Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Recuperação

Com alívio no cenário político, Ibovespa descola do exterior e sobe mais de 1%

O noticiário político melhorou o humor dos mercados brasileiros e impulsionou o Ibovespa de volta ao patamar dos 95 mil pontos. O dólar também respirou, recuando aos R$ 3,93

Victor Aguiar
Victor Aguiar
8 de maio de 2019
10:31 - atualizado às 9:51
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa manteve-se em alta desde o início do dia e recuperou o nível dos 95 mil pontos - Imagem: Seu Dinheiro

Os mercados americanos seguem preocupados com os atritos comerciais entre Estados Unidos e China. Mas o clima pesado lá fora não contaminou as negociações por aqui: o Ibovespa e o dólar tiveram forte alívio nesta quarta-feira. E o noticiário local, tanto político quanto corporativo, foi a chave para que o Brasil descolasse do exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal índice da bolsa brasileira chegou a subir mais de 2% no melhor momento do dia, aos 96.311,89 pontos. Acabou perdendo parte da força ao longo da tarde, mas ainda encerrou a sessão com ganho de 1,28%, aos 95.596,61 pontos.

O desempenho do Ibovespa foi muito superior ao das bolsas de Nova York: o Dow Jones teve leve alta de 0,01%, mas o S&P 500 (-0,16%) e o Nasdaq (-0,26%) não resistiram e engataram o terceiro pregão seguido no vermelho.

E isso porque Brasília voltou ao radar do mercado — e trazendo sinais positivos. O aval dado pelo Palácio do Planalto para a recriação dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional foi entendido como um indício de que a articulação política ao redor da reforma da Previdência começa a dar passos mais largos.

A leitura é a de que o governo poderá usar as novas pastas para agradar o Centrão, aumentando sua base de apoio no Congresso. "É um bom sinal, em termos de conversa com o Legislativo", diz Daniel Herrera, analista da Toro Investimentos. "O mercado animou e precificou a notícia, descolando do exterior".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, na sessão da comissão especial da Câmara também contribuiu para melhorar o ambiente — afinal, os deputados da base aliada do governo se organizaram para 'blindar' o ministro e evitar embates acalorados, como os da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Leia Também

E, até o momento, a participação de Guedes não trouxe grandes novidades em termos de discurso, mas também sem maiores embates com a oposição — durante sua fala inicial na comissão especial, o ministro praticamente não foi interrompido, ocorrendo apenas pedidos de silêncio no plenário do colegiado.

Essa relativa tranquilidade na comissão especial, somada à percepção de avanço na articulação política, elevou a confiança do mercado e permitiu que o Ibovespa recuperasse parte das perdas dos últimos dois dias. Com o desempenho de hoje, o índice passou a acumular queda de 0,43% desde segunda-feira.

O dólar à vista acompanhou a bolsa e respirou: a moeda americana fechou em queda de 0,91%, a R$ 3,9331 — na mínima, chegou a cair 1,1%, a R$ 3,9259.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, as curvas de juros também tiveram uma sessão de forte alívio: os DIs para janeiro de 2020 caíram de 6,44% para 6,43%, e os para janeiro de 2021 recuaram de 7,04% para 7,00%. Na ponta longa, as curvas com vencimento em janeiro de 2023 tiveram baixa de 8,18% para 8,10%, e as para janeiro de 2025 foram de 8,70% para 8,61%.

Além do alívio no dólar e da descompressão no cenário político, a expectativa em relação à reunião do Copom também influenciou o comportamento dos DIs. A autoridade monetária decide nesta quarta-feira a taxa Selic, e o mercado aguarda possíveis sinalizações a respeito dos próximos passos do BC.

A fraqueza mostrada pela economia brasileira e os sucessivos cortes na projeção de crescimento do PIB no boletim Focus aumentam a expectativa quanto a uma possível retomada dos cortes nos juros no futuro, e essa perspectiva afeta o comportamento dos DIs desde o início da semana.

Exterior segue cauteloso

Lá fora, a guerra comercial continua concentrando a atenção dos mercados, e qualquer sinalização dos governos americano ou chinês em relação ao tema pode influenciar o rumo das negociações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os dados mais fracos da balança comercial da China em abril — as exportações do pais asiático recuaram 2,7% em relação ao mesmo mês de 2018, enquanto as importações subira 4% — trazem ainda mais cautela à mesa, uma vez que há a percepção de que um aprofundamento do conflito com os americanos pode causar grandes impactos à economia chinesa.

Nesse contexto, as bolsas americanas até chegaram a operar em alta durante a tarde, mas perderam força na reta final do pregão. No mercado de câmbio, o dólar perdeu terreno ante a maioria das moedas emergentes, como o peso colombiano, o rand sul-africano e o rublo russo.

Petrobras em destaque

Por aqui, o noticiário corporativo também exerceu papel importante. Os mercados repercutiram o balanço trimestral da Petrobras, que reportou lucro líquido de R$ 4 bilhões entre janeiro e março deste ano, uma queda de 42% ante o mesmo intervalo de 2018.

Os resultados da estatal, contudo, sofreram uma série de ajustes para se adequar às normas contábeis internacionais (IFRS). As mudanças envolveram a forma como a empresa contabiliza os contratos de arrendamento mercantil (leasing) de suas plataformas e embarcações usadas na exploração de petróleo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo com a queda no lucro, as ações da Petrobras fecharam em alta: os papéis ON (PETR3) subiram 3,42% e as PNs (PETR4) avançaram 3,87%, dando força ao Ibovespa como um todo. Analistas ponderaram que, apesar do balanço mais fraco, a perspectiva para a estatal em 2019 segue positiva.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou em teleconferência com analistas que o resultado financeiro da empresa no primeiro trimestre não foi brilhante, mas que "as notícias são boas em abril e no futuro". O executivo também destacou a redução no endividamento da empresa.

Para o gestor de uma asset paulista, que os números da Petrobras ficaram dentro do esperado. "Já imaginávamos preços realizados mais baixos e paradas", diz. "A parte qualitativa positiva foi a queda no custo de produção".

Vale em alerta

Já as ações ON da Vale (VALE3) caíram 1,41%, com o mercado reagindo negativamente aos dados operacionais da empresa no primeiro trimestre de 2019. Ao todo, a produção de minério de ferro pela companhia entre janeiro e março deste ano alcançou 72,870 milhões de toneladas, 11% abaixo do reportado um ano antes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A perda, segundo a Vale, reflete principalmente os impactos decorrentes da ruptura da barragem de Brumadinho e da sazonalidade climática mais forte do que a usual. A mineradora divulgará seu balanço trimestral nesta quinta-feira (9), após o fechamento dos mercados.

Os dados foram considerados mais fracos que o esperado pelo Bradesco BBI. Como resultado, a instituição reduziu em 8% sua projeção para o Ebitda da Vale no primeiro trimestre deste ano, para US$3,97 bilhões.

Pão de Açúcar despenca

As ações preferenciais do Pão de Açúcar (PCAR4) despencaram na reta final do pregão, encerrando o dia com perda de 7,43%.

A derrocada dos papéis está relacionada a uma notícia publicada pelo blog do jornalista Lauro Jardim, de O Globo: segundo a matéria, o Casino, que é o dono do Grupo Pão de Açúcar, Assai e Via Varejo no Brasil, deve anunciar proposta para combinar os seus ativos na América Latina com o Grupo Êxito, que é colombiano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os papéis ON da Via Varejo (VVAR3) também reagiram mal e terminaram o pregão em queda de 4,03%.

Aéreas decolam

Com a queda expressiva do dólar, as ações da Azul e da Gol tiveram um dia bastante positivo — o câmbio tem um papel importante para o desempenho das empresas aéreas, já que grande parte de seus custos é dolarizado.

Assim, os papéis PN da Azul (AZUL4) fecharam em alta de 4,88%, enquanto as ações PN da Gol (GOLL4) subiram 4,34%. No caso da Azul, os ganhos foram ainda maiores porque o Cade resolveu se manifestar a respeito do imbróglio envolvendo o futuro da Avianca — e a sinalização pode ser entendida como favorável à companhia

O órgão defende que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) distribua os slots da Avianca para uma nova empresa, ou, se isso não for possível, entre companhias com menor participação de mercado. No aeroporto de Congonhas, o mais disputado do País, a Azul é a menor empresa, com 5% dos slots.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros balanços

Ainda na safra de resultados trimestrais, outras três empresas que integram o Ibovespa reportaram seus números desde o fechamento de ontem: a Iguatemi, a Tim e a Gerdau.

A siderúrgica trouxe dados mais fracos de vendas e produção de aço no trimestre, mas ainda assim conseguiu reportar lucro de R$ 453 milhões, leve alta de 1% na base anual — as ações PN da empresa (GGBR4) reagem bem aos números e avançam 1,97%.

Já a Iguatemi viu seu lucro líquido cair 4,6% na mesma base de comparação, para R$ 55,453 milhões, mas registrou crescimento de 2,9% no Ebitda, para R$ 129,4 milhões. Com isso, os papéis ON da operadora de shoppings (IGTA3)  subiram 3,15%.

Por fim, as ações ON da Tim (TIMP3) caíram 4,53% — a empresa encerrou o primeiro trimestre de 2019 com lucro líquido de R$ 220 milhões, queda de 10,4% em relação aos três primeiros meses do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENCHEU O CARRINHO

Vai cair na conta? FII da XP compra 6 galpões logísticos por R$ 919 milhões; veja como ficam os dividendos

17 de abril de 2026 - 11:22

Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

Patria Malls (PMLL11) abocanha fatias de 5 shoppings enquanto tenta destravar fusão com outro FII; entenda o que está em jogo

17 de abril de 2026 - 10:55

O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII

FIIS HOJE

BTG Pactual Logística (BTLG11) aumenta dividendos em maior nível em 15 meses; confira quando o dinheiro cai na conta dos cotistas

16 de abril de 2026 - 14:41

O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados

UMA NOVA MARCA PARA A B3

Bolsa ‘quebra a banca’ com R$ 120 bilhões e bate recorde em cinco anos — e uma ação rouba a cena

16 de abril de 2026 - 12:44

O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional

SD ENTREVISTA

Dólar a R$ 4,90? Os dois motivos que explicam a queda da moeda — e por que isso não deve durar, segundo gestor especialista em câmbio

16 de abril de 2026 - 6:30

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim

NOVO TETO?

Ibovespa acima dos 220 mil pontos? O que dizem gestores com US$ 72 bilhões sob gestão

15 de abril de 2026 - 19:10

Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA

LUCROS COM ESG

Figurinha carimbada: B3 (B3SA3) é a favorita das carteiras recomendadas de ESG (de novo) – o que chama a atenção na ‘dona da bolsa’?

15 de abril de 2026 - 15:02

Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%

MOVIMENTAÇÃO

MBRF (MBRF3) tomba quase 10% na bolsa após venda de ações em bloco por fundo árabe; entenda

15 de abril de 2026 - 14:48

No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal

DOS FIIS AOS ETFS

O gringo também gosta de FIIs: fluxo estrangeiro chega aos fundos imobiliários, e isso é bom para os cotistas; saiba quais ativos estão na mira

15 de abril de 2026 - 6:03

Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários

MERCADOS HOJE

200 mil pontos logo ali: Ibovespa se aproxima de novo recorde, mas Petrobras (PETR4) joga contra

14 de abril de 2026 - 16:01

Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua

NOVO PREÇO-ALVO

Não tem mais potencial? BofA e Safra rebaixam recomendação de Usiminas (USIM5) e ação recua até 3%; confira o que dizem os analistas

13 de abril de 2026 - 18:42

Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos

GANHOS PARA O BOLSO

Dividendos de 12%: BTG reforça compra para Allos (ALOS3) após acordo com a Kinea

13 de abril de 2026 - 18:10

O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas

FIIS HOJE

Este FII vende imóvel alugado à Caixa Econômica e coloca R$ 3,6 milhões no bolso do cotista; saiba qual e entenda a operação

13 de abril de 2026 - 17:32

Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira

RETORNO TURBINADO

Petrobras (PETR4) dobrou o capital do acionista em 5 anos — mas quadruplicou o dinheiro de quem reinvestiu os dividendos

13 de abril de 2026 - 16:39

Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%

CÂMBIO E BOLSA

Dólar ladeira abaixo: moeda fecha a R$ 4,99 pela 1ª vez em dois anos; Ibovespa supera inéditos 198 mil pontos

13 de abril de 2026 - 15:50

Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

IBOVESPA EM FESTA

Em semana euforia no Ibovespa, ações da Hapvida, C&A e Auren ‘fizeram a festa’, enquanto outras ficaram de ressaca; veja as maiores altas e baixas da bolsa

11 de abril de 2026 - 17:00

Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda

DANÇA DAS CADEIRAS NO ALTO ESCALÃO

Hapvida (HAPV3) tem a maior alta do Ibovespa na semana e lembra do ‘gostinho’ de ser querida pelo mercado. O que impulsionou as ações?

10 de abril de 2026 - 19:03

A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia