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De bancão em bancão

As favoritas: mercado financeiro lidera ranking de empresas que os brasileiros mais querem trabalhar

Levantamento do LinkedIn traz o Itaú como líder absoluto na lista de "empregador dos sonhos"

Montagem de pessoas vistas de cima com um cardápio na mesa
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O setor financeiro está com tudo quando o assunto é mercado de trabalho. Pelo menos é o que diz o ranking LinkedIn Top Companies 2019, que avalia as empresas onde os profissionais brasileiros mais sonham em trabalhar. Pelo segundo ano seguido, líder absoluto dessa lista foi o Itaú Unibanco.

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Logo atrás do Itaú está o banco Santander. Diga-se de passagem, o banco teve um salto invejável no quesito popularidade e passou da 21ª posição para a 2ª em apenas um ano.

Mas se você observar com atenção o Top-25, vai perceber uma forte presença dos grandes bancos e de instituições ligadas ao mercado financeiro. Além do Itaú e do Santander, BTG Pactual, Bradesco, Safra e o grupo de investimentos XP apresentaram boas posições.

Outro destaque ficou por conta do setor de tecnologia. Além da companhia de aplicações móveis Movile, o ranking de 2019 conta com IBM, TOTVS e Oracle, todas elas especializadas em banco de dados e softwares de gestão. Outra empresa de destaque foi da Resultados Digitais, focada em marketing digital. Também foram para a lista o Nubank e a Stone, referências quando o assunto é startups.

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Preenchendo requisitos

Já faz quatro anos que o ranking das empresas mais desejadas é elaborada pelo time editorial do LinkedIn. A lista é desenvolvida com base nas ações dos mais de 610 milhões de usuários e 30 milhões de companhias cadastradas no LinkedIn no mundo, por meio da ferramenta LinkedIn Talent Insights.

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E nesse jogo das interações vale de tudo: de observar os comentários dos usuários sobre as companhias até analisar a interação com os funcionários da empresa.

Na classificação, são avaliados quatro pilares: interesse na empresa, interação com funcionários, demanda da vaga e retenção de funcionários.

O LinkedIn leva em consideração ações desse tipo nos 12 meses encerrados em janeiro daquele ano, e desconsidera interações de funcionários terceirizados e de meio-período. Quando a companhia conta com subsidiárias, as interações são computadas todas para a matriz.

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São excluídos do processo as agências de emprego e de seleção de pessoal, organizações sem fins lucrativos, instituições educacionais, agências governamentais e entidades públicas, além do próprio LinkedIn e sua empresa controladora, a Microsoft.

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