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Formato de loja de departamento que a consagrou, porém, ficará apenas no e-commerce num primeiro momento
Marco da história do varejo brasileiro, o Mappin voltará ao mercado na próxima segunda-feira (10), 20 anos após a companhia decretar falência.
O formato de loja de departamento que a consagrou, porém, ficará apenas no e-commerce num primeiro momento. A previsão de abertura de loja física ficou para o ano que vem.
Por trás do ressurgimento do Mappin está a Marabraz, que comprou a marca por R$ 5 milhões num leilão em 2009.
"Sabemos que essa é uma marca muito querida e nostálgica, por isso todos os nossos esforços estão focados para atender às expectativas do público", afirmou em nota Abdul Fares, sócio-diretor financeiro da Marabraz. De acordo com o executivo, a Marabraz está investindo mais de R$ 4 milhões em tecnologia.
A princípio, a plataforma vai contar com um portfólio de 15 mil itens à venda, entre produtos de cama, mesa e banho, utilidades domésticas, móveis, decoração e outros.
Entre as novidades, haverá uma linha de móveis exclusiva Mappin com produtos multiuso, como cadeiras que viram estantes e gavetas que se transformam em bancos.
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A marca trará mais novidades após o lançamento, como a estreia de um marketplace no segundo semestre de 2019. Esta operação terá varejistas parceiros e aumentará o catálogo de produtos para mais de 500 mil itens.
*Com Estadão Conteúdo.
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