O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Parceria deve unir inovação da Kitty Hawk com a escala da Boeing e seu expertise aeroespacial; empresa trabalhará com modelo Cora
A Boeing informou que fechou uma parceria com a Kitty Hawk, a empresa de veículos voadores de Larry Page, co-fundador do Google.
Por volta das 14h40, as ações da multinacional de desenvolvimento aeroespacial e de defesa eram negociadas a US$ 377,24 na bolsa de Nova York, numa alta de 2,14%. Confira nossa cobertura de mercados desta quarta-feira, 26.
Segundo a companhia, o acordo visa juntar esforços para avançar na busca pela qualidade da mobilidade urbana. E acrescenta ainda que a parceria estratégica unirá a inovação da Kitty Hawk com a escala da Boeing e seu expertise aeroespacial.
"Trabalhar com uma empresa como a Kitty Hawk nos deixa mais próximos do objetivo de avançar com segurança no futuro da mobilidade”, disse Steve Nordlund, vice-presidente e gerente da Boeing NeXt.
Já o CEO da Kitty Hawk, Sebastian Thrun, falou que está animado em ver as duas empresas trabalhando juntas para tornar cada vez mais próximo da realidade o voo de carros elétricos.
Fundada por Larry Page, Kitty Hawk criou um modelo chamado Cora, um veículo híbrido de drone e helicóptero, que promete levar até dois passageiros do ponto A ao B sem se preocupar com o tráfego ou a emissão de carbonos na atmosfera.
Leia Também
É justamente com a equipe responsável pelo Cora que o pessoal da Boeing terá contato.
Vale lembrar que o Cora funciona com base num software que permite o voo com a supervisão de humanos. A empresa ainda é dona do Flyer, um modelo comandado pelo próprio passageiro.
A empresa de Page não está sozinha. A Apple disse no início do mês que estuda comprar a Drive.in, uma outra empresa de carros autônomos. De acordo com o site Axios, o negócio já foi fechado. A companhia chegou a ser avaliada em US$ 200 milhões dois anos atrás.
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth