Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

De volta aos cofres da União

Caixa deve devolver R$ 3 bi ao governo

Recursos contribuirão para reduzir a dívida pública. A devolução refere-se ao dinheiro recebido pelos bancos durante o governo petista para reforçar seu capital

Estadão Conteúdo
23 de maio de 2019
12:02
Fachada da Caixa Econômica Federal
Imagem: Shutterstock

O governo deve receber na semana que vem R$ 3 bilhões da Caixa Econômica Federal, como devolução de empréstimos feitos durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, apurou o 'Estadão/Broadcast'. O movimento da Caixa será seguido por outros bancos estatais. No total, as remessas ao Tesouro Nacional devem somar R$ 86 bilhões e envolver cinco instituições públicas: Caixa, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil, Banco Nacional do Nordeste (BNB) e Banco da Amazônia (Basa).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa da equipe econômica é receber cerca de R$ 30 bilhões desses bancos somente neste ano. A devolução foi, inclusive, uma orientação do ministro da Economia, Paulo Guedes, ao alto comando dos bancos públicos. Esses recursos devem se somar a cifras que a equipe econômica espera receber do BNDES ainda em 2019. No total, Economia deseja ver a devolução de R$ 126 bilhões.

O dinheiro vem em boa hora, considerando a agenda de ajuste fiscal do governo de Jair Bolsonaro. Os recursos contribuirão para reduzir a dívida pública. A devolução refere-se ao dinheiro recebido pelos bancos durante o governo petista para reforçar seu capital por meio da emissão dos chamados instrumentos híbridos de capital e dívida (IHCD).

A Caixa é a que mais contribuirá: serão R$ 40 bilhões no total. Em seguida, vêm o BNDES, que tem cerca de R$ 36 bilhões desses instrumentos, e o Banco do Brasil, que tem R$ 8 bilhões em IHCD - usados como funding nos anos de 2012 e 2013 para o crédito agrícola. A intenção da instituição é, segundo fonte, fazer uma devolução parcelada desses recursos para não prejudicar seu índice de capital. BNB e Banco da Amazônia têm R$ 1 bilhão a remeter cada um.

Dentro as cinco instituições, a Caixa está mais adiantada, segundo uma fonte. Enviará de pronto R$ 3 bilhões e já se programou para novos envios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A primeira parcela enviada resulta de geração de lucro e economias que a nova gestão tem feito em termos de corte de despesas. O Tesouro, de acordo com fonte da equipe econômica, deu o aval. Falta ainda a bênção do Banco Central, mas técnicos da autarquia já teriam aprovado o movimento.

Leia Também

Estratégia. A ideia do banco público, segundo fonte, é zerar o quanto antes o saldo de R$ 40 bilhões em IHCD. Para isso, a Caixa deve destinar parte dos recursos que levantar com a venda de ativos e abertura de capital das operações de seguros, cartões, loterias e gestão de recursos. Dois desses negócios podem sair no segundo semestre deste ano.

Em paralelo, a Caixa prepara emissão de letras financeiras que pode girar em torno de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões. Tradicional instrumento de captação dos bancos, a Caixa é a única das grandes instituições financeiras que ainda não se utilizou dessa fonte de recursos.

A emissão de letras financeiras servirá como uma moeda de troca em termos de capital, ou seja, ajudará a recompor o índice de Basileia, que mede o quanto um banco pode emprestar sem comprometer o seu capital. Com indicador de quase 20% ao final do ano passado, o banco tem um nível de capital que chega a ser ineficiente em termos de rentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A leitura é que seria possível baixá-lo para 16%, patamar similar ao dos bancos privados. Isso, contudo, não deve ser feito do dia para noite, uma vez que considera efeitos da solvência do setor bancário por parte do Banco Central.

Uma questão que pode pesar na ideia da Caixa de ir a mercado, contudo, é a permanência de uma ressalva no balanço do banco feita pela consultoria PwC, por conta de investigações por suspeitas de corrupção no banco.

No passado, o banco público quis emitir no exterior e recuou exatamente por conta disso. Agora, contudo, como a emissão é no mercado local, o entendimento de especialistas é que seja possível fazer uma emissão a despeito da ressalva.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

É SÓ O COMEÇO

JP Morgan deu veredito de compra para a Natura (NATU3) após alta de quase 50% em 2026. Quanto é possível lucrar agora?

7 de maio de 2026 - 16:06

Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir

TECNOLOGIA NA BOLSA

Nem o medo da IA segurou: Totvs (TOTS3) sobe na bolsa após balanço forte; veja o que dizem os analistas

7 de maio de 2026 - 14:33

Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx

NO SHAPE

Smart Fit (SMFT3) puxa ferro no 1T26: lucro salta 47%, e ações sobem forte na bolsa — veja se ainda dá tempo de entrar

7 de maio de 2026 - 12:14

Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil

COM ENERGIA RENOVADA

Axia (AXIA3) prepara sucessão do CEO Ivan Monteiro; e agora, quais serão os desafios do novo líder da elétrica?

7 de maio de 2026 - 12:03

O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras

REAÇÃO AO RESULTADO

Nem o lucro acima do esperado salva o Bradesco (BBDC4) na bolsa hoje, e ação cai forte na B3. Mercado ainda não comprou a virada?  

7 de maio de 2026 - 11:30

Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas

1T26 À PROVA

“Isso não é piora de risco”, diz CEO do Bradesco (BBDC4) após salto nas provisões do 1T26; desafio agora é convencer o mercado

7 de maio de 2026 - 10:55

Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) segue movendo céus e terra para crescer: no 1T26, vendas devem subir forte, enquanto lucro não acompanha

7 de maio de 2026 - 10:33

Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26

ENTREVISTA EXCLUSIVA

‘30% de ROE é atingível’: CFO do Inter afirma estar ‘mais convencido do que nunca’ no plano 60-30-30 — mas relógio da rentabilidade segue correndo

7 de maio de 2026 - 8:07

Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027

QUAL O FOCO AGORA

“2026 ainda é um ano muito incerto”, diz CFO da Espaçolaser; veja como foi o resultado no 1T26, e como empresa trará retorno ao acionista

6 de maio de 2026 - 20:47

“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro

SD ENTREVISTA

Nem o “trimestre mais fraco” segurou a Mater Dei (MATD3): lucro salta quase 80% no 1T26 e CEO aposta em virada das ações

6 de maio de 2026 - 20:07

Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço

BALANÇO 1T26

Ânima (ANIM3) sente as dores e delícias das novas regras do EaD, mas CEO crava: ‘mais positivo do que negativo’; veja destaques do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:10

A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período

BALANÇO

Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro recorde de R$ 156 milhões e VGV sobe 255%; CEO revela o motor dos números do 1T26

6 de maio de 2026 - 18:03

Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa

RESULTADO

Bradesco (BBDC4): lucro de R$ 6,8 bilhões no 1T26 mostra que a recuperação está de pé — dá para acelerar?

6 de maio de 2026 - 18:03

Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço

DE VOLTA À VITRINE

O pior ficou para trás? Lucro da C&A (CEAB3) dispara mais de 200% no 1T26, e ação lidera altas do Ibovespa

6 de maio de 2026 - 14:07

Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação

PRÉVIA DOS RESULTADOS

O duelo dos bancos digitais ficou mais difícil: Inter e Nubank encaram novo teste em 2026; veja o que esperar dos balanços do 1T26

6 de maio de 2026 - 13:12

Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?

REAÇÃO AO BALANÇO

O ‘efeito Itaú’: o que fez um bom balanço virar gatilho de queda para as ações ITUB4 no 1T26

6 de maio de 2026 - 12:07

Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado

A FÓRMULA DO ITAÚ

Itaú (ITUB4) dribla inadimplência outra vez — e CEO revela o ‘segredo’ para crescer sem perder a mão no crédito em 2026

6 de maio de 2026 - 11:08

Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

GPA (PCAR3) pode respirar aliviado: varejista aprova renegociação de dívidas, mas há um risco para os acionistas no futuro

6 de maio de 2026 - 9:46

Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro

TERMÔMETRO DO RESULTADO

Bradesco (BBDC4) vira o jogo? Banco entra no 1T26 como a aposta da vez — e analistas revelam se vale a pena comprar as ações

6 de maio de 2026 - 7:22

Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia