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Eu já contei por aqui que fiquei fascinada quando descobri o Tesouro Direto, essa joia que os bancos escondiam dos clientes na prateleira. Me empolguei tanto que fiz o que muito investidor iniciante faz: tirei todo o meu dinheiro da poupança (ok, eram só uns trocados) e comprei títulos públicos.
Lá pelo início de 2008 comprei alguns prefixados achando que fosse a coisa mais segura do mundo. Só que a taxa de juros deu uma arrancada no fim daquele ano, em meio à crise do subprime nos EUA. E eu precisei do dinheiro antes do vencimento. Resumo da ópera: tive que sacar com deságio.
Foi deste jeito amargo que conheci a tal da “marcação a mercado” e aprendi uma grande lição sobre finanças: a renda fixa varia.

Isso aconteceu recentemente com outro produto da moda. Estou falando das debêntures incentivadas, os títulos de crédito privado feitos para financiar, por exemplo, projetos de infraestrutura ou energia. Vimos neste ano uma grande demanda por esses papéis e pelos fundos que investem neles, que têm entre seus atrativos a isenção de imposto de renda.
Quem embarcou nessa onda pode ter levado um susto ao checar seu extrato. É que o mercado passou por uma virada de ciclo e descontou no preço dos papéis. O Eduardo Campos explica o que está rolando nesta reportagem. Vale muito a pena você ler!
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Calma lá, as variações da renda fixa não servem apenas para perder dinheiro. Pelo contrário: você pode ganhar uma bolada com elas. Quer um exemplo? No ranking de melhores aplicações financeiras de outubro o melhor investimento foi um título de renda fixa. Confira a lista de melhores e piores nesta reportagem da Julia Wiltgen.
O mês começa com a divulgação de dados importantes sobre a atividade econômica no Brasil e nos Estados Unidos. Com a proximidade do fim de ano, os números devem calibrar as apostas de juros para 2020.
Em relação à temporada de balanços no Brasil, os investidores têm apenas os números da Suzano para digerir, entre os destaques. A companhia reportou um prejuízo de R$ 3,4 bilhões do terceiro trimestre deste ano - acima da projeção de analistas.
Lá fora, as incertezas em torno da assinatura do acordo comercial entre EUA e China devem trazer alguma cautela aos mercados hoje. Mesmo assim, a maior parte das bolsas asiáticas ficaram no azul, assim como os índices futuros em Nova York.
Ontem, o Ibovespa fechou o dia com baixa de 1,10%, aos 107.219,83 pontos. O dólar encerrou em alta de 0,55%, a R$ 4,0092. Consulte a Bula do Mercado para saber o que deve mexer com bolsa e dólar hoje.

Se você investe na bolsa já deve saber que é sempre bom ficar de olho no que acontece no exterior. Afinal, o mercado financeiro é totalmente interligado e qualquer coisa que acontece lá fora pode respingar no nosso quintal. Para você não ficar perdido enquanto tenta acompanhar o noticiário econômico internacional, a Julia Wiltgen te explica tudo sobre os principais índices das bolsas gringas. É um vídeo imperdível!
Depois de muito cortejar as suas rivais, a Fiat Chrysler parece finalmente ter encontrado o seu par perfeito. A companhia fechou um acordo de fusão com a fabricante da Peugeot, o grupo PSA. Quando concretizado, o negócio criará a quarta maior montadora do mundo. Saiba mais.
Um dos nomes de maior projeção nacional no partido Novo, Ricardo Salles foi suspenso temporariamente da sigla. À frente da pasta do Meio Ambiente do governo Bolsonaro, o ministro tem sido alvo de críticas por parte dos filiados por causa da sua atuação diante da crise do desmatamento e das ações de monitoramento e retirada do óleo encontrado nas praias do Nordeste. Entenda o que está em jogo.
Indicadores
- Estados Unidos publicam taxa de desemprego em outubro
- IHS Markit divulga PMIs de Reino Unido e Estados Unidos de outubro
- FGV divulga sondagem empresarial de outubro
- FGV divulga IPC-S de outubro
- IBGE: Produção industrial de setembro
- CNI divulga indicadores industriais
- Ministério da Economia divulga balança comercial de outubro
Banco Centrais
- Christine Lagarde assume a presidência do BCE
- BC faz leilão de até US$ 600 milhões em contratos de swap cambial reverso
- BC faz leilão de venda à vista de até US$ 600 milhões
- BC faz leilão de swap cambial tradicional em montante equivalente ao que não for vendido no leilão à vista
- BC oferta até R$ 3 bilhões em títulos públicos em operação compromissada de três meses
Balanços do 3º trimestre
- No exterior: Chevron e ExxonMobil
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
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A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
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Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
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