O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) tem alta de 1,15% em 2018, pouco acima do 0,93% de 2017
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) fechou 2018 com um crescimento de 1,15%, após avanço de 0,21% em dezembro, resultado acima do esperado pelo mercado. Ainda assim, o número não empolga e deve dar mais subsídios ao debate que assistimos em parte do mercado e da academia sobre o espaço para novas reduções da Selic.
O BC mantém a avaliação de que a recuperação acontece de forma gradual e defende sua atuação na condução da política monetária afirmando que uma aceleração no ritmo de crescimento da atividade depende da redução das incertezas com relação à aprovação e implementação das reformas, notadamente no lado fiscal.
Em entrevista ao “Estadão”, o presidente, Ilan Goldfajn, voltou a defender seu ponto, afirmando que novas reduções da Selic exigem cautela.
Em sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 6,5% ao ano e afirmou que os riscos de alta para inflação são maiores do que os vetores de baixa advindos desse fraco ritmo de recuperação da atividade. Esse é o tal “balanço de riscos assimétrico”.
Com o resultado divulgado hoje, o IBC-Br registra o segundo ano de variação positiva, após três anos de contração, mas o 1,15% de 2018 marca uma reocupação bastante “gradual” em comparação com a alta de 0,93% de 2017.
Essa falta de reação mais consistente da atividade aliada à inflação comportada e projeções em linha com as metas têm fomentado um debate sobre o espaço para novas reduções da Selic. Em outros termos, a política monetária poderia estar mais estimulativa, com juro real, que está na casa dos 2,3%, ainda menor.
Leia Também
Esse debate começou no fim do ano passado e participamos dele aqui. Em janeiro, novos atores entrar na discussão e falamos disso na semana passada. Nesta semana, mais especialistas foram defender seu ponto no “Blog do Ibre” da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Desde o fim do ano passado, o BC tem advogado que: “a melhor forma de manter a trajetória da inflação em direção às metas é atuar com cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis”.
E pelo o que Ilan disse ao “Estadão”, o indicado a tomar seu lugar no comando da instituição, Roberto Campos Neto, está “alinhado” com a atual gestão na condução da taxa básica de juros.
No dia 26 poderemos ter uma ideia melhor de como Campos Neto encara a política monetária, pois foi agendada sua sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Outras pistas podem vir em seu discurso de posse, ainda sem data definida, mas saberemos qual será seu estilo, de fato, na reunião do Copom dos dias 19 e 20 de março. Pouco depois dessa reunião, no dia 28 de março, Campos Neto dá entrevista coletiva na divulgação do Relatório de Inflação.
Até lá, devemos assistir a novos bons embates sobre se o BC poderia ou não ter dado mais contribuição à retomada da atividade. O ponto positivo, é que a agenda de reformas começou a andar, com o governo fechando o texto principal da reforma da Previdência (detalhes apenas no dia 20), e se a Selic não cai, também não sobe. Juro a 6,5% por longo período, continua sendo uma boa notícia para os ativos de risco, como bolsa de valores, setor imobiliário e fundos imobiliários.
Mesmo conhecido como PIB do BC, o IBC-Br tem metodologia de cálculo diferente das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em box no Relatório de Inflação (RI), o BC explicou que IBC-Br e PIB são indicadores agregados de atividade econômica com trajetórias similares no médio prazo. Mas há características que os diferenciam tanto do ponto de vista conceitual quanto metodológico.
O IBC-Br, de frequência mensal, permite acompanhamento mais tempestivo do comportamento da atividade econômica, enquanto o PIB, de frequência trimestral, descreve quadro mais abrangente da economia. Além disso, o BC alerta que o processo de dessazonalização pode ampliar diferenças pontuais entre os dois indicadores, o que demanda cautela em comparações nos horizontes mais curtos. No entanto, essas diferenças tendem a se compensar ao longo do tempo, favorecendo as comparações em horizontes mais longos, como o anual.
O PIB, calculado pelo IBGE, está previsto para o fim de fevereiro. O BC trabalha com um crescimento de 1,3% para 2018, avançando para 2,4% agora em 2019.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 5 de maio. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar quase R$ 40 milhões hoje.
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O valor cobrado é considerado o maior imposto sobre herança já pago na história da Coreia do Sul; herdeiros da Samsung consideram que “pagar impostos é um dever natural dos cidadãos”
Iniciativa do Desenrola Fies é reduzir a inadimplência e ajudar na regularização financeira dos participantes
Entre tensão no Oriente Médio e expectativa de cortes de juros, especialistas indicam como equilibrar risco e proteção; confira a última edição do programa Onde Investir
Falha pode apagar informações essenciais ao dirigir; confira os modelos da Volkswagen afetados e como resolver o problema gratuitamente
Para brasileiros com mais de 18 anos, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O Comitê de Política Monetária avaliou que o balanço de riscos para a inflação segue mais elevado do que o usual, refletindo principalmente as incertezas em torno dos conflitos no Oriente Médio
Com o avanço dos crimes cibernéticos, é importante entender o efeito de uma senha segura para proteção de dados
Prêmio em jogo na Lotofácil quase triplica depois de acúmulo, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores bem maiores nesta terça-feira (5).