O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Valor considera critério antes da participação minoritária da Smiles; entre os principais fatores que tiveram impacto nos resultados do período, a empresa cita a variação cambial e monetária positiva de R$ 170 milhões
A Gol encerrou o segundo trimestre de 2019 com prejuízo líquido de R$ 120,8 milhões, indicando uma melhora de 93,6% ante o prejuízo de R$ 1,874 bilhão informado um ano antes, no critério antes da participação minoritária da Smiles.
Se considerando o critério depois da participação minoritária, a empresa reportou prejuízo líquido de R$ 194,6 milhões, ante lucro de R$ 1,928 bilhão um ano antes. Analistas ouvidos pela Bloomberg estimavam prejuízo de R$ 3,683 milhões.
Apesar disso, por volta das 11h desta quinta-feira as ações PN (GOLL4) operavam em alta de 1,51%, a R$ 41,59. Nos últimos 12 meses, os papeis da companhia valorizam 222%. Acompanhe nossa cobertura dos mercados de hoje.
Entre os principais fatores que tiveram impacto nos resultados do período, a empresa cita a variação cambial e monetária positiva de R$ 170 milhões, comparada à negativa de R$ 1,7 bilhão um ano antes. Os valores do segundo trimestre de 2018 foram reapresentados de acordo com o IFRS 16, não auditados.
Nos comentários que acompanham o balanço, a aérea ressalta que "apesar das pressões de custo decorrentes do acréscimo de 9,8% no preço do QAV e da desvalorização de 8,8% do real frente ao dólar norte-americano, a Gol registrou EBIT positivo pelo 12º trimestre consecutivo".
O lucro operacional (EBIT), excluindo as despesas não recorrentes, foi de R$ 399,4 milhões, 358,6% superior em comparação ao mesmo período de 2018. A margem operacional do segundo trimestre foi 12,7%, em alta de 9 p.p. em relação ao reportado um ano antes. Em uma base por assento-quilômetro disponível, o EBIT (excluindo as despesas não recorrentes) foi de 3,51 centavos no segundo trimestre, em comparação aos 0,82 centavos reportado em igual período do ano anterior.
Leia Também
O Ebitda (excluindo as despesas não recorrentes) totalizou R$ 814,7 milhões no período, apontando expansão de 110,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 25,9%, 9,5 p.p. superior na comparação entre mesmos trimestres.
O impacto do incremento de 5,58 centavos de real no RASK e aumento de 2,04 centavos de real no CASK ex-depreciação resultou em Ebitda por assento-quilômetro disponível de 7,17 centavos de real no período, com alta de 3,54 centavos de real no comparativo anual.
A receita líquida da Gol registrou expansão de 33,4% no segundo trimestre de 2019 ante o informado um ano antes, somando R$ 3,1 bilhões.
O resultado, segundo a empresa, se deve principalmente ao aumento de receita de passageiros nos mercados doméstico e internacional, e de receitas com franquia e excesso de bagagem na comparação com igual período no ano passado, com incremento dos RPKs em 11,7%.
As receitas com transporte de cargas e outros serviços representaram R$ 182 milhões, redução de 12,4% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A projeção de receita líquida em 2019 é da ordem de R$ 13,5 bilhões.
A aérea diz que as tendências de receita e reservas de passageiros permanecem fortes, e "espera que o RASK do terceiro trimestre de 2019 aumente de 11% a 13%, em comparação com o terceiro trimestre de 2018".
Com relação ao 737 MAX, a Gol estima, com base na mais recente previsão da Boeing, que a aprovação para o retorno da operação da aeronave pelos órgãos reguladores competentes ocorra no quarto trimestre de 2019.
*Com Estadão Conteúdo
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos
Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é
A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional