🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Jogada bilionária

Em oferta na bolsa, Magazine Luiza atrai fundos ‘tech’ para sua base acionária

Com a oferta, base acionária começa, aos poucos, a refletir a companhia que a família Trajano projetou: uma empresa de tecnologia

Estadão Conteúdo
13 de novembro de 2019
15:15 - atualizado às 9:35
Magazine Luiza Totvs
Imagem: Shutterstock

O Magazine Luiza colocou em seu caixa cerca de R$ 4,3 bilhões após concluir sua oferta subsequente (follow on), alcançando alta demanda no mercado. Mesmo que ainda de forma tênue, sua base acionária começa, aos poucos, a refletir a companhia que a família Trajano projetou: uma empresa de tecnologia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A administração do Magalu foi para o exterior para as reuniões com investidores, o chamado roadshow, com o objetivo de atrair fundos dedicados ao setor de "tech" - e conseguiu trazer alguns. Uma das paradas foi São Francisco, nos Estados Unidos, coração da revolução tecnológica mundial. Uma das gestoras internacionais que ingressou na oferta foi T.Rowe, que investe em empresas como o Mercado Livre. Alguns fundos dessa gestora compraram ações, incluindo um dedicado a ações de tecnologia.

No total, a oferta chegou a R$ 4,7 bilhões, considerando uma oferta secundária de R$ 430 milhões com a venda de ações detidas pela família Trajano.

Da demanda pela oferta, 60% veio dos estrangeiros, mas na hora na alocação a equação se inverteu: os locais ficaram com 60% e o restante foi alocado com os gringos. Essa é a maior oferta de ações de uma empresa privada em 2019, ficando para trás apenas das ofertas do IRB Brasil Re, BR Distribuidora e Petrobrás.

Agora, com bilhões no caixa, a companhia está preparada para fazer frente a novos investimentos e empreitadas. Um dos focos será a entrega de serviços, no mote "Magalu as a service". A área tem sido prioridade da empresa e a aproxima do que é feito pela gigante americana Amazon, que tem apertado os passos em direção ao Brasil e aumentado cada vez mais sua presença. Sem se incomodar, o Magalu pretende aumentar o leque de serviços oferecidos aos varejistas de seu marketplace, shopping virtual que reúne outros lojistas, como antecipação de recursos a receber e logística.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O Magazine Luiza quer se consolidar como plataforma de consumo, seguindo os passos de Amazon e Alibaba. Oferecer o 'Magalu as a service' vem de uma proposta de diversificação de portfólio. É tudo parte do novo mindset do varejo", explica o sócio-diretor da consultoria GS&, Caio Camargo.

Leia Também

No fato relevante divulgado ao mercado sobre a oferta pública, o Magalu informou que o dinheiro captado teria uma longa lista de propósitos. Dentre elas, a expansão da plataforma de marketplace, abertura de novas lojas e, ainda, aquisições.

Segundo analistas da Eleven Financial, a capitalização do Magalu para continuar seus investimentos em logística e atendimento deve continuar colocando a empresa como um diferencial no setor. "Acreditamos que a expansão de lojas e crescimento consistente de vendas em todos os canais, mais expressivo no marketplace que ainda está em estágio inicial, deve sustentar o posicionamento forte do Magazine Luiza", segundo relatório enviado a clientes, assinado pelos analistas Giovana Scottini e Eric Huang.

Para Camargo, da GS&, a grande vantagem do Magazine em relação aos seus concorrentes é ter entrado na onda de tecnologia mais cedo que os demais. "Eles não são os únicos fazendo isso. Outros varejistas estão atirando para todos os lados", ressaltou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

High tech

No final do ano, com o reforço da Netshoes, aquisição feita neste ano, o Magalu deverá ter mais receita com suas vendas no e-commerce do que com suas lojas físicas, feito que aqui no Brasil é novidade entre as varejistas tradicionais. É isso o que já começou a sinalizar o último resultado da varejista.

No fim de setembro, o marketplace do Magalu cresceu 300%, passando a responder por 26% do e-commerce total da empresa. Já as vendas online cresceram 96%, atingindo R$ 3,3 bilhões - 48% das vendas totais. A indicação é que, com os novos investimentos e com os ganhos adicionais de sinergias com a Netshoes, essa fatia até o fim do ano superará os 50%.

"Na divulgação do resultado do último trimestre vimos que o resultado cheio de Netshoes contribuiu para o fortalecimento do e-commerce e ampliação do sortimento que tem se mostrado essencial para o aumento do fluxo de clientes nas plataformas online", afirmou a Eleven, no relatório.

Com a oferta, primordialmente primária, o Magalu galgou mais uma posição no ranking de valor de mercado das empresas listadas da B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a demanda da oferta foi colocado parcialmente o lote adicional e vendidas no total, somando o lote principal, 100 milhões de novas ações.

A família Trajano, por sua vez, vendeu 10 milhões de ações se aproveitando do apetite do mercado e embolsou R$ 430 milhões. A família, conforme o fato relevante sobre a oferta, poderia ter vendido até 20 milhões de ações na oferta, mas decidiu monetizar apenas a metade desse volume.

A oferta foi coordenada pelos bancos Itaú BBA, BTG Pactual, Bank of America Merrill Lynch, Banco JPMorgan, BB Investimentos, Bradesco BBI, Banco Morgan Stanley e Santander Brasil. Procurado, o Magazine Luiza não comentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar