Chinesa State Grid pode avaliar Eletrobras e garante presença em leilão de transmissão
Presidente da empresa ressaltou que todas as informações que possui sobre a venda da Eletrobras vem da imprensa e que a questão do modelo de venda ainda terá que ser debatida no Congresso

A falta de clareza sobre a privatização da Eletrobras impede a chinesa State Grid de avaliar se pretende participar de uma eventual privatização da estatal, afirmou nesta quinta-feira (17) o presidente da empresa no Brasil, Chang Zhonjiao. Ele não descartou, porém, avaliar a oferta do governo quando for concretizada.
Por volta das 14h40 desta quinta, as ações ordinárias da Eletrobras (ELET3) eram negociadas a R$ 36,22, numa baixa de 0,41%. Acompanhe nossa cobertura de mercados.
Zhonjiao, da State Grid, confirmou que a estatal asiática estará no leilão de linhas de transmissão, em dezembro, setor que concentra os investimentos da companhia que está no Brasil há 10 anos.
"Temos interesse em aquisições se tiverem em conformidade com os planos do grupo, não temos muitos detalhes, mas se for em conformidade com o nosso plano de expansão, por que não?", disse Zhonjiao referindo-se a possível privatização da Eletrobras, prevista para 2020.
O executivo participou nesta quinta-feira de cerimônia do lançamento do primeiro relatório de sustentabilidade editado pela State Grid fora da China.
Ele ressaltou que todas as informações que possui sobre a venda da Eletrobras vem da imprensa e que a questão do modelo de venda ainda terá que ser debatida no Congresso Nacional. "O Congresso ainda está discutindo qual modelo será, não há detalhes, então continuo dizendo que não existe ideal pra gente, um modelo único que aceitamos, precisamos de detalhe para começar a pensar", explicou.
Leia Também
Adeus, CSN Cimentos? Novo CEO da CSN (CSNA3) prepara venda de ativos bilionários, diz jornal
Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?
Investimentos
Desde 2010, a State Grid já investiu US$ 12,4 bilhões no Brasil, 60% de todos os investimentos feitos no mundo. Esta semana, entrou em operação o maior projeto brasileiro da companhia, o segundo bipolo da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, onde foram investidos R$ 8,7 bilhões para trazer energia no norte do País até o Rio de Janeiro, no município de Paracambi.
O "linhão de Belo Monte" tem 2.539 quilômetros e atravessa os Estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com capacidade para transmitir 4 mil megawatts.
"Este é maior projeto de linha de transmissão de alta tensão do mundo", disse Zhonjiao, comemorando a entrada oficial da operação esta semana depois da liberação do Operador Nacional do Sistema (ONS).
A empresa conseguiu antecipar o projeto da segunda linha de transmissão de Belo Monte em cinco meses e considerou o processo de licenciamento "razoavelmente tranquilo".
Para a construção da linha foi necessário desviar de aldeias indígenas e quilombolas, comunidades onde a empresa também desenvolve projetos econômico-sociais.
*Com Estadão Conteúdo
GORDURA NO CAPITAL?
Méliuz (CASH3) diz que tem capital demais e quer ‘cortar’ R$ 160 milhões da própria conta; entenda
4 de setembro de 2026 - 16:37Conteúdo BTG Pactual
Em busca do próximo milionário: A maior competição de trading do país encerra as inscrições em 6 de setembro; veja como se inscrever
4 de setembro de 2026 - 16:00TOUROS E URSOS #286
Casas Bahia, Habib’s e mais: por que tantas empresas no Brasil estão quebrando?
4 de setembro de 2026 - 15:33MUDANÇAS EM BRASÍLIA
IRB (IRBR3): essa mudança de lei pode colocar mais de 20% de valorização no bolso de quem tem a ação; entenda
4 de setembro de 2026 - 11:02NOVA PROVA DE FOGO?
Sabesp (SBSP3) decepcionou no 2T26, mas ação ainda pode subir 40%; XP revela o que falta para destravar a alta
4 de setembro de 2026 - 10:30EXPANSÃO INTERNACIONAL
Revolut bate à porta de Wall Street: fintech recebe aval para virar banco nos EUA até 2027
3 de setembro de 2026 - 16:24DA ÁGUA PARA O VINHO
Duplo twist carpado: BofA dá ‘duplo upgrade’ em Magazine Luiza (MGLU3) após disparada da ação e acordo com Mercado Livre
3 de setembro de 2026 - 15:25MAIS UMA LIQUIDAÇÃO
Adeus, Trustee: BC liquida distribuidora ligada ao caso Banco Master; Banvox também entra na lista
3 de setembro de 2026 - 12:42SD ENTREVISTA
Wiz Co (WIZC3) quer transformar a carta de consórcio em passaporte para um mercado de R$ 500 bilhões
3 de setembro de 2026 - 12:33LIDERANÇA DE DÉCADAS
Após 24 anos, Steinbruch deixa cargo de CEO da CSN (CSNA3) e outro peso-pesado assume; ação dispara no Ibovespa
3 de setembro de 2026 - 9:08CEDO PARA COMEMORAR?
Banco do Brasil (BBAS3): por que nem a melhora do agro convence a XP a investir na ação?
2 de setembro de 2026 - 15:08BOM PRA CACHORRO
Petz Cobasi (AUAU3) mostra os dentes — veja por que Itaú BBA vê potencial de alta de 32% para a ação
2 de setembro de 2026 - 13:20DOIS 'TIMES' PARA AS ELEIÇÕES
Lula x Flávio Bolsonaro: Citi revela as ações favoritas de bancos se Lula vencer — e onde aposta se Flávio levar
2 de setembro de 2026 - 11:22HISTÓRIA DE UM CASAMENTO
O divórcio saiu: Azzas 2154 (AZZA3) será dividida entre Arezzo&Co e Soma — e Farm fica em ‘guarda compartilhada’
2 de setembro de 2026 - 10:19PARCERIA ESTRATÉGICA
Rede D’Or (RDOR3) e Bradsaúde (SAUD3) desembarcam em Minas Gerais com negócio de R$ 130 milhões pelo Biocor
2 de setembro de 2026 - 10:19NÃO PODE CONTRA, JUNTE-SE
Magazine Luiza (MGLU3) se junta ao Mercado Livre (MELI34) para recuperar vendas online — mas Fred Trajano tem outra aposta para o longo prazo
2 de setembro de 2026 - 9:32SE NÃO MINÉRIO, QUEM VAI FAZER VOCÊ FELIZ?
O novo motor de crescimento da Vale (VALE3): por que a aposta em metais de transição é tão importante para a mineradora?
2 de setembro de 2026 - 6:01SD EXPLICA
A Braskem (BRKM5) quebrou? Entenda a crise na petroquímica e saiba se Petrobras (PETR4) pode pagar a conta
1 de setembro de 2026 - 17:30FICOU BARATA?
Safra volta a recomendar Bradsaúde (SAUD3) após tombo na bolsa. Por que o banco vê espaço para alta de mais de 35%?
1 de setembro de 2026 - 15:02O QUE MUDA AGORA