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O Brics ainda importa?

13 de novembro de 2019
10:53
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock
Muitas vezes é difícil para nós, reles mortais, enxergar ou entender as consequências dos eventos diplomáticos para a nossa própria vida. Isso quando elas existem, claro, o que nem sempre é o caso.

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No caso da cúpula dos Brics, que acontece nesta semana em Brasília, dá para questionar até mesmo se esse grupo de países emergentes - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - ainda tem alguma relevância ou razão de ser.

É engraçado pensar que o acrônimo nasceu no mercado financeiro, onde os agentes estão sempre de olho em resultados práticos.

O termo Bric (ainda sem o S de South Africa - África do Sul) foi cunhado pelo economista do Goldman Sachs Jim O’Neill em 2001 para se referir aos países emergentes nos quais ele enxergava grande potencial de crescimento econômico.

Em 2006, o grupo começou a se reunir informalmente, mas hoje até mesmo O’Neill questiona a sua validade. Sempre atento a tudo que acontece na capital federal, o Eduardo Campos traz hoje um texto que explica as razões para tal descrença e discorre sobre os frutos que o encontro de fato pode gerar para o bolso do investidor. Vale muito a leitura!

Alta tensão

A América Latina é o palco de uma tensão generalizada. Os protestos violentos e turbulências que atingem Bolívia e Chile elevam a cautela dos investidores. Além disso, o cenário político conturbado no Brasil, com a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a mudança de partido do presidente Jair Bolsonaro, também pesa nos ativos de risco.

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O mercado local ainda tem os balanços das empresas para levar em conta. Entre a noite de ontem e a manhã de hoje, ao menos três grandes companhias divulgaram seus números relativos ao terceiro trimestre deste ano. Você pode conferir os principais resultados nesta matéria.

Leia Também

No exterior, o cenário da guerra comercial também está longe do ideal, o que pressiona os mercados internacionais. O presidente norte-americano Donald Trump voltou a ameaçar a China com elevação de tarifas de importação caso os países não alcancem um acordo de primeira fase. As principais bolsas asiáticas fecharam em queda, sinal também visto nos índices futuros das bolsas de Nova York.

Ontem, o Ibovespa encerrou o dia com baixa de 1,49%, aos 106.751,11 pontos. O dólar fechou com alta de 0,57%, a R$ 4,1665. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.

Preparada para investir

Uma das queridinhas dos investidores está com mais dinheiro no caixa. O Magazine Luiza definiu o preço por ação da sua mais recente oferta de ações e levantou R$ 4,3 bilhões junto a investidores. Os recursos serão usados para investimentos em tecnologia e expansão da plataforma de marketplace da varejista. Leia mais.

Hora do adeus

A Petrobras vai acabar — ao menos num País vizinho. Depois de dar fim à negociação de suas ações na Argentina, a estatal decidiu vender seus negócios de distribuição de combustíveis, lubrificantes e fertilizantes no Uruguai. Entenda o caso. 

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Em busca da autonomia

Em 2014, a defesa da autonomia do Banco Central pela então candidata Marina Silva era polêmica e chegou a ser alvo de uma campanha virulenta por parte do PT. Cinco anos depois, não é exagero dizer que o tema já tem uma aceitação maior, ao menos entre os parlamentares. Hoje, há dois projetos que tratam do assunto tramitando em Brasília - um deles foi aprovado ontem por uma comissão do Senado. Mas não era exatamente o que o BC queria. O Eduardo Campos traz os detalhes dessa história e te conta como um BC autônomo ajuda os seus investimentos.

500 reais?

Não. O saque do FGTS já não será de até R$ 500 reais, pelo menos não para quem tem conta com saldo de até um salário mínimo. Tratado inicialmente como piada nas redes sociais, o baixo valor - para alguns - foi ampliado pelo Senado. Saiba mais sobre a MP que trata do assunto e confira o novo valor de saque.

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