🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Fernando Pivetti

Fernando Pivetti

Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.

Agenda de balanços

Petrobras, Ambev, BRF, Marfrig e outras 9 empresas divulgam balanços nesta semana; saiba o que esperar dos números

Protagonismo do setor corporativo deve ficar com a petroleira, que tem tudo para comprovar que está surfando na crista da onda

Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
25 de fevereiro de 2019
6:10 - atualizado às 18:57
Temporada de balanços segue movimentada nesta semana - Imagem: Andrei Morais/Seu Dinheiro

Mais uma semana da temporada de balanços se inicia e a agenda promete ser tão movimentada quanto na semana passada. Ao todo, 13 empresas listadas no Ibovespa divulgarão seus resultados anuais. São elas: BR Distribuidora (2ª feira); EcoRodovias, Iguatemi e Raia Drogasil (3ª feira); Petrobras, Marfrig, Energias BR e Fleury (4ª feira); Ambev, BRF, Gol, CCR e MRV (5ª feira).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem dúvidas, a protagonista dessa lista é a Petrobras. No que depender das estimativas do mercado, o balanço da companhia deve vir com força total.

Com uma sequência de trimestres muito positivos ao longo de 2018, a petroleira deve entregar um lucro líquido de R$ 34,4 bilhões no ano. Se confirmado, esse número representaria uma alta de 172% em relação aos R$ 12,6 bilhões de lucro líquido em 2017.

A geração de caixa da empresa, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), também deve subir em 2018. As projeções dos analistas ouvidos pela Bloomberg apontam para um resultado final de R$ 119,4 bilhões, alta de 36% na comparação com o ano anterior. Na receita líquida, mais otimismo: analistas estimam R$ 348 bilhões, crescimento de 22% na comparação com 2017.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa chuva de bons indicadores pouco me surpreendem, já que a Petrobras vive um dos seus melhores momentos corporativos. Não é à toa que as ações da companhia aparecem todos os meses entre as mais recomendadas pelas gestoras e corretoras.

Leia Também

E para 2019 essa sequência de bons números tem tudo para continuar. O novo presidente da estatal, Roberto Castello Branco, já deixou bem claro que sua missão como líder será tocar o processo de desinvestimentos e maximizar os lucros, além de seguir com o processo de melhora na governança corporativa da empresa.

No mês passado, por exemplo, Castello Branco anunciou que a petroleira não tomará mais empréstimos junto aos bancos públicos. A notícia, claro, foi muito bem recebida pelo mercado.

Quem também deve mostrar crescimento ao longo de 2018 é a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Apesar de os analistas projetarem uma queda na geração de caixa (de R$ 2,9 bilhões em 2017 para R$ 2,7 bilhões em 2018), a empresa deve registrar um crescimento de 88% no lucro, passando de R$ 1,04 bilhão em 2017 para R$ 1,95 bilhão em 2018.
xxxPrévia Petrobras/BR

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tensões nos frigoríficos

Enquanto Petrobras surfa na crista da onda, tem empresa por aí amargando uma sequência de prejuízos. Um caso emblemático é o das duas gigantes de processamento de carnes: BRF e Marfrig.

Os analistas de mercado projetam para a BRF um prejuízo de R$ 2,35 bilhões em 2018, mais que o dobro do prejuízo de R$ 1,12 bilhão registrado em 2017. Apesar de uma receita líquida maior, de R$ 34,65 bilhões, a empresa deve ver sua geração de caixa cair a R$ 2,19 bilhões.

Com uma grave crise instalada desde o início da Operação Carne Fraca pela Polícia Federal, a BRF passa por momentos difíceis em sua gestão. Endividada, a empresa tentou se livrar de vários ativos ao longo dos últimos anos para reduzir sua dívida, porém essa iniciativa não obteve sucesso: dos R$ 5 bilhões estimados com o "bota fora", a companhia conseguiu apenas R$ 4,1 bilhões. Uma saída ventilada pelo mercado para essa situação seria uma nova oferta de ações na bolsa.

Já o caso da Marfrig é um pouco mais positivo. Apesar das estimativas apontarem para um crescimento no prejuízo líquido da empresa (de R$ 231,0472 milhões em 2017 para R$ 305,343 milhões em 2018), tanto a geração de caixa quanto a receita líquida devem registrar altas anuais. Vale lembrar que, no fim do ano passado, a Marfrig comprou a argentina Quickfood da BRF, a líder de produção de alimentos à base de carne bovina da Argentina.
xxxPrévia BR Distribuidora, Marfrig, Petrobras, Ambev e BRF

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nuvem negra na cervejaria

Depois de decepcionar seus acionistas no 3º trimestre de 2018, a Ambev deve encerrar o ano com uma leve queda no lucro líquido anual na comparação com 2017. As projeções da Bloomberg apontam para um resultado positivo de R$ 12,1 bilhões, ante R$ 12,2 bilhões no ano anterior.

O momento é particularmente desafiador para a gigante de bebidas. A chegada de concorrentes de peso no mercado brasileiro tem colocado o tradicional modelo de negócios da empresa em xeque. Não à toa que as ações da cervejeira caíram 30% ao longo de 2018, enquanto a bolsa subiu 15%.

Entre os principais dados da empresa, a receita líquida deve fechar 2018 em R$ 49,5 bilhões e a geração de caixa medida pelo Ebitda em R$ 20,7 bilhões.
xxxPrévia Ambev

Para colocar na agenda

Outras oito empresas listadas no Ibovespa também divulgam seus números. Separei para você as principais projeções do mercado para cada balanço:
xxxPrévia do balanço CCR, EcoRodovias, Energias BR, Iguatemi, Raia Drogasil, Rumo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MORTAS VIVAS

Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes

8 de janeiro de 2026 - 15:16

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas

QUEDA LIVRE

Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações

8 de janeiro de 2026 - 14:12

O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.

ESTRATÉGIA REDESENHADA

Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO?

8 de janeiro de 2026 - 13:42

Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições

EM BUSCA DA EFICIÊNCIA

GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia

8 de janeiro de 2026 - 12:11

A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro

VAI FUNCIONAR?

Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo?

8 de janeiro de 2026 - 9:02

Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas

HORA DA COLHEITA

Além da JBS (JBSS32): descubra as ações do agro que podem brilhar em 2026, segundo o BofA

7 de janeiro de 2026 - 17:47

Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores

ENTRE RUÍDOS

A quem cabe reverter (ou não) a liquidação do Banco Master? Saiba quem manda no destino da instituição agora

7 de janeiro de 2026 - 16:24

Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão

O QUE COMPRAR?

Ânima (ANIM3), Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) e outras: quem ganhou 10 na ‘prova surpresa’ do JP Morgan?

7 de janeiro de 2026 - 16:00

Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa

HORA DE COMPRAR

Ozempic não é tudo: BofA aponta outros motores de alta para a Hypera (HYPE3) e projeta ganho de 37% para a ação

7 de janeiro de 2026 - 15:31

Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa

CASO DE POLÍCIA

Ex-CEO da Hurb volta a se enrolar na Justiça após ser detido no Ceará com documento falso; entenda a situação

7 de janeiro de 2026 - 15:01

João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto

SEM PREOCUPAÇÕES?

Elon Musk descarta pressão sobre a Tesla com a nova IA para carros da Nvidia — mas o mercado parece discordar

7 de janeiro de 2026 - 13:33

O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano

PATINHO FEIO

Não é o ferro: preço de minério esquecido dispara e pode impulsionar a ação da Vale (VALE3)

7 de janeiro de 2026 - 12:31

O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale

FIQUE ATENTO

MEI: 4 golpes comuns no início do ano e como proteger seu negócio

7 de janeiro de 2026 - 11:00

Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos

REESTRUTURAÇÃO

Depois do tombo de 99% na B3, Sequoia (SEQL3) troca dívida por ações em novo aumento de capital

7 de janeiro de 2026 - 10:15

Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

JP Morgan corta preço-alvo de Axia (AXIA3), Copel (CPLE6) e Auren (AURE3); confira o que esperar para o setor elétrico em 2026

6 de janeiro de 2026 - 19:12

Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano

HORA DE COMPRAR?

O real efeito Ozempic: as ações que podem engordar ou emagrecer com a liberação da patente no Brasil

6 de janeiro de 2026 - 18:10

Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar

PÉ NO ACELERADOR

A fabricante Randon (RAPT4) disparou na bolsa depois de fechar um contrato com Arauco e Rumo (RAIL3); veja o que dizem os analistas sobre o acordo

6 de janeiro de 2026 - 14:54

Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3

GOLE BILIONÁRIO

Dona da Ambev (ABEV3) desembolsa US$ 3 bi para reassumir controle de fábricas de latas nos EUA; veja o que está por trás da estratégia da AB InBev

6 de janeiro de 2026 - 14:11

Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano

LIQUIDAÇÃO ANTECIPADA

Ações da C&A (CEAB3) derretem quase 18% em dois dias. O que está acontecendo com a varejista?

6 de janeiro de 2026 - 11:59

Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado

FOCO NA MONETIZAÇÃO?

Shopee testa os limites de até onde pode ir na guerra do e-commerce. Mercado Livre (MELI34) e Amazon vão seguir os passos?

6 de janeiro de 2026 - 10:57

Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar