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No tempo em que eu fui editora de economia do G1, eu tinha um certo pânico quando chegava o plantão de carnaval. Eu, que sempre trabalhei com jornalismo econômico, me sentia um peixe fora d’água na cobertura de escolas de samba e celebridades. “Ah, certamente será mais fácil do que cobrir o PIB ou o balanço da Vale”, pensei na primeira vez.
Mordi a língua no primeiro dia do carnaval quando um colega me perguntou na redação: “entrou a foto da Thaila Ayala?”. Eu só pensava “quem é essa?”. Simplesmente não conhecia os famosos que estavam na maioria das fotos que chegavam das ruas.
É possível que você tenha sentido o mesmo quando ouviu os nomes dos deputados escolhidos como presidente e relator da comissão especial da Câmara que vai avaliar a proposta de reforma da Previdência. Marcelo Ramos é um novato no Congresso e Samuel Moreira também não é exatamente uma figurinha carimbada...
Pois é bom você procurar saber quem são eles, como vivem, o que defendem... Isso porque esses deputados terão papel crucial na definição da sua aposentadoria e também no futuro da economia brasileira.
Para facilitar sua vida, eu pedi para o repórter Fernando Pivetti levantar o passado dos dois -e coloquei a foto deles aí embaixo. Veja o que se sabe sobre os dois deputados nesta reportagem.

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Na mesma semana em que o Ministério da Economia mostrou o peso dos subsídios nas contas públicas (R$ 314 bilhões ou 4,3% do PIB de 2018), o Supremo Tribunal Federal (STF) abre uma brecha para aumentar esse número. Ontem a maioria dos ministros votou a favor de uma decisão que concede novos benefícios tributários na zona franca de Manaus. Quanto vai custar? R$ 50 bilhões em cinco anos. O Eduardo Campos explica os prós e os contra da medida nesta reportagem.
Na temporada dos balanços, uma queridinha do mercado mostrou seus números. A Lojas Renner conseguiu elevar em 45% o seu lucro líquido no primeiro trimestre, para R$ 161,6 milhões, um pouco acima do que os analistas esperavam.
Outra que mandou bem foi a Localiza, com lucros mais altos.
No que promete ser um dos maiores IPOs (oferta pública inicial de ações) dos últimos anos, a Uber anunciou hoje os detalhes da sua abertura de capital. A empresa irá oferecer 180 milhões de ações ao mercado e levantar até US$ 9 bilhões. Nada mal, não?
O executivo Ivan Monteiro, ex-presidente da Petrobras, mal chegou na BRF e já está de saída. O motivo informado pela empresa foi “indicação médica”. A companhia apresentou um substituto e disse que manterá os esforços para reduzir o endividamento. Saiba mais

É possível investir como um milionário mesmo tendo pouco dinheiro? Neste vídeo, a Julia Wiltgen prova que sim e aponta os caminhos para ingressar em bons fundos de investimento. Dá uma olhada!
O Congresso já “sextou” e muitos parlamentares já viajam hoje e vão emendar o feriado de quarta-feira da semana que vem. Não sei se sinto raiva ou inveja, mas vamos seguir... Por aqui, as discussões sobre a reforma da Previdência só devem voltar a ganhar força após o feriado.
Os investidores voltam os olhos para o cenário internacional. O destaque do dia fica com a divulgação do PIB americano no primeiro trimestre.
Por aqui, Jair Bolsonaro meteu o bedelho de novo nas estatais. Após o presidente vetar um vídeo publicitário do Banco do Brasil que aborda a diversidade racial e sexual, o diretor de marketing foi demitido. Isso dá um sinal amarelo sobre a postura intervencionista do governo nas estatais, especialmente depois do episódio sobre a Petrobras dias atrás.
Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 1,59%, aos 96.552 pontos. O dólar encerrou com baixa de 0,78%, a R$ 3,9554. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje.
Um grande abraço e ótima sexta-feira!
Índices
- Tesouro Nacional divulga dados da Dívida Pública Federal em março
- Banco Central publica dados de crédito relativos a março
- Estados Unidos divulgam primeira prévia do seu PIB no 1º trimestre
Balanços 1º trimestre
- No Brasil: Hypera e Smiles
- Teleconferências: Hering, Lojas Renner e Localiza
- Lá fora: Deutsche Bank, Chevron e ExxonMobil
Política
- Donald Trump recebe a visita do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
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