantir que o projeto tenha o "DNA da Câmara", mas sem mudar os prazos da tramitação. E essa iniciativa provocou uma reação rápida por parte do governo, que defendeu a proposta originalmente enviada ao Congresso ao longo do fim de semana.

Leia Também

Em meio à incerteza em relação ao que poderia ocorrer em Brasília, o mercado amanheceu de olho nos passos e declarações dos principais atores políticos nesta segunda-feira. E as sinalizações foram todas no sentido de colocar panos quentes em mais essa crise.

O economista-chefe da Guide Investimentos, Victor Cândido, destaca que uma fala do presidente da comissão especial da Câmara, Marcelo Ramos (PR-AM), contribuiu para trazer algum alívio ao Ibovespa durante a manhã — mais cedo, o índice chegou a cair 0,19%, aos 89.822,25 pontos.

Em entrevista à Rádio Eldorado, Ramos afirmou que a reestruturação da Previdência Social é urgente e que esse entendimento levará à aprovação da reforma, independente da relação entre o Congresso e o Planalto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, no início da tarde, o próprio presidente Jair Bolsonaro se manifestou sobre o imbróglio. Em discurso no Rio de Janeiro, ele afirmou que "não há briga entre os poderes",e que se a Câmara e o Senado têm uma proposta melhor que a do governo para a reforma da Previdência, as casas devem apresentar esse projeto.

"O mercado interpretou bem [a fala do presidente]", diz Glauco Legat, analista-chefe da Necton, ponderando que as declarações dão a entender que Bolsonaro está mais aberto a ouvir o que o Congresso tem a dizer. "Ao mesmo tempo, os deputados mostram que têm interesse de votar a Previdência, propondo alternativas".

Por outro lado, Legat ressalta que há certa percepção, por parte do mercado, de que a apresentação de uma "reforma alternativa" por parte dos deputados do Centrão mostram a fragilidade de Bolsonaro na condução do poder Executivo — uma situação que mantém o front político bastante indefinido no curto prazo.

Por fim, o relator da reforma da Previdência na comissão especial, Samuel Moreira, defendeu que a reforma da Previdência tenha uma potência fiscal de R$ 1 trilhão, destacando que trabalha em cima do projeto enviado pelo governo — e que, se houver substitutivo, esse é um processo natural da técnica legislativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, com os posicionamentos mais alinhados dos principais agentes políticos ao longo do dia — e sinalizando a priorização da pauta econômica —, o mercado teve maior tranquilidade para promover um movimento de correção na bolsa nesta segunda-feira.

"A bolsa está reagindo mais a essa dinâmica interna hoje, com os papéis de maior peso passando por um ajuste", diz Cândido. "Esse movimento mostra que o mercado vê um piso [para o Ibovespa], o que é um bom sinal".

Por outro lado, Legat, da Necton, ressalta que há certa percepção, por parte do mercado, de que a apresentação de uma "reforma alternativa" por parte dos deputados do Centrão mostra a fragilidade de Bolsonaro na condução do poder Executivo — uma situação que mantém o front político bastante indefinido no curto prazo.

Em relatório de análise gráfica, o Itaú BBA destaca que, no lado de alta o Ibovespa encontra uma primeira resistência as 91.800 pontos — superada no fechamento desta segunda-feira, o que indica que o índice poderá avançar até os 92.500 pontos. Na ponta oposta, o suporte inicial está ao redor dos 87.500 pontos, de acordo com o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dólar sob pressão

Apesar do alívio no Ibovespa, o dólar à vista continuou estressado. Ao longo do dia, a moeda americana oscilou entre os R$ 4,0788 (-0,52%) e os R$ 4,1221 (+0,53%), terminando a sessão em leve alta.

O mercado tem usado o dólar como ativo de proteção contra o cenário de incertezas que se desenha no horizonte, tanto no front local quanto no exterior. E, em meio a essa indefinição quanto à proposta de reforma da Previdência, a demanda pela moeda americana segue elevada.

E nem mesmo o anúncio de leilões de linha pelo Banco Central (BC) —  ou seja, operações com compromisso de recompra —, no total de até US$ 3,75 bilhões até a quarta-feira (22), foi suficiente para acalmar o estresse do mercado hoje. E isso num dia em que a moeda americana perdeu força no exterior.

"O mercado parece estar precificando o dólar num novo patamar", diz Legat, da Necton. "O contexto externo piorou nas últimas semanas e, no lado interno, os fatores políticos também trazem instabilidade".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cautela elevada lá fora

O clima foi bastante negativo nos mercados globais nesta segunda-feira, em meio à falta de avanços nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

Pelo contrário: a guerra comercial parece continuar ganhando força após o governo americano colocar a Huawei numa espécie de "lista negra" — e, com isso, interrompendo as relações comerciais de diversas companhias americanas com a empresa chinesa.

