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2019-08-21T16:30:24-03:00
Estadão Conteúdo
Compras sem sair de casa

E-commerce fatura R$ 26,4 bilhões no 1º semestre, liderado por não-duráveis

Entre os destaques de vendas estão os segmentos de Alimentos e Bebidas e Petshop, que aumentaram 82% e 144% seu volume de negócios em um ano

21 de agosto de 2019
16:30
ecommerce
Imagem: Shutterstock

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 26,4 bilhões no primeiro semestre de 2019, indicando um crescimento de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados do relatório Webshoppers, produzido pela Ebit/Nielsen. Em volume, o número de pedidos cresceu 20% na mesma base de comparação, para 65,2 milhões.

Entre janeiro e junho, as compras nos segmentos de Alimentos e Bebidas e Petshop aumentaram 82% e 144%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. Conforme o relatório, o consumidor nessas áreas compram de forma mais frequente do que a média e são chamados de heavy users. Fazem parte desse grupo, pelo critério da Ebit/Nielsen, consumidores que realizaram mais de três compras nos últimos seis meses.

Do total de consumidores do primeiro semestre, 18,1%, ou 5,3 milhões, realizaram a sua primeira compra online. "Estamos vivendo um momento de novas experiências por estes consumidores. Alguns usando o canal pela primeira vez, numa migração do offline para o online, outros experimentando novas lojas online e mesmo desembolsando em categorias que, até então, não haviam sido exploradas", afirma Ana Szasz, líder da Ebit/Nielsen, em nota.

No relatório, a Ebit Nielsen destaca ainda o crescimento nas vendas e no faturamento do e-commerce (transações comerciais realizadas por dispositivos móveis), também impulsionados por bens de consumo imediato. O faturamento neste segmento cresceu 36%, enquanto o volume de pedidos aumentou 42% nos primeiros seis meses do ano ante igual período do ano anterior.

Para o ano de 2019, a Ebit/Nielsen estima aumento de 12% nas vendas online, para R$ 59,8 bilhões, acréscimo de 18% no número de pedidos, somando 144 milhões, e queda de 4% no tíquete médio, para R$ 415.

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