Governo enviará ao Congresso proposta de reforma com imposto sobre consumo
Roteiro traçado pelo ministério prevê o envio da reforma ao Congresso em quatro etapas, que devem começar ainda em novembro e se estender até meados de 2020

Depois de reformular a sua proposta, abandonando a ideia de criar uma nova CPMF, rejeitada pelo presidente Jair Bolsonaro, o Ministério da Economia fechou, enfim, um novo pacote de medidas para mudar o complexo sistema tributário do País. O roteiro traçado pelo ministério prevê o envio da reforma ao Congresso em quatro etapas, que devem começar ainda em novembro e se estender até meados de 2020.
Na primeira fase, a ser deflagrada até o fim do mês, o governo deverá enviar ao Legislativo um projeto de lei que unifica o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento de Seguridade Social (Cofins), incidentes sobre produtos e serviços.
Na segunda fase, prevista para o início do ano, o plano é encaminhar a mudança no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que passará a existir como tributo seletivo sobre certos bens.
A terceira fase, a ser enviada no primeiro trimestre, vai se concentrar no Imposto de Renda de pessoas físicas, incluindo aumento da faixa de isenção e criação de novo alíquota para os mais ricos, e jurídicas.
A última etapa, em meados do ano que vem, será dedicada à desoneração da folha de salários das empresas. "A nossa ideia é não demorar entre uma fase e outra para enviar ao Congresso", diz o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto.
Em sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo, há pouco mais de um mês, no lugar do economista Marcos Cintra, defenestrado por defender um imposto nos moldes da CPMF, Tostes, de 62 anos, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que a proposta do governo é "totalmente aderente" aos projetos de reforma tributária em tramitação no Congresso.
Leia Também
Calibragem
Segundo ele, a diretriz do ministro da Economia, Paulo Guedes, diante da crise fiscal é manter a carga tributária atual, na faixa de 35% do Produto Interno Bruto (PIB). No futuro, afirma o secretário, com o crescimento da economia, a meta é reduzir o peso dos impostos sobre cidadãos e empresas.
Para impedir que a carga tributária aumente ou diminua, o governo vai propor um sistema automático de calibragem, que funcionará como balança, a ser desencadeado anualmente. Se a carga aumentar, a alíquota será reduzida, e vice-versa.
O tributo resultante da fusão do PIS e da Confins terá alíquota de 11% a 12% e receberá o nome de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
Seguirá o modelo de imposto sobre valor agregado (IVA), adotado em 180 países, em que todos os créditos poderão ser usados pelas empresas para diminuir o valor a pagar, o que não acontece hoje.
Dentro do objetivo de aplicar alíquota única a todos os setores e acabar com regimes especiais, o governo deverá rever a desoneração da cesta básica. Em troca, deverá restituir à população de baixa renda gasto com o tributo em um adicional em programas sociais como Bolsa Família.
Tostes diz, porém, que alguns setores poderão ter regime diferenciado. "O conceito é cobrar de forma geral, mas estamos avaliando casos que mereçam tratamento especial." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Conteúdo BTG Pactual
O erro que faz muitos brasileiros perderem poder de compra mesmo com o dinheiro rendendo 14% ao ano
18 de agosto de 2026 - 11:00Conteúdo Empiricus
BCDI11: Fundo de infraestrutura com previsão de renda recorrente e isenção de IR chega à bolsa para investidores com perfil mais defensivo
18 de agosto de 2026 - 9:00Conteúdo PAN
Crédito mais barato existe? Entenda por que algumas modalidades cobram menos juros que outras
13 de agosto de 2026 - 8:00Conteúdo PAN
6 maneiras de ampliar seu acesso a crédito para realizar projetos
12 de agosto de 2026 - 16:00BOM PARA O AMBIENTE E PARA O BOLSO
Investimento sustentável com R$ 10: BTG lança primeiro ETF voltado para o desenvolvimento da Amazônia
12 de agosto de 2026 - 11:05ULISSES NA BOLSA
A ‘Odisseia’ do investidor: o manual mitológico para não naufragar no mercado financeiro
9 de agosto de 2026 - 14:03Conteúdo Empiricus
Estratégia 60/25/15’ é a aposta da Empiricus para buscar renda extra em agosto; entenda
8 de agosto de 2026 - 11:00‘BOOM’ NO MERCADO
Renda fixa domina novos ETFs e recebe 80% dos investimentos — por que esses fundos chamam a atenção e quais são os principais?
6 de agosto de 2026 - 12:31Conteúdo Empiricus
Como buscar o primeiro milhão no mercado financeiro sem arriscar seu patrimônio em operações rápidas?
6 de agosto de 2026 - 12:00RENDA MENSAL MILIONÁRIA
Mega-Sena acumulada pode pagar R$ 150 milhões hoje; saiba quanto rende essa bolada na renda fixa conservadora com a taxa Selic a 14% ao ano
6 de agosto de 2026 - 9:18Conteúdo Empiricus
Preparado para disputar R$ 1 milhão? Conheça treinamento gratuito para a Copa BTG Trader
4 de agosto de 2026 - 15:00ATÉ O FIM DE AGOSTO
Dividendos do FGTS: governo vai distribuir mais de R$ 13 bilhões aos trabalhadores como participação no lucro do Fundo de Garantia em 2025
28 de julho de 2026 - 12:27FINANÇAS PESSOAIS
Excesso de confiança: o erro que fez uma lenda do tênis perder toda sua fortuna e ainda ficar devendo milhões
27 de julho de 2026 - 15:36CONSTRUINDO O CELEIRO
A estratégia das ‘vacas magras’: como uma lição bíblica ajuda a proteger dinheiro e aproveitar oportunidades
27 de julho de 2026 - 7:08CRÉDITO PRIVADO
Todos querem FIDCs: fundos são aposta dos gestores para superar o CDI e ‘roubar’ os clientes dos bancos
24 de julho de 2026 - 18:09MUITO ALÉM DA DOPAMINA
O gatilho que as bets não podem mais usar em propagandas de apostas — e por que ele funciona tão bem
24 de julho de 2026 - 12:24VIROU ARMADILHA?
CEO da XP faz alerta a quem está ‘viciado’ no CDI: por que estratégia pode custar caro?
23 de julho de 2026 - 17:17Conteúdo PAN
Seu patrimônio parado pode trabalhar por você: Conheça a solução que pode transformar bens já quitados em crédito rápido
22 de julho de 2026 - 12:00Conteúdo PAN
Já conhece o Crédito do Trabalhador CLT? Veja como funciona e 4 vantagens frente a outros modelos de empréstimo consignado
21 de julho de 2026 - 15:07VAI PINGAR NA CONTA