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Outubro mal começou e a bolsa já está no vermelho. Tudo parecia correr muito bem em setembro, mas os senadores atrapalharam. E os sinais lá de fora também não ajudaram muito. Resultado: o Ibovespa já acumula queda de 3,55% neste mês. Faz parte…
Agora você pode estar pensando uma dessas coisas:
Longe de mim dizer para você o que fazer. Só você sabe da sua vida e pode decidir o destino do seu dinheiro. Mas, se por acaso estiver considerando comprar ações na bolsa, eu posso sugerir um conteúdo que deve te ajudar a escolher boas opções.
A repórter Jasmine Olga procurou 12 corretoras e perguntou para elas quais são suas principais apostas para o mês de outubro na bolsa. Cada uma delas indicou suas 3 ações preferidas de suas carteiras recomendadas (que geralmente têm 10 papéis).
O resultado é impressionante: uma lista de 29 ações com potencial de ganhos na bolsa, na avaliação das corretoras. Veja aqui a lista completa.
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O mercado financeiro parece estar se dando conta do impacto da guerra comercial e começa a olhar com maior preocupação para os indicadores econômicos dos Estados Unidos.
Após a indústria do país cair ao nível mais baixo desde a última recessão e a geração de vagas no setor privado reforçar os sinais de desaceleração, os investidores elevam a cautela hoje, à espera do payroll amanhã.
Além de aguardar o indicador, os mercados seguem atentos à décima terceira rodada de negociações entre os americanos e os chineses, que deve acontecer no fim da semana que vem. Por aqui, a Previdência é outro fator para a cautela.
Por ora, a ausência de maiores novidades castiga os mercados internacionais. Na Ásia, Tóquio recuou 2%, mas Hong Kong subiu. Já na Europa, as praças tentam acompanhar a recuperação ensaiada nesta manhã em Nova York.
Ontem, em meio ao pessimismo no exterior e os ruídos de Brasília, o Ibovespa desabou 2,90%, aos 101.031,44 pontos. O dólar fechou em queda de 0,68%, a R$ 4,1337. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Após desidratar a reforma da Previdência e reduzir para R$ 800 bilhões a economia esperada com o projeto, o Senado aprovou ontem à noite o texto em primeiro turno. Agora, os parlamentares partem para a discussão em segundo turno - na qual o ministro da Economia, Paulo Guedes, já está de olho. Segundo reportagem do Estadão, a ordem do ministro é compensar “cada bilhão perdido” até agora. Mas o caminho pode não ser fácil: insatisfeitos com a divisão de recursos do megaleilão do pré-sal, há senadores ameaçando travar a votação prevista para o dia 10 desse mês.
A quebra de expectativa sobre a economia do início do ano para cá pode ter trazido algumas dúvidas sobre a capacidade das empresas de apresentar resultados fortes em 2019. Mas, ao que tudo indica, foi um bom ano afinal. Os analistas do BTG se debruçaram sobre companhias que atuam no mercado doméstico e constataram que elas devem lucrar mais que o dobro do que em 2018 - mais especificamente 138%. Em relatório, os especialistas destacaram o desempenho dos bancos e chamaram a atenção para um ramo que está mais atento do que nunca ao que acontece do outro lado do planeta.
Indicadores
- IHS Markit divulga PMI de Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e zona do euro de setembro
- Zona do euro publica seus resultados do comércio de agosto
- Estados Unidos publicam dados semanais de emprego e resultado do setor de serviços em setembro
- Argentina divulga resultados de sua indústria no mês de agosto
- CNC divulga pesquisa de endividamento e inadimplência do Consumidor (Peic) de setembro
Mercados
- Bolsas chinesas e sul-coreanas fechadas por feriado local
Bancos Centrais
- BC faz leilão de até US$ 525 milhões em contratos de swap cambial reverso
- BC faz leilão de swap cambial tradicional em montante equivalente ao que não for vendido do total de US$ 580 milhões no leilão à vista de dólares
- BC oferta até R$ 3 bilhões em operações compromissadas de 6 meses
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O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
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“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
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