O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No início do mês, o banco alemão anunciou um plano de reestruturação; por volta das 9h (horário de Brasília), as ações da instituição em Frankfurt eram negociadas a € 6,90, numa baixa de 3,16%
Uma das maiores instituições financeiras do mundo, o Deutsche Bank registrou prejuízo líquido de 3,15 bilhões de euros no segundo trimestre. O número é ainda pior do que o previsto pelo banco alemão, de 2,8 bilhões. No mesmo período do ano passado, a instituição havia registrado um lucro de 401 milhões de euros.
O mercado reage mal aos números do Deutsche Bank. Por volta das 9h (horário de Brasília), as ações do banco na Bolsa de Valores de Frankfurt eram negociadas a € 6,90, numa baixa de 3,16%.
A instituição já havia divulgado seus resultados preliminares no início do mês, quando anunciou um plano de reestruturação prevendo troca de comando, cortes de custos, demissões e mudanças na estratégia de negócios.
Na prática, as mudanças significam que o Deutsche Bank tentará ser um banco menor. O banco cresceu muito no passado com a sua divisão de investimentos, que operou com ativos de riscos, como os derivativos, e agora dá um passo atrás.
O Deutsche Bank ainda sofre as consequências da crise de 2008. A instituição, nos últimos anos, assumiu riscos demais e até se envolveu em escândalos como manipulação de taxas de juros e lavagem financeira que mancharam a sua reputação.
Segundo os dados divulgados pelo Deutsche Bank nesta quarta-feira, 24, a perda atribuível aos acionistas foi de 3,19 bilhões de euros. Excluindo os custos de 3,4 bilhões de euros da reestruturação do banco, o Deutsche registrou lucro líquido de 231 milhões de euros entre abril e junho.
Leia Também
O banco ainda espera que haja uma queda nas receitas neste ano em relação a 2018, o que se deveria, principalmente, a decisão de sair substancialmente de todos as vendas de ações e operações de trading.
No segundo trimestre, a receita do banco caiu 6% na comparação com o período entre abril e junho de 2018, para 6,20 bilhões de euros.
*Com Estadão Conteúdo
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas