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Fabricante brasileira está em conversas com a sueca Saab para tocar o projeto da aeronave que está sendo desenvolvido pelas duas companhias
A Embraer e a sueca Saab já estão conversando com potenciais clientes para a venda do caça Gripen brasileiro, projeto da aeronave sueca que está sendo desenvolvido pelas duas companhias. Até 2021, a Força Aérea Brasileira (FAB) receberá o primeiro dos 36 caças encomendados às duas parceiras, construído na Suécia, e a partir de 2024 começam a ser entregues os produzidos no Brasil.
"A parceria já prevê isso, essa colaboração e participação em campanhas comerciais entre os países, mas não comentamos oportunidade de negócios, só posso dizer que temos conversado com potenciais clientes (para o Gripen)", disse o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, ressaltando que todos os prazos acordados com a FAB serão cumpridos. "Está tudo dentro do cronograma", informou.
Ele confirmou porém que já está "em conversas adiantadas" para a venda de outro produto da Embraer, o avião cargueiro KC-390 para Portugal, o mesmo encomendado pela FAB e que começa a ser entregue este ano. A previsão é de que dos 36 aviões encomendados pela FAB, dois sejam entregues em 2019.
Questionado se o governo de Jair Bolsonaro pode impulsionar mais as vendas dos caças, já que é mais próximo do segmento militar do que os presidentes de governos passados, Schneider se disse otimista, mas que não aguarda grandes mudanças. "Entendo que independente de qualquer governo a indústria militar está sempre precisando de equipamentos, principalmente um País do tamanho do Brasil", avaliou.
A parceria entre a Embraer e a Saab para o programa Gripen começou em 2013, após as duas companhias vencerem a concorrência para a substituição da frota de caças da FAB. Agora, em uma fábrica construída em Gavião Peixoto, interior de São Paulo, as duas empresas já falam em legado e continuidade da parceria.
"Não estamos construindo o Gripen brasileiro somente para o Brasil. A Embraer sempre será nosso parceiro e é vital para o futuro", disse Jonas Hjelm, vice-presidente sênior e principal executivo da Saab Aeronáutica. "Existe um espaço potencial para a participação das duas empresas no cenário global", completou.
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O "Gripen brasileiro" é um projeto de dois lugares (biposto) para um modelo novo do Gripen que só tinha um lugar (monoposto). O caça está sendo desenvolvido meio a meio pelas duas empresas, segundo Hjelm. Da encomenda da FAB, 28 caças terão lugar para um piloto e 8 para dois pilotos.
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