O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nos EUA será possível jogar games exclusivos em qualquer dispositivos da empresa ou ver séries e filmes produzidas com o aval da Apple
Desde sua fundação, em 1976, a Apple sempre esteve focada em criar produtos inovadores - e ter sua receita atrelada à venda de computadores, iPods ou iPhones. Nessa segunda-feira, 25, em evento realizado em sua sede em Cupertino, na Califórnia, a companhia comandada por Tim Cook deu um passo importante para mudar esse cenário. Ao oferecer para consumidores um cartão de crédito e plataformas de assinaturas de games, notícias e conteúdo audiovisual, a Apple mostra sua visão para o futuro: ser uma empresa de serviços.
Em um futuro próximo, será possível nos EUA pagar contas com um cartão de crédito da Apple, operado com auxílio do banco Goldman Sachs e da Mastercard, com direito a retorno (cashback, em inglês) nas compras e um cartão físico de titânio. Ou ter acesso a um acervo de 300 publicações, incluindo títulos como Time e New Yorker, por US$ 10 mensais.
Por quantias ainda não reveladas, também será possível jogar games exclusivos em qualquer dispositivos da empresa ou ver séries e filmes produzidas com o aval da Apple - incluindo a participação de Steven Spielberg e Oprah Winfrey, que estiveram no evento nessa segunda-feira. O Apple TV+ chega ao Brasil no segundo semestre; os outros serviços não têm data prevista para o País.
Há uma razão para a Apple apostar em serviços: ao contrário das últimas décadas, quando conseguia inovar em dispositivos novos depois de ver uma categoria perder atratividade, hoje a Apple vê o mercado de produtos desacelerar. As pessoas já não estão mais comprando seus primeiros smartphones e nem substituindo celulares a cada ano. Nos últimos tempos, as novidades do setor foram evoluções incrementais em design ou em desempenho.
A Apple é dependente de seus produtos: no quarto trimestre de 2018, 61% de sua receita vieram das vendas de iPhones. Outros 27% vêm de iPads, Macs ou relógios inteligentes. No início do ano, ao anunciar que teria queda nas receitas com baixas vendas do iPhone, as ações da empresa chegaram a cair 10%. "Investir em serviços é a saída para a Apple", diz William Castro Alves, estrategista-chefe da corretora Avenue.
Não é algo exatamente novo: a fabricante do iPhone há tempos já oferece a seus usuários um serviço de streaming de música, outro de armazenamento na nuvem e um sistema de pagamentos móveis. Ao todo, o setor de serviços rendeu à empresa US$ 10,9 bilhões no quarto trimestre de 2018 - ou 12% do faturamento no período, contra 10% um ano antes. Além disso, é o setor que trouxe à Apple margens de lucro na casa dos 60%, ante cerca de 35% na divisão de produtos, entre outubro e dezembro passados.
Leia Também
Com os lançamentos dessa segunda-feira, porém, a empresa tem uma "suíte completa de serviços", capaz de fazer os usuários de seus dispositivos seguirem gastando dentro de seu ecossistema. "Acreditamos que a Apple pode conquistar 100 milhões de consumidores em seu streaming de vídeo", afirma Dan Ives, analista da corretora Wedbush Securities.
O setor de serviços traz ainda duas vantagens à Apple. A primeira são receitas recorrentes todos os meses, em vez de receber apenas uma vez por uma venda, em faturamento sazonal. A outra é ajudar a estimular a demanda por seus dispositivos, uma vez que os serviços serão exclusivos para as plataformas da empresa.
Para analistas, porém, há diversas dúvidas sobre os serviços apresentados pela companhia comandada por Tim Cook. Um deles é a falta de inovação demonstrada pelos produtos. "Nenhum dos lançamentos é disruptivo e todos já têm concorrentes presentes no mercado. A Apple jogou de forma segura", diz Alves, da Avenue.
A concorrência é um problema: no vídeo, a Apple terá rivais como Netflix e Amazon, já presentes no mercado, ou Disney, que se lançará no setor ainda este ano. Nos games, terá de bater de frente com Google, Microsoft e Sony.
Preocupa também os investidores saber se a Apple está gastando dinheiro corretamente - e se será capaz de recuperar o que apostou agora. Só no serviço de vídeo serão US$ 2 bilhões. "A companhia está tentando se diferenciar de seus rivais ao se mostrar como confiável, dizendo que manterá dados sob privacidade", diz Ives, da Wedbush. Nessa segunda-feira, após o evento, as ações da empresa fecharam o pregão da Nasdaq em queda de 1,2%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia
A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover
A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen