🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Recuperação

Com alívio no cenário político, Ibovespa descola do exterior e sobe mais de 1%

O noticiário político melhorou o humor dos mercados brasileiros e impulsionou o Ibovespa de volta ao patamar dos 95 mil pontos. O dólar também respirou, recuando aos R$ 3,93

Victor Aguiar
Victor Aguiar
8 de maio de 2019
10:31 - atualizado às 9:51
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa manteve-se em alta desde o início do dia e recuperou o nível dos 95 mil pontos - Imagem: Seu Dinheiro

Os mercados americanos seguem preocupados com os atritos comerciais entre Estados Unidos e China. Mas o clima pesado lá fora não contaminou as negociações por aqui: o Ibovespa e o dólar tiveram forte alívio nesta quarta-feira. E o noticiário local, tanto político quanto corporativo, foi a chave para que o Brasil descolasse do exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal índice da bolsa brasileira chegou a subir mais de 2% no melhor momento do dia, aos 96.311,89 pontos. Acabou perdendo parte da força ao longo da tarde, mas ainda encerrou a sessão com ganho de 1,28%, aos 95.596,61 pontos.

O desempenho do Ibovespa foi muito superior ao das bolsas de Nova York: o Dow Jones teve leve alta de 0,01%, mas o S&P 500 (-0,16%) e o Nasdaq (-0,26%) não resistiram e engataram o terceiro pregão seguido no vermelho.

E isso porque Brasília voltou ao radar do mercado — e trazendo sinais positivos. O aval dado pelo Palácio do Planalto para a recriação dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional foi entendido como um indício de que a articulação política ao redor da reforma da Previdência começa a dar passos mais largos.

A leitura é a de que o governo poderá usar as novas pastas para agradar o Centrão, aumentando sua base de apoio no Congresso. "É um bom sinal, em termos de conversa com o Legislativo", diz Daniel Herrera, analista da Toro Investimentos. "O mercado animou e precificou a notícia, descolando do exterior".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, na sessão da comissão especial da Câmara também contribuiu para melhorar o ambiente — afinal, os deputados da base aliada do governo se organizaram para 'blindar' o ministro e evitar embates acalorados, como os da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Leia Também

E, até o momento, a participação de Guedes não trouxe grandes novidades em termos de discurso, mas também sem maiores embates com a oposição — durante sua fala inicial na comissão especial, o ministro praticamente não foi interrompido, ocorrendo apenas pedidos de silêncio no plenário do colegiado.

Essa relativa tranquilidade na comissão especial, somada à percepção de avanço na articulação política, elevou a confiança do mercado e permitiu que o Ibovespa recuperasse parte das perdas dos últimos dois dias. Com o desempenho de hoje, o índice passou a acumular queda de 0,43% desde segunda-feira.

O dólar à vista acompanhou a bolsa e respirou: a moeda americana fechou em queda de 0,91%, a R$ 3,9331 — na mínima, chegou a cair 1,1%, a R$ 3,9259.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, as curvas de juros também tiveram uma sessão de forte alívio: os DIs para janeiro de 2020 caíram de 6,44% para 6,43%, e os para janeiro de 2021 recuaram de 7,04% para 7,00%. Na ponta longa, as curvas com vencimento em janeiro de 2023 tiveram baixa de 8,18% para 8,10%, e as para janeiro de 2025 foram de 8,70% para 8,61%.

Além do alívio no dólar e da descompressão no cenário político, a expectativa em relação à reunião do Copom também influenciou o comportamento dos DIs. A autoridade monetária decide nesta quarta-feira a taxa Selic, e o mercado aguarda possíveis sinalizações a respeito dos próximos passos do BC.

A fraqueza mostrada pela economia brasileira e os sucessivos cortes na projeção de crescimento do PIB no boletim Focus aumentam a expectativa quanto a uma possível retomada dos cortes nos juros no futuro, e essa perspectiva afeta o comportamento dos DIs desde o início da semana.

Exterior segue cauteloso

Lá fora, a guerra comercial continua concentrando a atenção dos mercados, e qualquer sinalização dos governos americano ou chinês em relação ao tema pode influenciar o rumo das negociações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os dados mais fracos da balança comercial da China em abril — as exportações do pais asiático recuaram 2,7% em relação ao mesmo mês de 2018, enquanto as importações subira 4% — trazem ainda mais cautela à mesa, uma vez que há a percepção de que um aprofundamento do conflito com os americanos pode causar grandes impactos à economia chinesa.

Nesse contexto, as bolsas americanas até chegaram a operar em alta durante a tarde, mas perderam força na reta final do pregão. No mercado de câmbio, o dólar perdeu terreno ante a maioria das moedas emergentes, como o peso colombiano, o rand sul-africano e o rublo russo.

Petrobras em destaque

Por aqui, o noticiário corporativo também exerceu papel importante. Os mercados repercutiram o balanço trimestral da Petrobras, que reportou lucro líquido de R$ 4 bilhões entre janeiro e março deste ano, uma queda de 42% ante o mesmo intervalo de 2018.

Os resultados da estatal, contudo, sofreram uma série de ajustes para se adequar às normas contábeis internacionais (IFRS). As mudanças envolveram a forma como a empresa contabiliza os contratos de arrendamento mercantil (leasing) de suas plataformas e embarcações usadas na exploração de petróleo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo com a queda no lucro, as ações da Petrobras fecharam em alta: os papéis ON (PETR3) subiram 3,42% e as PNs (PETR4) avançaram 3,87%, dando força ao Ibovespa como um todo. Analistas ponderaram que, apesar do balanço mais fraco, a perspectiva para a estatal em 2019 segue positiva.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou em teleconferência com analistas que o resultado financeiro da empresa no primeiro trimestre não foi brilhante, mas que "as notícias são boas em abril e no futuro". O executivo também destacou a redução no endividamento da empresa.

Para o gestor de uma asset paulista, que os números da Petrobras ficaram dentro do esperado. "Já imaginávamos preços realizados mais baixos e paradas", diz. "A parte qualitativa positiva foi a queda no custo de produção".

Vale em alerta

Já as ações ON da Vale (VALE3) caíram 1,41%, com o mercado reagindo negativamente aos dados operacionais da empresa no primeiro trimestre de 2019. Ao todo, a produção de minério de ferro pela companhia entre janeiro e março deste ano alcançou 72,870 milhões de toneladas, 11% abaixo do reportado um ano antes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A perda, segundo a Vale, reflete principalmente os impactos decorrentes da ruptura da barragem de Brumadinho e da sazonalidade climática mais forte do que a usual. A mineradora divulgará seu balanço trimestral nesta quinta-feira (9), após o fechamento dos mercados.

Os dados foram considerados mais fracos que o esperado pelo Bradesco BBI. Como resultado, a instituição reduziu em 8% sua projeção para o Ebitda da Vale no primeiro trimestre deste ano, para US$3,97 bilhões.

Pão de Açúcar despenca

As ações preferenciais do Pão de Açúcar (PCAR4) despencaram na reta final do pregão, encerrando o dia com perda de 7,43%.

A derrocada dos papéis está relacionada a uma notícia publicada pelo blog do jornalista Lauro Jardim, de O Globo: segundo a matéria, o Casino, que é o dono do Grupo Pão de Açúcar, Assai e Via Varejo no Brasil, deve anunciar proposta para combinar os seus ativos na América Latina com o Grupo Êxito, que é colombiano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os papéis ON da Via Varejo (VVAR3) também reagiram mal e terminaram o pregão em queda de 4,03%.

Aéreas decolam

Com a queda expressiva do dólar, as ações da Azul e da Gol tiveram um dia bastante positivo — o câmbio tem um papel importante para o desempenho das empresas aéreas, já que grande parte de seus custos é dolarizado.

Assim, os papéis PN da Azul (AZUL4) fecharam em alta de 4,88%, enquanto as ações PN da Gol (GOLL4) subiram 4,34%. No caso da Azul, os ganhos foram ainda maiores porque o Cade resolveu se manifestar a respeito do imbróglio envolvendo o futuro da Avianca — e a sinalização pode ser entendida como favorável à companhia

O órgão defende que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) distribua os slots da Avianca para uma nova empresa, ou, se isso não for possível, entre companhias com menor participação de mercado. No aeroporto de Congonhas, o mais disputado do País, a Azul é a menor empresa, com 5% dos slots.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros balanços

Ainda na safra de resultados trimestrais, outras três empresas que integram o Ibovespa reportaram seus números desde o fechamento de ontem: a Iguatemi, a Tim e a Gerdau.

A siderúrgica trouxe dados mais fracos de vendas e produção de aço no trimestre, mas ainda assim conseguiu reportar lucro de R$ 453 milhões, leve alta de 1% na base anual — as ações PN da empresa (GGBR4) reagem bem aos números e avançam 1,97%.

Já a Iguatemi viu seu lucro líquido cair 4,6% na mesma base de comparação, para R$ 55,453 milhões, mas registrou crescimento de 2,9% no Ebitda, para R$ 129,4 milhões. Com isso, os papéis ON da operadora de shoppings (IGTA3)  subiram 3,15%.

Por fim, as ações ON da Tim (TIMP3) caíram 4,53% — a empresa encerrou o primeiro trimestre de 2019 com lucro líquido de R$ 220 milhões, queda de 10,4% em relação aos três primeiros meses do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar