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Perspectivas menos otimistas

Estimativa de crescimento do PIB em 2019 tem nova queda, segundo Focus

Previsão de alta passou de 2,48% para 2,28% em quatro semanas. Projeção para 2020 se manteve em 2,80%

Inflação oficial

Apesar da demanda fraca, IPCA acelera e sobe 0,43% em fevereiro, revela IBGE

Resultado ficou acima do teto do intervalo das estimativas dos analistas, que previam uma alta de 0,26% a 0,42%, com mediana de 0,38%

Abaixo do centro da meta

Estimativa para o IPCA de 2019 passa de 3,85% para 3,87% revela Focus do BC

Projeção dos economistas para a inflação está abaixo do centro da meta de 2019, de 4,25%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%)

Boletim Focus

Mercado reduz expectativa de inflação e mantém a do PIB para 2019

Para 2020, mercado manteve em 4% a estimativa para inflação; economistas não alteraram, porém, a previsão de alta para 2021 e 2022, que continuou em 3,75%

Menor patamar desde 1994

Prévia da inflação registra alta de 0,34% em fevereiro

Nos 12 meses encerrados em fevereiro, o indicador ficou em 3,73%. As projeções iam de avanço de 3,64% a 3,87%, com mediana de 3,75%

Focus

Mercado reduz estimativa de alta do PIB para 2019

Para 2020, porém, a expectativa subiu de 2,50% para 2,58%, segundo Boletim Focus, do Banco Central

Análise

Inflação abaixo do esperado e a cautela do Banco Central

IPCA comportado e atividade fraca devem impulsionar debate sobre a existência de espaço ou não para novas reduções da Selic

Segundo IBGE

Inflação oficial do país, IPCA fica em 0,32% em janeiro

Número veio acima dos 0,15% registrados em dezembro; no acumulado de 12 meses, o IPCA ficou em 3,78% ante os 3,75% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores

Focus

Mercado eleva projeção de inflação e PIB para 2019

Projeção do IPCA foi de 4,01% para 4,02% em 2019; já para o PIB, foi de 2,53% para 2,57%

Análise

Inflação não preocupa e Selic deve continuar em 6,5% por longo período

Se surpresas positivas acontecerem é possível que tenhamos novos cortes de juro, favorecendo ainda mais bolsa de valores, fundos imobiliários e outros ativos de risco

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