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Apenas neste ano, a posição dos gestores em bolsa aumentou em R$ 86,8 bilhões, o equivalente a uma alta de 29,7%, de acordo com dados da consultoria Economatica
Nunca antes na história da indústria de fundos os gestores alocaram tantos recursos na bolsa. O volume líquido de recursos em renda variável dos fundos – excluindo as posições vendidas – atingiu R$ 379,1 bilhões no fim de setembro. Trata-se do maior valor já registrado historicamente, de acordo com dados da consultoria Economatica.
Apenas neste ano, a posição dos gestores em bolsa aumentou em R$ 86,8 bilhões, o equivalente a uma alta de 29,7%.
O aumento da alocação tem relação direta com o bom desempenho do Ibovespa e da captação dos fundos que podem investir na bolsa, como os de ações, que precisam deter pelo menos 66% do patrimônio em renda variável, e multimercados.
Incluindo as posições vendidas, o volume financeiro alocado em renda variável sobe para R$ 460,6 bilhões, também o maior patamar histórico, ainda segundo a Economatica.

E onde os fundos investem todo esse dinheiro? Em julho deste ano, as ações da Petrobras representavam a maior posição da indústria, com R$ 18 bilhões. Os dados da consultoria excluem os recursos da Litel – empresa dos fundos de pensão que investe em ações da Vale – e FIPs.
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As gestoras dos quatro maiores bancos – Itaú Unibanco, Bram (Bradesco), BB DTVM (Banco do Brasil) e Caixa – são que as que possuem maior alocação na bolsa, em linha com o patrimônio total de cada uma. A maior surpresa é a presença no quinto lugar da Opportunity Asset, embora a gestora seja historicamente uma grande investidora em bolsa.
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