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Captação em mercado das empresas atinge recorde de R$440 bilhões, diz Anbima

A renda variável foi destaque, com R$ 78,3 bilhões em captações realizadas por meio de follow on e IPOs, de janeiro a novembro, contra R$ 11,3 bilhões no mesmo período de 2018

Dinheiro; notas e moedas de real
Imagem: Shutterstock

As empresas captaram R$ 440,8 bilhões entre janeiro e novembro deste ano no mercado de capitais, no mercado doméstico e externo, volume que é o maior da série histórica da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), disse o vice-presidente da associação, José Eduardo Laloni. Em relação ao mesmo período do ano passado, o número representa aumento de 60,6%.

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A renda variável foi destaque, com R$ 78,3 bilhões em captações realizadas por meio de follow on e IPOs, de janeiro a novembro, contra R$ 11,3 bilhões no mesmo período de 2018. Laloni lembrou que este é o maior volume registrado nos últimos anos, superando inclusive o ano de 2007 (R$ 75,5 bilhões) "Passamos esse valor e ainda temos três semanas para termos boas notícias, com quatro ofertas em andamento ou a caminho que podem levar 2019 para um número ainda maior", observou.

Laloni citou ainda que as iniciativas do governo de desestatização e desinvestimentos influenciaram esse número, concentrando a maior parte das ofertas secundárias de ações, as quais somaram R$ 48,9 bilhões até novembro, contra R$ 6,5 bilhões no mesmo intervalo de 2018.

Na renda fixa, as debêntures somaram R$ 153,5 bilhões, um aumento de 12% em relação a janeiro e novembro do ano passado.

O executivo comentou ainda sobre os números do mercado secundário, onde o volume negociado foi de R$ 18 bilhões em novembro, contra cerca de R$ 5 bilhões em novembro do ano passado. "É impressionante e veremos crescer mais", observou, lembrando que esse evento é relevante para a indústria de fundos, ao dar liquidez e previsibilidade aos gestores.

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A indústria de híbridos também mostrou crescimento importante, atingindo R$ 114,3 bilhões, com destaque aos fundos imobiliários, que passou de R$ 141 bilhões de janeiro a novembro do ano passado para R$ 32,5 bilhões no acumulado deste ano.

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