O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta da rede de joalherias movimenta até R$ 2,3 bilhões. Papéis começarão a ser negociados na B3 nesta quinta-feira sob o código VIVA3
A rede de joalherias Vivara acaba de definir o preço da ação em sua oferta inicial (IPO, na sigla em inglês). O valor de cada papel ficou em R$ 24, mais próximo do topo da faixa indicativa (de R$ 21,17 a R$ 25,40). Com isso, a operação vai movimentar até R$ 2,3 bilhões.
A ação da empresa começará a ser negociada na B3 na próxima quinta-feira (10) sob o código VIVA3 e marcará o terceiro IPO da B3 em 2019.
A abertura de capital é vista pela companhia como estratégica: a própria diretoria diz que a oferta vai trazer recursos ao caixa da companhia, que serão fundamentais para a continuidade do plano de expansão. Mas uma boa parte do dinheiro captado dos novos sócios da bolsa vai para o bolso da família fundadora da Vivara, que venderá uma parte de suas ações no IPO.
A priori, a abertura de capital previa a venda de 18,89 milhões de ações na oferta primária (quando são emitidos novos papéis e os recursos levantados vão para o caixa da empresa) e 51,96 milhões de ações na oferta secundária (quando são vendidos papéis que já existem e, assim, o dinheiro vai para os atuais acionistas). Mas a empresa também registrou os lotes extras de ações, um sinal de que a demanda pelos papéis foi alta.
Não dá para falar de IPO sem esclarecer a quantas andam as finanças da companhia que pretende abrir seu capital. No caso da Vivara, os números são positivos.
No primeiro semestre deste ano, a Vivara reportou receita líquida de R$ 523,7 milhões, o que implica num crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2018. O Ebitda — isto é, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — saltou 87,3% na mesma base de comparação, para R$ 223,2 milhões.
Leia Também
Já o lucro líquido apurado pela companhia entre janeiro e junho de 2019 somou R$ 186 milhões, mais que o dobro do ganho contabilizado nos primeiros seis meses do ano passado, de R$ 76,8 milhões.
Em termos de estrutura, a Vivara possui 234 pontos de venda no país, entre lojas e quiosques — a maior parte deles no Sudeste, mas há unidades da empresa em todas as regiões do Brasil. As vendas no conceito mesmas lojas (SSS, em inglês), chegaram a 9,6% no primeiro semestre de 2019, um salto em relação aos 5% anotados há um ano.
Já em relação a endividamento, a companhia possuía R$ 150,4 milhões em compromissos com vencimento no curto prazo — outros R$ 137,3 milhões irão expirar num horizonte mais longo. A dívida líquida da empresa somava R$ 220,4 milhões ao fim de junho, acima dos R$ 130,1 milhões registrados em dezembro.
Com isso, a relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado da Vivara estava em uma vez no fim do primeiro semestre deste ano — no encerramento de 2018, esse indicador era de 0,5 vez.
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA