O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na mesa de negociação, estão ações da Braskem e de outras empresas que foram dadas como garantia para empréstimos concedidos pelos grandes bancos e que estão fora da recuperação judicial
As chances de a Odebrecht conseguir um consenso em torno de um plano factível de ser aprovado em assembleia de credores são reais, apesar do emaranhado de desafios que os reestruturadores da companhia têm à frente, avalia o sócio-fundador da Integra Associados, Renato Franco, que trabalha na reestruturação de empresas.
As dívidas totais da Odebrecht somam quase R$ 100 bilhões, a maior reestruturação da história do País. “É um conglomerado muito grande, de peso no mercado de infraestrutura, geração de empregos e know how, para que não se busque uma solução”, disse ao Estadão/Broadcast.
Ele compara o caso à reestruturação da Oi, que era, até a Odebrecht pedir recuperação judicial, a maior da América Latina. “São empresas muitos grandes e que envolvem muitos interesses para que se deixe quebrar.”
Na mesa de negociações da Odebrecht estarão as ações da petroquímica Braskem e de outras empresas que foram dadas como garantia para empréstimos concedidos pelos grandes bancos e que estão fora da recuperação judicial, fazendo com que as negociações sejam duras e difíceis.
A petroquímica, considerada o melhor ativo do grupo (a Odebrecht tem 50%), é alvo de um movimento do Ministério Público que congelou a distribuição dos dividendos e ainda instituiu um ônus de mais de R$ 20 bilhões a título de indenizações por danos socioambientais em Alagoas.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Leia Também
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento