O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Número é 178% maior que o mesmo período do ano passado, quando a empresa registro um lucro de R$ 484 milhões

A Eletrobras fechou o primeiro trimestre de 2019 com um lucro líquido de R$ 1,347 bilhão, 178% maior que o de R$ 484 milhões no mesmo período do ano anterior.
O resultado com operações continuadas foi de R$ 1,570 bilhão, queda de 34% ante o primeiro trimestre de 2018, e com as descontinuadas, ou seja, as distribuidoras, houve um prejuízo líquido de R$ 223 milhões.
O prejuízo de R$ 1,176 bilhão da Amazonas D foi compensado parcialmente pelo lucro de R$ 94 milhões da Ceal e o resultado da venda da elétrica de Alagoas de R$ 859 milhões.
Ainda sobre os ativos da holding, a Eletrobras explica que no período obteve ganhos com a venda pela Chesf de sociedades de propósito específico dos Complexos Eólicos Senta Sé I, II e III no valor de R$ 183 milhões;
Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), registrou aumento de 15%, para R$ 2,937 bilhões. No critério pro-forma, teve queda de 6%, para R$ 3,073 bilhões, devido principalmente ao menor resultado de participações societárias.
O dado pro-forma exclui ajustes de mudança de metodologia pelo IFRS 15 na contabilização do Proinfa; além do Plano de Aposentadoria Extraordinário (PAE), Plano de Demissão consensual (PDC), despesas com investigação independente, impairment, pagamento retroativo a Enel por TUSD Eletronuclear, provisões para contingência e para perdas em investimentos, entre outros.
Leia Também
O impacto no resultado do primeiro trimestre referente a provisão para o Plano de Demissão Consensual em 2019 foi de R$ 170 milhões. Já as provisões para contingências somaram R$ 293 milhões, a maior parte, de R$ 220 milhões referente a empréstimo compulsório. Também no trimestre ocorreu reversão de contrato oneroso de R$ 95 milhões.
A receita líquida cresceu 6%, para R$ 6,452 bilhões, influenciada pela Rede Básica do Sistema Existente (RBSE) de R$ 1,1 bilhão, conforme comentário da administração.
A energia vendida (geração) apresentou aumento de 1,2%, para 17,2 terawatt-hora (Twh).
Por fim, o resultado financeiro consolidado foi uma despesa de R$ 322 milhões, ante cifra positiva de R$ 1,023 bilhão no primeiro trimestre de 2018.
Entra ou não entra?
O QUE QUASE NINGUÉM VIU?
VAI E VEM DOS SPREADS
HIPOCRISIA?
TROCA DE CEO
ENTREVISTA AO ESTADÃO
COMPRAR OU VENDER?
DO CAMPO AO BALANÇO
NÃO PARA NA LAVOURA
DESTAQUES DA BOLSA
COMPETIÇÃO ACIRRADA
Conteúdo BTG Pactual
VEJA ONDE APOSTAR
PASSO A PASSO
AUMENTO DE CAPITAL
PREPAREM O BOLSO
CISÃO OU CIZÂNIA?
ESCAPOU DO JUÍZO FINAL?
FUTURO INCERTO
DEIXAR O PASSADO PARA TRÁS