Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

UM NEGÓCIO PARA PRESTAR ATENÇÃO

Rappi, o unicórnio colombiano que parece uma ‘Amazon de serviços’, promete vender de tudo e entregar em casa

O bigodinho laranja que é símbolo do aplicativo de ‘delivery de tudo’ está ganhando as ruas das grandes cidades do Brasil. Empresa captou US$ 1 bilhão com investidores japoneses, o maior aporte já feito em uma startup latina. Rappi vai deixar o lucro para depois e quer gastar tudo para expandir os serviços e criar inovações que vão podem mudar a forma como você faz compras. O que vem pela frente?

Bruna Furlani
Bruna Furlani
3 de agosto de 2019
5:26 - atualizado às 12:25
Motoboy leva entrega do Rappi
Motoboy leva entrega do Rappi - Imagem: Shutterstock

Em uma vida corrida como a de quem vive em São Paulo, praticidade é tudo. Eu mesma já agradeci imensamente pelos serviços de entrega disponíveis hoje. Certa vez, por exemplo, aluguei um vestido de casamento em uma loja distante do meu trabalho. Fui lá algumas vezes para provar a roupa. Mas, na hora de devolver, não pensei duas vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Chamei um serviço de entrega, apertei o vestido no compartimento do motoboy e lá se foi ele rumo à loja. Acompanhei todo o trajeto pelo aplicativo e pronto. Um problema a menos para resolver.

Fazendo as vezes de um "delivery de tudo", uma das empresas que têm recebido destaque no mercado de entregas é a Rappi. Ela é um "unicórnio", como são conhecidas as empresas fechadas que valem mais de US$ 1 bilhão. Aliás, a Rappi é a startup latina que recebeu o maior aporte de um investidor - nada menos do que US$ 1 bilhão do Softbank, os mesmos que acabaram de colocar uma bolada também no Banco Inter

A Rappi é uma espécie de "Amazon de serviços", que reúne de vários serviços em um mesmo aplicativo. Em vez de ter que usar um app para comprar cada coisa, a Rappi permite que o usuário use o mesmo sistema para comprar todo tipo de coisa e receber em casa: comida, compras no supermercado, chamar uma manicure a domicílio, encontrar um passeador para o cachorro ou até mesmo "alugar" um goleiro para a pelada com os amigos.

Criada em 2015 na Colômbia, ela vem conquistando o mercado brasileiro e outros países da América Latina, como o México. O diferencial? A possibilidade de comprar tudo sem sair de casa em um único aplicativo - poupando a memória do seu celular e evitando uma profusão de apps na tela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o diretor de expansão e co-fundador brasileiro, Ricardo Bechara, que conversou comigo para me contar as perspectivas da empresa, o objetivo da companhia é justamente esse: "fazer com que a Rappi esteja sempre na primeira tela do celular das pessoas".

Leia Também

Entrevista com o diretor da Rappi no Brasil, Ricardo Bechara no escritório da empresa em São Paulo - Imagem: Leo Martins

Entenda o seu modelo de negócios

Quem entra agora no aplicativo até se espanta. Afinal, quem acompanhou a startup desde o início se surpreende ao ver como ela vem crescendo especialmente no quesito serviços. E é possível atender de tudo.

Desde pedidos como a compra de uma pinça anatômica, ou um fio de nylon para cirurgia, até ajuda com o chaveiro.

Ao perguntá-lo sobre os casos mais engraçados, Bechara conta ainda que "certa vez, um cliente se trancou dentro do próprio apartamento e pediu para um dos entregadores ir atrás da chave com outra pessoa. Passado um tempo, o entregador foi lá e o destrancou".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fazendo as vezes de uma ajudante que busca diminuir as distâncias entre negócios e serviços em um modelo de e-commerce, a Rappi trabalha tanto com grandes varejistas, como Carrefour, Mambo e Saint Marche, quanto com lojas menores e com serviços em que o cliente pode pedir ao entregador qualquer item do seu agrado.

A ideia é sempre uma só: oferecer uma plataforma ou marketplace capaz em reunir em um só lugar lojas de vários segmentos e as mais variadas opções de serviços que o cliente possa precisar ao longo do seu dia.

Uma plataforma, mil possibilidades

E é claro que isso tem um custo. Para isso, a Rappi cobra uma comissão pelas vendas que faz por meio do seu aplicativo. Os percentuais podem variar de empresa para empresa.

Sem entrar em detalhes, o diretor de expansão da companhia disse apenas que o valor depende da parceria e que o frete das viagens é repassado de forma integral para o entregador.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao indagá-lo sobre a possibilidade de que a empresa receba também por outras maneiras, o diretor de expansão é enfático e me responde que não. Segundo ele, quando um funcionário da Rappi compra os produtos nas lojas parceiras, ele paga o mesmo montante que um usuário normal pagaria.

"O valor que recebemos é de fato uma comissão de venda. Se você entrar na Lojas Americanas, por exemplo, ela faz o mesmo para os usuários que tentam vender por meio da sua plataforma".

E não há exclusividade com parceiros. "A gente não atende apenas uma varejista, por exemplo. Possuímos conteúdo exclusivo para alguns usuários, mas isso está ligado mais a questões estratégicas", segundo me contou Bechara.

Imagem do aplicativo de entregas Rappi
Rappi, aplicativo promete delivery de tudo - Imagem: Shutterstock

Tudo num só lugar, tudo sobre você

Nós já falamos aqui no Seu Dinheiro que os dados são o novo petróleo do mundo dos negócios. A Rappi caminha para se tornar um app que sabe tudo sobre você. Você pede comida quantas vezes por semana? Prefere hambúrguer ou sushi? Seu carrinho de supermercado tem cerveja ou comida saudável? A Rappi consegue saber até mesmo se você tem cachorro ou gato.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essas informações abrem oportunidades do negócio. Por exemplo, uma marca de fralda pode pagar para fazer uma ação de marketing e enviar como "brinde" uma amostra apenas aos clientes que compram produtos infantis no app.

Serviço VIP

Além de oferecer conteúdos cada vez mais personalizados, a Rappi quer acima de tudo fidelizar o seu cliente. E uma das formas de fazer isso é por meio do seu programa, o Rappi Prime. Na prática, ele funciona como um serviço de assinatura paga mensal que custa R$ 19,00 e que dá direito a alguns benefícios, como frete grátis para compras acima de R$ 20 e sem custo de sobretaxa para pedidos feitos à noite ou durante dias chuvosos.

Mesmo sem abrir os dados do percentual de usuários do Rappi Prime em relação aos demais clientes, Bechara se limitou a dizer que o número de clientes Prime está cada vez mais relevante dentro da companhia.

Apesar do crescimento, a ideia não é monetizar o programa. O diretor me contou que o objetivo é tornar o cliente cada vez mais fiel à marca, entender melhor o seu comportamento e fazer com que o app esteja sempre na primeira tela do celular das pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Shoppings no radar

E a startup está de olho em outros segmentos para ampliar a sua gama de serviços. Um deles é o de shoppings, que hoje virou uma espécie de minicentro de distribuição de mercadorias adquiridas nas lojas on-line e no marketplace.

O diretor disse que a parceria ainda está em fase de maturação, mas que tem feito testes e que está vendo a melhor forma de tornar isso escalável. Para ele, um dos grandes desafios é que os shoppings no Brasil estão bem localizados nos centros urbanos e oferecem muito mais do que produtos.

Ainda é difícil que as pessoas deixem de frequentar esses espaços porque hoje eles oferecem outras experiências como teatro, exposições, concertos etc. De qualquer forma, a visão de Bechara é que há uma boa oportunidade de mercado ao encurtar distâncias entre os negócios e os serviços oferecidos em um e-commerce, no chamado "last mile"(última milha), e que vai muito além do segmento de shoppings.

Entrevista com o diretor executivo da Rappi no Brasil, Ricardo Bechara, no escritório da empresa em São Paulo - Imagem: Leo Martins

Segundo ele, a ideia é seguir o modelo que já existe hoje na empresa em que a Rappi faz uma parceria com as lojas e receberia um percentual de comissão em cima disso. O objetivo não seria competir com os shoppings virtuais que esses centros estão criando, mas sim aumentar o alcance deles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos exemplos de sucesso foi a parceria feita com o Carrefour e que pode inspirar mais acordos com o varejo. De acordo com os dados do último balanço, a startup colombiana terminou o mês de junho com presença em 88 lojas da rede e em 22 cidades, o que ajudou a impulsionar e fazer com que metade dos clientes da Rappi fossem novos para a varejista.

China, estamos de olho

E para se tornar o "superaplicativo" o foco está em olhar para duas gigantes chinesas especialistas no setor de serviços, a Meituan Dianping e a WeChat.

A primeira funciona como uma plataforma tecnológica com mais de 200 tipos de serviços e que foi eleita, neste ano, a empresa mais inovadora do mundo pela Fast Company. Apesar de ser pouco conhecida aqui no Brasil, os serviços se assemelham bastante com os que a Rappi vem oferecendo aqui no Brasil, como te conto nesta matéria.

Mas o que chama tanto a atenção da startup colombiana? Segundo me contou Bechara, os dois pontos estão relacionados ao crescimento e a sua capacidade de trabalhar nos mais variados segmentos (multiverticalidade).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra que está no radar é a WeChat, que seria o equivalente ao Whatsapp na América Latina e que é um dos aplicativos de mensagens instantâneas mais populares da China. Hoje, o app é utilizado por cerca de 1,1 bilhão de pessoas e oferece de tudo: desde envio de mensagens até o pagamento de contas e troca de mercadorias de segunda mão.

Mesmo com as milhares de funções que o cliente pode ter acesso, há uma delas que não está nem na lista de previsões da Rappi. 

"Aqui na América Latina, ninguém vive sem o Whatsapp. Não vemos uma oportunidade de mercado em trabalhar com um serviço de mensagens instantâneas, porque já há alguém que preenche esse espaço muito bem por aqui", destacou Bechara. 

Aproveitando a maré alta

Pegando a onda da WeChat e da Meituan Dianping, uma das frentes que a empresa vai continuar a melhorar também são os seus serviços de pagamento. Hoje, a companhia conta com duas opções: o Rappi Pay, que é a carteira digital, e o seu cartão de débito que foi lançado em junho deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas quem estava à espera de novidades como contas de pagamento e linhas de crédito igual ao modelo oferecido pela Rappi no México terá que esperar para ver isso por terras tupiniquins.

Em sua justificativa, o diretor disse que, no momento, isso não é algo que a empresa está pensando, já que estão focados no crescimento da companhia e na melhoria do próprio Rappi Pay. 

Lucro, não importa (no momento)

O foco da Rappi é melhorar os serviços e oferecer opções mais interessantes para fidelizar o usuário. Nessa corrida para crescer rápido, o lucro fica em segundo plano.

"Estamos naquela fase de buscar um crescimento exponencial e investir assumindo que no longo prazo receberemos esse valor de volta. A ideia é ganhar representatividade e escala para depois rentabilizar em cima disso. Hoje, não temos uma linha de lucro", afirma Bechara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo sem divulgar o número de investidores total que a companhia possui, a última rodada de investimentos contou com grandes nomes como SoftBank (o mesmo que fez aportes na startup Creditas), Sequoia Capital (que investiu em gigantes como Google, Yahoo e LinkedIn),  Andreessen Horowitz (que colocou dinheiro no Airbnb, Decolar e Lyft), assim como DST Global (que investiu no Nubank).

Além de não se preocupar com o fato de ter uma empresa rentável por enquanto, a companhia não faz planos de abrir capital.

Para Bechara, é preciso que ela esteja preparada antes e agora não é o momento. Ainda assim, o diretor não descarta a possibilidade de fazer um IPO no futuro, caso seja interessante para a Rappi, assim como ocorreu com a Meituan Dianping.

Economia fraca? Tudo bem...

E na hora de falar sobre economia nem mesmo o crescimento abaixo de 1% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano parece estragar o otimismo da empresa. Segundo o diretor, as oscilações econômicas podem impactar menos a companhia pelo fato dela ter maior agilidade e capacidade de se transformar diante de um possível cenário mais negativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É bem verdade que a Rappi é um desses negócios que tendem a crescer em países com uma grande massa de trabalhadores desempregados ou subocupados. Afinal, um pilar importante do sistema de entrega é a existência de pessoas que topem ficar na fila esperando um lanche e levar até a sua casa de moto ou bicicleta por uns trocados.

Outro motivo para o otimismo de Bechara está atrelado à baixa penetração do mercado de compras online no Brasil (cerca de 3%) se comparado à China, que possui cerca de 15%. Logo, ele aposta que ainda há muito espaço para crescer.

"E se houver uma crise, eu penso que as pessoas vão substituir o que eles pedem. Nesse caso, a gente poderia usar big data para oferecer produtos mais adequados aos novos hábitos de consumo", destaca Bechara.

Ainda assim, é difícil dizer que a Rappi terá uma tarefa fácil. Mesmo que ainda não haja um concorrente capaz de oferecer todos os serviços que ela apresenta aqui no Brasil, sabemos muito bem que esse mercado de inovação é bastante volátil e que novas parcerias entre gigantes podem complicar e muito a sua vida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um caso que vimos recentemente é o da própria iFood que anunciou que terá assinatura mensal de entrega, parecida com o modelo da Rappi Prime. E assim como ela, virão outros.

Além disso, como todo marketplace (esses sites que vendem produtos de várias lojas) as parcerias são essenciais para ela crescer. E, se, de um lado ela é parceira dos diferentes aplicativos que vendem de tudo, de outro ela pode ser encarada como uma concorrente que disputa o mesmo cliente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BALANÇO

Telefônica Brasil (VIVT3): lucro salta quase 20% no 1T26, e dona da Vivo entrega seu melhor 1º trimestre em dois anos. O que está por trás da expansão?

11 de maio de 2026 - 9:12

Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) supera expectativa com lucro recorde e ROE de 26,6% no 1T26. O que está por trás de mais um balanço forte?

11 de maio de 2026 - 7:33

O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Com petróleo na casa dos US$ 100, analistas calculam se Petrobras (PETR4) vai ou não vai liberar dividendos do 1T26

11 de maio de 2026 - 6:02

Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções

TROCAS DE PESO

Dança das cadeiras na bolsa: semana tem troca de CEOs em série e agita empresas da B3

9 de maio de 2026 - 16:58

A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)

VELHO CONHECIDO

Santander (SANB11) bate o martelo: conselho aprova por unanimidade a eleição de Gilson Finkelzstain como CEO

8 de maio de 2026 - 20:05

Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil

CHEGOU A HORA DE VENDER?

O que a pior semana da Petrobras (PETR4) em mais de dois anos diz sobre as ações como investimento

8 de maio de 2026 - 19:45

Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana

HORA DE COMPRAR?

Caixa Seguridade (CXSE3): depois do anúncio de R$ 1 bilhão em dividendos, analistas calculam retorno e dão veredito

8 de maio de 2026 - 19:19

Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos

SD ENTREVISTA

“Foi bom, mas poderia ter sido melhor”: o recado do diretor do BR Partners (BRBI11) sobre o 1T26; ações caem na B3

8 de maio de 2026 - 16:01

Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro

TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

TECNOLOGIA NA BOLSA

Nem o medo da IA segurou: Totvs (TOTS3) sobe na bolsa após balanço forte; veja o que dizem os analistas

7 de maio de 2026 - 14:33

Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx

NO SHAPE

Smart Fit (SMFT3) puxa ferro no 1T26: lucro salta 47%, e ações sobem forte na bolsa — veja se ainda dá tempo de entrar

7 de maio de 2026 - 12:14

Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil

COM ENERGIA RENOVADA

Axia (AXIA3) prepara sucessão do CEO Ivan Monteiro; e agora, quais serão os desafios do novo líder da elétrica?

7 de maio de 2026 - 12:03

O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia