O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com balanço divulgado pela companhia, o lucro fechou o ano em R$ 1,87 bilhão
Em balanço divulgado nesta terça-feira, 26, o Carrefour Brasil anunciou um lucro líquido aos controladores de R$ 636 milhões no quarto trimestre de 2018. O resultado representa uma alta de 6,7% na comparação com igual período de 2017. Já o lucro aos controladores anual totalizou R$ 1,660 bilhão, crescimento de 3,8%.
No lucro ajustado, os números foram ainda mais positivos: crescimento de 65,9% no 4º trimestre, para R$ 758 milhões. No ano, a alta foi de 48,1%, para R$ 1,879 bilhão.
Já a geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve uma alta no 4º trimestre de 26,6%, e atingiu R$ 1,415 bilhão. No ano, a alta foi de 19%, para R$ 4,183 bilhões.
Segundo a empresa, a margem Ebitda ajustada - que avançou 1,25 p.p, para 9,8%, na comparação trimestral, e +0,76 p.p na comparação anual, para 8,2% - melhorou de forma consistente no ano, apesar dos investimentos nas iniciativas de omnicanal e e-commerce no Carrefour Varejo, a rápida expansão das lojas Atacadão e a deflação em parte do ano.
Em janeiro, o Carrefour Brasil já havia divulgado que suas vendas cresceram 10,2% no quarto trimestre de 2018 ante igual período do ano anterior. A companhia reportou receita bruta de R$ 15,821 bilhões entre outubro e dezembro do ano passado.
O fluxo de caixa livre do Carrefour também cresceu em 2018, passando para R$ 1,3 bilhão, (alta de 18,1%). Segundo o comunicado da empresa, o avanço aconteceu com o grupo ainda mantendo perto da estabilidade os seus investimentos, que recuaram 0,7% no ano, para R$ 1,8 bilhão (excluindo ágio).
Leia Também
Ainda de acordo com o balanço, o fluxo de caixa operacional, antes do capital de giro, no ano passado somou R$ 2,4 bilhões, contra R$ 1,7 bilhão no ano anterior, estimulado pelo crescimento das operações.
Em sua nota para comentar os números da companhia, presidente Noël Prioux ressaltou que o grupo manteve sua liderança no mercado varejista de alimentos do Brasil com um desempenho bastante forte tanto no quarto trimestre como no ano. "O crescimento das vendas foi acelerando de forma consistente ao longo do ano, com contribuições de todos os formatos, levando o lucro líquido ajustado a atingir o seu maior nível", disse.
Ainda conforme o executivo, em 2018, o Grupo também progrediu de em sua estratégia omnicanal, com o Atacadão intensificando seu ritmo de expansão, o Carrefour Varejo avançando na liderança da transição alimentar com melhora da oferta de produtos de qualidade a preços acessíveis e o Carrefour Soluções Financeiras alavancando os serviços financeiros em todas as bandeiras.
"A recente criação do Carrefour eBusiness Brasil representa um passo importante na aceleração da transformação digital e no alcance da meta de nos tornarmos líderes no e-commerce de alimentos no Brasil, em linha o plano transformação Carrefour 2022", acrescentou.
*Com Estadão Conteúdo.
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio
Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26
O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast