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Resultado veio acima das expectativas e fez a diretoria ampliar a dose de otimismo em relação aos números em 2019
Ô, o bilhão voltou! A BB Seguridade, holding que concentra os negócios de seguros do Banco do Brasil, superou uma sequência de jejum ao registrar no 1º trimestre de 2019 um lucro líquido ajustado de R$ 1,01 bilhão. O resultado, acima das estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg, marcou um crescimento de 11,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a companhia registrou R$ 907,389 milhões de lucro.
E a holding do BB tem motivos de sobra para justificar a alta no lucro. O balanço divulgado nesta segunda-feira, 6, mostra que o desempenho foi apoiado na evolução de 60,8% do resultado financeiro das empresas do grupo, combinando fatores como deflação do IGP-M e alta do IPCA, que juntos jogaram os resultados com planos de previdência para o alto.
A companhia encerrou março com patrimônio líquido de R$ 7,792 bilhões, cifra 20,5% menor em um ano. Antes os três meses anteriores, foi 14,1% maior. O retorno ajustado (RSPL) foi a 58,9% no primeiro trimestre, crescimento de 18,5 pontos porcentuais em um ano, de 40,4%. Nos três meses anteriores, estava em 41,4%.
A BB Seguridade somava R$ 7,803 bilhões em ativos totais no primeiro trimestre, queda de 20,4% em um ano. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, o montante se reduziu em 28,4%.
Os resultados trimestrais animaram a diretoria da BB Seguridade. Diante do lucro acima do esperado, a empresa manteve suas projeções anuais, esperando um crescimento entre 5% e 10% no lucro em 2019.
Sobre as reservas de previdência, a companhia diz esperar um salto de 7% a 10% no ano, sendo que no primeiro trimestre o aumento ficou em 9,0%.
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Já sobre os prêmios relativos às áreas de seguro de vida, habitacional e rural, a empresa espera alta de 7% a 12% neste ano. De janeiro a março, cresceu 17,5%, também acima da expectativa.
O lucro pode ter subido, mas a BB Seguridade acabou amargando alguns reveses no trimestre. O primeiro deles é com relação ao patrimônio líquido, que encolheu 20,5% na comparação anual e fechou o trimestre em R$ 7,792 bilhões.
O segundo revés veio através dos prêmios e arrecadações, que encolheram 12% na comparação anual e fecharam março em R$ 11,189 bilhões. Destrinchando esses dados, a empresa apresentou alta de 15% em seus prêmios de seguros emitidos no canal bancário. Já os seguros de vida, habitacional e residencial cresceram 9,0%, 10,1% e 9,6%, respectivamente.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
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