Com resultado, as principais bolsas globais operaram em queda durante todo o dia. Em Nova York, o Dow Jones (-0,33%), o S&P 500 (-0,67%) e o Nasdaq (-1,46%) caíram em bloco. Na Europa, o tom foi igualmente negativo, com as bolsas da Alemanha, Itália e França recuando mais de 1% — o índice Stoxx 600 teve perda de 1,06%. "A aversão ao risco continua bem grande no exterior", diz Cândido, da Guide.

Esse ambiente de maior cautela também se verificou no mercado de câmbio: o dólar perdeu força ante as principais divisas do mundo nesta segunda-feira. Tom semelhante foi visto em relação às moedas emergentes, com o dólar recuando ante o peso mexicano, rublo russo, rand sul-africano e peso chileno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, chamou a atenção o comportamento do dólar ante o real nesta segunda-feira — e as tensões políticas locais foram as principais responsáveis por manterem o câmbio ainda estressado por aqui.

Juros em queda

A curva de juros, por outro lado, passou por um amplo movimento de alívio e operou descolada do dólar: os DIs com vencimento em janeiro de 2021 recuaram de 7,05% para 6,97%, os DIs para janeiro de 2023 caíram de 8,30% para 8,19%, e os DIs para janeiro de 2025 foram de 8,91% para 8,79%.

Esse ajuste ocorre em meio à piora nas expectativas para a economia brasileira. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, as projeções de crescimento do PIB fora cortadas de 1,45% para 1,24% — é a 12ª revisão negativa consecutiva.

A projeção dos economistas para a Selic ao fim de 2019 segue em 6,5%, mas foi reduzida de 7,5% para 7,25% ao término de 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Petrobras e bancos se recuperam

As ações da Petrobras e do setor bancário avançaram em bloco nesta segunda-feira, recuperando parte das perdas acumuladas no mês e dando força ao Ibovespa como um todo.

No mesmo horário, os papéis ON da Petrobras (PETR3) fecharam em alta de 1,85%, enquanto os PNs (PETR4) tiveram alta de 3,40%. Entre os bancos, Itaú Unibanco PN (ITUB4) avançou 2,60%, Bradesco ON teve ganho de 3,45%, Bradesco PN subiu 2,72% e Banco do Brasil ON (BBAS3) terminou em alta de 3,84%.

Tanto os papéis da Petrobras quanto os dos bancos, contudo, ainda têm um maio amplamente negativo, acumulando perdas superiores a 5% desde o início do mês.

Vale lidera perdas

Os papéis ON da Vale (VALE3), por outro lado, recuaram 2,03% e tiveram o pior desempenho do índice, em meio ao risco de rompimento da barragem Sul Superior da mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Justiça de Minas Gerais determinou que a mineradora apresente estudo dos impactos do rompimento das estruturas da barragem e elevou a multa aplicada à Vale para o teto de R$ 300 milhões. A empresa iniciou obras para erguer um muro e tentar conter a lama caso a estrutura se rompa.

Ajuste técnico

O clima de menor pressão na bolsa, somado à percepção de que diversos papéis estavam muito baratos após a forte correção dos últimos dias, fez com que diversos setores do Ibovespa apresentassem altas relevantes nesta segunda-feira.

Os segmentos que são beneficiados por um ambiente de juros mais baixos estiveram entre os que mais se beneficiaram desse ajuste técnico — como pano de fundo, o boletim Focus, que já mostra uma expectativa de redução da Selic em 2020.

Um exemplo de setor que avançou em bloco hoje é o de varejo, com B2W ON (BTOW3) (+4,69%) e Lojas Americanas PN (LAME4) (+4,94%) se destacando entre as maiores altas do Ibovespa. Magazine Luiza ON (MGLU3) (+2,48%), Via Varejo ON (VVAR3) (+1,99%) e Lojas Renner ON (LREN3) (+3,76%) também avançaram.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segmento de construção também foi bem, com Cyrela ON (CYRE3) fechando com ganhos de 6,88% e MRV ON (MRVE3) subindo 5,54%. Por fim, as operadoras de shoppings centers se destacaram, caso de Iguatemi ON (IGTA3) e Multiplan ON (MULT3), com altas de 4,30% e 6,40%, respectivamente.

Quem também passou por um movimento de ajuste foram as ações PNA da Braskem (BRKM5), que fecharam o pregão em forte alta de 10,11% — liderando a ponta positiva do Ibovespa. Mas, mesmo com os ganhos de hoje, os ativos da petroquímica ainda acumulam perdas superiores a 15% em maio.

Suzano em queda

Quem também apresentou desempenho desempenho negativo foi a ação ON da Suzano (SUZB3), em queda de 1,92%. Mais cedo, o Credit Suisse cortou o preço-alvo para os papéis, de R$ 49 para R$ 42 — a recomendação segue em "neuro". De acordo com o banco, o ambiente de demanda por celulose no mundo "não tem animado", com alguma fraqueza na China e na Europa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar