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Objetivo do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil é continuar se desfazendo das participações atuais da carteira e usar parte desses recursos para aplicar em novas companhias
A Previ vai avaliar ativamente o investimento em ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês). A afirmação é de José Maurício Coelho, presidente do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
Mas ele disse que a atuação da Previ será bem diferente dos anos anteriores, quando adquiriu grandes participações em empresas, como a mineradora Vale. "Entraremos com tíquetes menores, de no máximo 10% [da oferta]", disse Coelho. Ele participou na manhã de hoje da cerimônia que marcou o início das negociações das ações da Neoenergia (NEOE3) na bolsa.
A Previ foi uma das vendedoras de ações no IPO da empresa de energia, assim como o Banco do Brasil. A fundação mantém uma participação na companhia e agora só pode vendê-los depois do prazo de um ano.
Coelho disse que o objetivo do fundo de pensão é continuar se desfazendo das participações atuais da carteira e usar parte desses recursos para aplicar em novas companhias.
Entre as novas ações no portfólio da Previ estão as da B3, que entraram no portfólio no ano passado.
A ideia é que o saldo entre compras e vendas será de desinvestimento líquido, ou seja, de redução da participação da renda variável nos planos, segundo o presidente da Previ.
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Antes da venda das ações da Neoenergia, o plano mais antigo do fundo de pensão contava com pouco mais de 45% do patrimônio em renda variável.
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