O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Protagonismo do setor corporativo deve ficar com a petroleira, que tem tudo para comprovar que está surfando na crista da onda
Mais uma semana da temporada de balanços se inicia e a agenda promete ser tão movimentada quanto na semana passada. Ao todo, 13 empresas listadas no Ibovespa divulgarão seus resultados anuais. São elas: BR Distribuidora (2ª feira); EcoRodovias, Iguatemi e Raia Drogasil (3ª feira); Petrobras, Marfrig, Energias BR e Fleury (4ª feira); Ambev, BRF, Gol, CCR e MRV (5ª feira).

Sem dúvidas, a protagonista dessa lista é a Petrobras. No que depender das estimativas do mercado, o balanço da companhia deve vir com força total.
Com uma sequência de trimestres muito positivos ao longo de 2018, a petroleira deve entregar um lucro líquido de R$ 34,4 bilhões no ano. Se confirmado, esse número representaria uma alta de 172% em relação aos R$ 12,6 bilhões de lucro líquido em 2017.
A geração de caixa da empresa, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), também deve subir em 2018. As projeções dos analistas ouvidos pela Bloomberg apontam para um resultado final de R$ 119,4 bilhões, alta de 36% na comparação com o ano anterior. Na receita líquida, mais otimismo: analistas estimam R$ 348 bilhões, crescimento de 22% na comparação com 2017.
Essa chuva de bons indicadores pouco me surpreendem, já que a Petrobras vive um dos seus melhores momentos corporativos. Não é à toa que as ações da companhia aparecem todos os meses entre as mais recomendadas pelas gestoras e corretoras.
Leia Também
E para 2019 essa sequência de bons números tem tudo para continuar. O novo presidente da estatal, Roberto Castello Branco, já deixou bem claro que sua missão como líder será tocar o processo de desinvestimentos e maximizar os lucros, além de seguir com o processo de melhora na governança corporativa da empresa.
No mês passado, por exemplo, Castello Branco anunciou que a petroleira não tomará mais empréstimos junto aos bancos públicos. A notícia, claro, foi muito bem recebida pelo mercado.
Quem também deve mostrar crescimento ao longo de 2018 é a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Apesar de os analistas projetarem uma queda na geração de caixa (de R$ 2,9 bilhões em 2017 para R$ 2,7 bilhões em 2018), a empresa deve registrar um crescimento de 88% no lucro, passando de R$ 1,04 bilhão em 2017 para R$ 1,95 bilhão em 2018.
xxxPrévia Petrobras/BR
Enquanto Petrobras surfa na crista da onda, tem empresa por aí amargando uma sequência de prejuízos. Um caso emblemático é o das duas gigantes de processamento de carnes: BRF e Marfrig.
Os analistas de mercado projetam para a BRF um prejuízo de R$ 2,35 bilhões em 2018, mais que o dobro do prejuízo de R$ 1,12 bilhão registrado em 2017. Apesar de uma receita líquida maior, de R$ 34,65 bilhões, a empresa deve ver sua geração de caixa cair a R$ 2,19 bilhões.
Com uma grave crise instalada desde o início da Operação Carne Fraca pela Polícia Federal, a BRF passa por momentos difíceis em sua gestão. Endividada, a empresa tentou se livrar de vários ativos ao longo dos últimos anos para reduzir sua dívida, porém essa iniciativa não obteve sucesso: dos R$ 5 bilhões estimados com o "bota fora", a companhia conseguiu apenas R$ 4,1 bilhões. Uma saída ventilada pelo mercado para essa situação seria uma nova oferta de ações na bolsa.
Já o caso da Marfrig é um pouco mais positivo. Apesar das estimativas apontarem para um crescimento no prejuízo líquido da empresa (de R$ 231,0472 milhões em 2017 para R$ 305,343 milhões em 2018), tanto a geração de caixa quanto a receita líquida devem registrar altas anuais. Vale lembrar que, no fim do ano passado, a Marfrig comprou a argentina Quickfood da BRF, a líder de produção de alimentos à base de carne bovina da Argentina.
xxxPrévia BR Distribuidora, Marfrig, Petrobras, Ambev e BRF
Depois de decepcionar seus acionistas no 3º trimestre de 2018, a Ambev deve encerrar o ano com uma leve queda no lucro líquido anual na comparação com 2017. As projeções da Bloomberg apontam para um resultado positivo de R$ 12,1 bilhões, ante R$ 12,2 bilhões no ano anterior.
O momento é particularmente desafiador para a gigante de bebidas. A chegada de concorrentes de peso no mercado brasileiro tem colocado o tradicional modelo de negócios da empresa em xeque. Não à toa que as ações da cervejeira caíram 30% ao longo de 2018, enquanto a bolsa subiu 15%.
Entre os principais dados da empresa, a receita líquida deve fechar 2018 em R$ 49,5 bilhões e a geração de caixa medida pelo Ebitda em R$ 20,7 bilhões.
xxxPrévia Ambev
Outras oito empresas listadas no Ibovespa também divulgam seus números. Separei para você as principais projeções do mercado para cada balanço:
xxxPrévia do balanço CCR, EcoRodovias, Energias BR, Iguatemi, Raia Drogasil, Rumo
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica