🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Semana movimentada nos mercados

Data-chave é quarta-feira, dia de entrega da Previdência dos militares e de decisões de juros do Fed e do Copom

Olivia Bulla
Olivia Bulla
18 de março de 2019
5:27 - atualizado às 9:54
Até lá, investidores aguardam novidades sobre a guerra comercial

Mais uma semana repleta de expectativas no mercado financeiro. A data-chave é quarta-feira, dia de entrega da proposta de reforma da Previdência dos militares ao Congresso e de decisão dos bancos centrais do Brasil (Copom) e dos Estados Unidos (Fed). Até lá, os investidores devem apenas monitorar o cenário, à espera de novidades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, o mercado financeiro segue em busca de sinais de progresso nas negociações entre Estados Unidos e China. Mas o encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping para assinar um acordo deve ser adiado para junho, em meio à demora para solucionar a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

As preocupações com o conflito têm sido o principal vetor da desaceleração econômica global e a falta de detalhes pode despertar ansiedade entre os investidores. Hoje, porém, as bolsas asiáticas fecharam em alta. Xangai subiu quase 2,5% e Hong Kong avançou 1,3%, após Pequim aprovar uma lei que desobriga empresas estrangeiras a compartilhar tecnologia para fazer negócios no país.

No Ocidente, os índices futuros das bolsas de Nova York também estão no positivo, ensaiando um continuidade do tom que prevaleceu na semana passada, quando o índice S&P 500 registrou o melhor desempenho desde novembro. As principais bolsas europeias caminham para uma abertura no azul.

Nos demais mercados, o dólar mede forças em relação às moedas rivais, perdendo terreno para as de países desenvolvidos, como o euro e o iene, e também para algumas relacionadas às commodities, como o dólar australiano. Entre as commodities, o petróleo recua, em meio a relatos de uma reunião entre os principais países produtores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Logo ali

Esse sinal positivo vindo do exterior tende a favorecer o apetite por risco no mercado doméstico, fortalecendo o real e impulsionando a Bolsa brasileira, principalmente se houver o ingresso de recursos estrangeiros. Enquanto o dólar pode tentar furar a barreira de R$ 3,80, os negócios com ações têm uma história particular.

Leia Também

Será que o Ibovespa irá alcançar a marca inédita dos 100 mil pontos e ultrapassar essa barreira psicológica hoje? Na última sexta-feira, o índice cravou nova pontuação recorde, fechando acima dos 99 mil pontos pela primeira vez e ficando apenas uns 900 pontos abaixo do feito histórico.

O empurrãozinho que falta para a Bolsa pode até vir do exterior, mas tudo vai depender de como for o andamento da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados nesta semana. Após os ruídos ao final da semana passada, é grande a expectativa pela proposta de mudança nas regras para aposentadoria dos militares, na quarta-feira.

Os investidores mostraram-se preocupados com os rumores de que o texto entregue à equipe econômica incluiria uma reestruturação da categoria, com aumento dos benefícios, o que representaria um custo extra de R$ 10 bilhões em uma década. Mas evitaram tirar conclusões precipitadas, pois o que vale mesmo é a versão que irá chegar ao Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aliás, relatos na imprensa deram novos fatos sobre a proposta, afirmando que a reforma dos militares não será mais branca que a de civis. O projeto de lei prevê aumento escalonado da idade-limite para a reserva remunerada e desconto da pensão até o limite de 10,5%. Haverá também atualização sobre os dependentes dos não civis.

Se for assim, o projeto dos militares para a Previdência será capaz de destravar os trabalhos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), abrindo espaço para a votação das novas regras para aposentadoria dos setores públicos e privado na primeira semana de abril. Mas, se for mais brando, a proposta pode complicar a tramitação no Congresso.

Quarto Poder

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ofereceu um churrasco aos chefes dos Três Poderes no sábado, na residência oficial. Durante o almoço, estavam reunidos os presidentes Jair Bolsonaro; Dias Toffoli, da Corte Suprema (STF); e Davi Alcolumbre (Senado), além de 15 ministros de Estado - Paulo Guedes (Economia) não estava presente.

Maia pediu um “pacto” e afirmou que era preciso melhorar o diálogo entre os Poderes, serenando os ânimos e transmitindo harmonia, de modo que “todos governem juntos”. Segundo ele, essa relação ajudará na aprovação das reformas, sendo que a da Previdência deve ser votada já em maio na Câmara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A sensação entre os presentes é de que o Bolsonaro embarca “reforçado” para os EUA, na primeira viagem oficial do presidente a um país, acompanhado de Guedes e Sergio Moro (Justiça). Ele se reúne amanhã com Trump e devem assinar acordos em várias áreas. O evento é um dos destaques da semana.

Decisão de BCs em destaque

As decisões dos bancos centrais do Brasil e dos EUA, ambas na quarta-feira, são os destaques da agenda econômica desta semana. De um lado, o mercado espera pistas do novo presidente do BC local, Roberto Campos Neto, sobre como será a condução da taxa Selic durante a nova gestão.

Obviamente, não se espera mudança no rumo do juro básico, que completa um ano no piso histórico de 6,50% neste mês. Da mesma forma, o Federal Reserve deve manter os juros norte-americanos no intervalo entre 2,25% e 2,50%, reiterando a “paciência” no processo de aperto monetário. Com isso, a previsão de mais duas altas neste ano deve cair para uma.

Aliás, o relatório de mercado Focus pode trazer alguma revisão para baixo na estimativa para a Selic até o fim deste ano. Após os dados fracos de atividade - principalmente na indústria - crescem as apostas de que a taxa básica brasileira pode renovar mínimas em 2019. Ainda assim, a previsão para o crescimento da economia (PIB) também deve cair.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O documento será divulgado às 8h25, juntamente com o índice de atividade econômica (IBC-Br) do Banco Central (8h30). Os números de janeiro devem reforçar esse cenário, de que a economia brasileira iniciou o ano abaixo do ritmo do ano passado. Ao longo da semana, o calendário de indicadores domésticos perde força.

Já no exterior, além do Fed, também merece atenção a decisão de juros na Inglaterra, na quinta-feira. O BC inglês (BoE) deve seguir o viés recente mais suave (dovish) por parte dos principais bancos centrais globais, ainda mais em meio às incertezas sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

A agenda de indicadores também está fraca lá fora, trazendo apenas como destaque dados preliminares sobre a indústria e o setor de serviços nos EUA e na zona do euro, na sexta-feira, que devem reforçar a atividade global mais fraca. Ainda na região da moeda única, serão conhecidos amanhã números deste mês sobre o sentimento econômico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar