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De 2016 para cá, estive três vezes com o empresário Michael Klein. Em todas as entrevistas, um tema foi tabu: Via Varejo. Entendo que é meio chato mesmo vender o negócio e continuar dando pitacos. Mas, de uma forma ou outra, todo mundo queria saber a visão de Klein. Nos bastidores, se falava que Klein se ressentia do tratamento dado à Via Varejo pelo GPA e poderia recomprar o grupo.
Para quem não conhece a história, o empresário negociou a fusão da Casas Bahia - empresa fundada pelo seu pai - com o Ponto Frio no fim de 2009, em uma operação que criou a Via Varejo e dava o controle ao GPA.
Em abril de 2016, Klein topou almoçar comigo e com Naiana Oscar para falar da visão do empresariado sobre conjuntura política às vésperas do impeachment de Dilma Rousseff. Era meu aniversário e ele pediu champagne. Bem que tentamos perguntar sobre a Via Varejo para ver se ele falava algo após umas taças. Mas Klein não caiu nessa e só conseguimos boas risadas.
Na segunda entrevista, peguei "carona" com Klein no seu helicóptero para fazer uma entrevista no trajeto sobre sua empresa de aviação executiva, O plano era largar no meio da conversa alguma pergunta sobre a Via Varejo. Vai que cola. Dessa vez, foi bem fácil para ele escapar das perguntas difíceis. Eu, que nunca tinha andado de helicóptero, não considerei a dificuldade de fazer uma entrevista com às hélices girando na sua orelha. Mas sabe onde o helicóptero deixou Klein? Lá em São Caetano do Sul, no prédio onde funcionava a sede da Via Varejo, que, aliás, pertencia a Klein.

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A bolsa brasileira tem boas pedidas na área de shopping. Algumas ações estão com bons preços e podem ser um caminho para quem está buscando o que comprar na bolsa. Vale analisar tintim por tintim de cada grupo de shoppings do país para saber onde investir seu dinheiro. Mas e se eu te disser que alguém já fez isso? Nosso colunista Alexandre Mastrocinque, especialista em ações, tem duas recomendações para você.
A indicação do que comprar na bolsa todo mês é um dos benefícios do Seu Dinheiro Premium, um conteúdo extra que entregamos aos nossos leitores mais engajados. Você pode acessar esse conteúdo DE GRAÇA - basta fazer o cadastro aqui e indicar esta newsletter para cinco amigos. Assim que eles aceitarem, o seu acesso será liberado.
Ainda que os riscos de Donald Trump deixar a presidência dos Estados Unidos antes de 2020 sejam pequenos, os ruídos em torno do processo de impeachment do presidente americano, a preocupação com o crescimento global e as incertezas com a guerra comercial fazem os negócios no exterior flutuarem.
No Brasil, o dólar pode completar hoje a marca de 30 pregões consecutivos negociado acima de R$ 4,00. Esse pode ser um indício de que um 'novo normal' tenha atingido o câmbio. Com a aversão ao risco no horizonte - acompanhando a situação política norte-americana - combinado com os ciclos de corte da Selic, a reversão do cenário da moeda fica complicada.
Ontem, o Ibovespa terminou a sessão na máxima do dia, em alta de 0,58%, aos 104.480,98. O dólar encerrou em baixa de 0,35%, a R$ 4,1547. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Depois de concluir que tem recursos de sobra no último balanço, a BB Seguridade - empresa que reúne as participações do Banco do Brasil em seguros - decidiu fazer uma redução de capital. Na prática, é dinheiro que entra no bolso do acionista. A operação ainda precisa passar pela assembleia de acionistas, que define as datas de pagamento. Mas os valores já foram definidos, como você confere nesta matéria do Vinícius Pinheiro.
O mercado das criptomoedas tem apenas dez anos, mas nesse meio tempo já deu para sacar alguns princípios. O mais óbvio deles é que o bitcoin é super imprevisível no curto prazo. Em meio a muitas incertezas, pipocam dados sobre essa e outras moedas digitais - que nem sempre são verdadeiros. Também não dá para assumir que perdas passadas correspondem a perdas futuras. A palavra de ordem deve ser paciência. É o que defende o André Franco em sua mais recente coluna sobre criptomoedas. O texto está imperdível.
Indicadores
- Banco Central divulga Relatório Trimestral de Inflação
- Tesouro Nacional divulga relatório da dívida pública de agosto
- Estados Unidos divulgam terceira estimativa de seu PIB do 2º trimestre e dados semanais de emprego
- China divulga lucro industrial de agosto
Política
- Conselho Monetário Nacional se reúne em Brasília
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo