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Resultado veio acima do esperado pelas projeções do Broadcast, do Estadão, que previam desde uma queda de 0,20% a um avanço de 2,70%, com mediana positiva de 0,95%
As vendas do comércio varejista subiram 2,9% em novembro na comparação com outubro, segundo divulgou nesta terça-feira, 15, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado veio acima do esperado pelas projeções do Broadcast/Estadão, que previam desde uma queda de 0,20% a um avanço de 2,70%, com mediana positiva de 0,95%.
Na comparação a novembro de 2017, sem ajuste sazonal, as vendas tiveram alta de 4,4% em novembro de 2018, coincidindo com o teto do intervalo das previsões (4,4%).
As vendas do varejo restrito acumularam crescimento de 2,5% no ano. No acumulado em 12 meses, houve avanço de 2,6%.
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 1,5% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas (Projeções Broadcast), mas acima da mediana. Os analistas esperavam desde um recuo de 0,6% a alta de 2,4%, com mediana positiva de 0,4%.
Na comparação com novembro de 2017, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 5,8% em novembro de 2018. Nesse confronto, as projeções variavam desde um aumento de 0,9% a 5,9%, com mediana positiva de 4,2%.
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As vendas do comércio varejista ampliado acumularam alta de 5,4% no ano. Em 12 meses, o resultado foi de avanço de 5,5%
O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito teve alta de 0,4% em novembro de 2018, informou o IBGE. No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o índice de média móvel trimestral das vendas registrou ligeiro recuo de 0,1% em novembro.
Com uma forte influência da Black Friday, o resultados do varejo em novembro sugerem que o consumo continua se recuperando, ainda que de forma lenta. Pelo menos essa é a avaliação de economistas ouvidos pelo Broadcast/Estadão.
O resultado surpreendente levou algumas instituições a elevarem suas expectativas para as vendas varejistas no resultado fechado do ano. A Guide Investimentos, por exemplo, aumentou a projeção para o varejo ampliado, de expansão de 5,4% para 5,6% em 2018. As revisões, no entanto, ainda não provocaram alterações nas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018 e de 2019.
"Se por um acaso não tivesse vindo bom, a expectativa de alta em torno de 1,5% para o PIB de 2018 teria um viés de baixa", afirma o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, que prefere aguardar novos dados de atividade.
"As perspectivas para o consumo privado e as vendas no varejo são moderadamente positivas", aponta o Goldman Sachs em relatório. Conforme o banco, o setor varejista deve ser apoiado pelo ambiente de baixa inflação, crescimento do emprego e do crédito. Ainda assim, considera que uma ociosidade ainda significativa no mercado de trabalho pode limitar o dinamismo do consumo privado e das vendas no varejo.
O economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, admite que já ficaria surpreso se as vendas do varejo tivessem registrado aumento de 1,00%. "Espantou o próprio movimento da Black Friday em si, pois, pelos últimos indicadores, houve pouca diferença em relação aos preços anteriores", diz.
Para o economista Homero Guizzo, da Guide Investimentos, o pouco tempo de existência da promoção Black Friday no Brasil, há cerca de cinco anos, torna "virtualmente impossível" estimar quanto do consumo tradicionalmente esperado para dezembro foi antecipado para novembro. "Não vai ter Black Friday em dezembro e pode ter havido alguma antecipação das compras de Natal também", lembra.
Guizzo afirma que somente quando os algoritmos de dessazonalização captarem o efeito do evento é que se poderá entender quanto do consumo do Natal está sendo deslocado para novembro. "Ainda demora alguns anos", cita. "De qualquer maneira, é de se esperar que os resultados das vendas de dezembro apaguem uma boa parte do crescimento de novembro, mas ainda não é possível estimar quanto", completa o economista da Guide.
Apesar da expansão considerável do varejo em novembro, a expectativa dos analistas é que o dado de dezembro venha mais fraco, de modo a impedir um crescimento mais expressivo do PIB de 2018. Além disso, acrescentam, uma atividade mais robusta depende da aprovação da reforma da Previdência este ano. Entretanto, ponderam que um impacto mais significativo na economia só deve ser notado no PIB de 2020.
Por ora, o Itaú Unibanco estima ligeiro recuo das vendas varejistas do último mês de 2018, diante de uma normalização após o efeito temporário das promoções. "Adiante, projetamos aceleração do crescimento, com o efeito das condições financeiras mais expansionistas. Cabe notar que tal melhora depende da aprovação das reformas", explica a nota.
A despeito dos efeitos da Black Friday, o economista-chefe do Rabobank, Mauricio Oreng, reconhece que de fato o consumo continua melhorando e que isso também pode estar associado à melhora do mercado de trabalho. "Mas não é nada exuberante", pondera.
Mesmo considerando que a data comercial vem ganhando cada dez mais ímpeto, a analista Isabela Tavares, da Tendências Consultoria Integrada, pondera que o desempenho das vendas de novembro não deve se repetir na leitura de dezembro.
"Esse efeito da Black Friday não deve se repetir. Como aconteceu nos últimos anos, o evento desloca um pouco o consumo do Natal. As compras são antecipadas para novembro por causa dos descontos. O fato é que o evento está se consolidando cada vez mais forte e houve alta espalhada", explica Isabela.
Além da influência das promoções da Black Friday, Lima Gonçalves, acrescenta que o crescimento das vendas varejistas no penúltimo mês do ano ainda deve-se à redução no nível de desconfiança após a eleição. "Tem o impacto do evento e ainda do fim das eleições, que ajudou a melhorar os indicadores de confiança. O ponto é que não haverá um adicional em dezembro", reforça.
Apesar do bom resultado das vendas do varejo em novembro, Oreng, do Rabobank, estima alta de apenas 0,3% para o PIB do quarto trimestre de 2018, após 0,8% no terceiro. Para 2018, a projeção é de expansão de 1,3% do PIB. Para o PIB de 2019, a estimativa é de crescimento em torno de 2,00% e de cerca de 3,00% em 2020.
"Se passar a reforma da Previdência, solta essa amarra do investimento. A questão é que o investimento tem sido afetado pelas incertezas. Há espaço para crescer, mas tem de criar as condições para isso acontecer", analisa Oreng.
*Com Estadão Conteúdo
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