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Budweiser APAC terminou o pregão com uma valorização de 4,4%, a 28,20 dólares de Hong Kong; oferta de ações da companhia, na semana passada, foi a segunda maior do mundo no ano
A gigante cervejeira Anheuser-Busch InBev (AB InBev), dona da brasileira Ambev, estreou na bolsa de Hong Kong nesta segunda-feira, 30, com uma valorização de 4,4% de suas ações.
A ação da Budweiser APAC (como é chamada a subsidiária asiática) fechou pregão em 28,20 dólares de Hong Kong (o equivalente a US$ 3,60), disse a CNN. Acompanhe nossa cobertura de mercados.
O papel da subsidiária havia sido precificado em 27 dólares de Hong Kong, na semana passada, numa oferta de 1.262.350.000 de ativos.
Foi a segunda maior oferta de ações lançada neste ano no mundo, ficando atrás apenas do IPO da Uber, na NYSE, que levantou US$ 8,1 bilhões em maio.
Desde 2016 a companhia belga acumula um débito de US$ 102,5 bilhões, fruto da aquisição de sua rival direta, a SABMiller.
A Budweiser Brewing Company é um braço importante do negócio da empresa. Hoje, a subsidiária asiática atua na China, Austrália, Coréia do Sul, India e Vietnam, produzindo e comercializando marcas mundialmente famosas como Budweiser, Stella Artois, Corona, Howegaarden e mais 50 outros nomes.
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Hoje, o mercado chinês de cerveja é um dos que mais crescem e, embora ainda seja dominado por marcas locais populares, apresenta também um crescimento do segmento de cervejas premium.
Em 2018, a filial asiática da AB InBev registrou um lucro de US$ 1,4 bilhões. A expectativa é que o segmento tenha um crescimento de até 21% nos próximos quatro anos.
Em maio, a AB InBev entrou com um pedido de abertura de capital na bolsa de Hong Kong. A oferta inicial estava prevista para ocorrer em julho.
Mas, devido ao baixo interesse dos investidores, a gigante do mundo cervejeiro cancelou a sua tentativa de IPO junho. A ideia inicial era muito mais ambiciosa e tinha como objetivo arrecadar no mínimo US$ 10 bilhões.
A empresa voltou a demonstrar interesse na abertura de capital de sua filial asiática após realizar a venda de sua subsidiária australiana ao grupo japonês Asahi Holdings, pelo valor de US$ 11,3 bilhões.
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