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Abigail Disney assinou uma carta com outros bilionários — entre eles George Soros — pedindo que os candidatos a Presidência dos EUA assumam compromisso de propor a taxação de grandes fortunas
Integrante do seleto grupo de bilionários e herdeira de um império de mídia e entretenimento, a diretora Abigail Disney não está nada feliz com os rumos da sociedade norte-americana. Ela disse acreditar que a desigualdade de renda torna o "sonho americano" impossível.
O 'American dream' é aquela ideia de que os Estados Unidos são a terra do direito as liberdades individuais, de que todos têm a chance de prosperidade, a grosso modo, como consta na própria declaração de independência do País. Pois o país está longe disso, na visão da herdeira Disney.
Para Abigail, a desigualdade de renda é um dos maiores problemas do mundo atual. "Nós estamos criando uma 'superclasse' que está muito distante da maioria das pessoas", disse ao canal CNN no dia 24. Ela disse que esses dois grupos já não "compartilham o mesmo planeta".
Abigail é neta de Roy Disney, irmão de Walt e um dos cofundadores do que hoje é um império de entretenimento.
A cineasta não é a única norte-americana bilionária a pensar dessa forma. Ela recentemente assinou uma carta com outros ricaços — entre eles George Soros — pedindo que os candidatos a Presidência dos EUA assumissem o compromisso de propor a taxação de grandes fortunas.
Os eleitores norte-americanos vão às urnas em novembro do ano que vem para escolher o próximo presidente dos Estados Unidos. O republicano bilionário Donald Trump, que foi eleito em 2016, busca um segundo mandato.
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O partido do atual presidente tem mais outro candidato por enquanto e o lado democrata tem 23 postulantes ao mais alto cargo do país, segundo o New York Times.
De acordo com a agência Bloomberg, três candidatos do lado democrata (Elizabeth Warren, Pete Buttigieg e Beto O’Rourke) demonstraram apoio a carta assinada pelos bilionários e outros ricaços.
Atual senadora por Massachusetts, Warren pede imposto de 2% sobre ativos de US$ 50 milhões ou mais e um adicional de 1% sobre ativos acima de US$ 1 bilhão. Os novos impostos arrecadariam cerca de US$ 3 trilhões ao longo de 10 anos, ainda de acordo com o portal.
Nem todos os democratas apoiam os impostos sobre grandes fortunas por acreditarem que seria difícil avaliar objetivamente o valor do patrimônio como obras de arte ou joias. Existe também uma cautela relacionada a constituição, já que o governo federal só pode tributar renda, e não propriedades.
*Com informações do site Business Insider
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