Menu
Dados da Bolsa por TradingView
2018-12-04T19:49:22-02:00
Estadão Conteúdo
Novas mudanças trabalhistas no radar

‘Hoje em dia é muito difícil ser patrão no Brasil, não há dúvida’, diz Bolsonaro

Presidente eleito defendeu um aprofundamento da reforma trabalhista, com medidas favoráveis aos empregadores

4 de dezembro de 2018
19:49
Jair Bolsonaro
Bolsonaro: "na última reforma trabalhista, que votei favorável, já tivemos reflexo positivo, número de ações trabalhistas caiu pela metade" - Imagem: Jose Cruz /Agencia Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, reafirmou nesta terça-feira, 4, em coletiva de imprensa, que "hoje em dia continua muito difícil ser patrão no Brasil". Bolsonaro defendeu um aprofundamento da reforma trabalhista em seu governo, com medidas mais favoráveis aos empregadores para estimular novas contratações. A ideia também foi apresentada a parlamentares do MDB e do PRB em reuniões no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da equipe de transição.

"Na última reforma trabalhista, que votei favorável, já tivemos reflexo positivo, número de ações trabalhistas caiu pela metade. Mas hoje em dia continua sendo muito difícil ser patrão no Brasil", criticou o presidente.

No ano passado, o Congresso aprovou projeto do presidente Michel Temer que muda trechos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prevê pontos que poderão ser negociados entre empregadores e empregados e, em caso de acordo coletivo, passarão a ter força de lei.

Bolsonaro não quis entrar em detalhes sobre como seria feito o aprofundamento. "Estamos estudando. Não basta ter direitos e não ter empregos, esse é o grande problema que existe", declarou em conversa com jornalistas.

O presidente eleito também contou que tem recomendado a empregadores que "entrem na guerra" pela mudança da legislação. "Tenho dito que vão ter que entrar nessa guerra, não dá para deixar só com governo. Alguns dizem que podemos nos aproximar da legislação de outros países como os Estados Unidos, mas acho que seria aprofundar demais."

Segundo ele, em reuniões com representantes do setor produtivo há reclamação de que "com a legislação trabalhista ainda está complicado empregar no Brasil". "Eles têm dito que o Brasil é o país dos direitos, mas não tem emprego. Então isso tem que ser equacionado um dia. Eles têm dito, não sou eu, o trabalhador vai ter que decidir, um pouquinho menos de direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego."

Sobre a dissolução do atual Ministério do Trabalho, ele disse que a pasta funcionava como "sindicato do trabalho, e não como ministério". "Nenhum trabalhador vai perder direitos ou ser prejudicado tendo em vista a não existência do ministério do trabalho", garantiu.

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Quem é a Pi

Uma plataforma de investimentos feita para ajudar a atingir seus objetivos por meio de uma experiência #simples, #segura, #acessível e #transparente.

Oportunidades

Ditadura, crise de 2008 e tragédia do governo Dilma: nada venceu a Bolsa no longo prazo; conheça 7 ações promissoras diante da queda do Ibovespa

É tolice cair no desespero de vender ações na baixa do Ibov, afinal, histórico da Bolsa mostra que nenhuma crise venceu a bolsa no longo prazo; dito isso, o Seu Dinheiro apresenta para você oportunidades que você deve ficar de olho

Estável, mas...

O que mexe com o preço do bitcoin (BTC) hoje: criptomoedas sentem cautela, mas China pode ajudar mercado após caso Evergrande; entenda

A decisão sobre retirada de estímulos da economia pode afetar as criptomoedas, mas o dinheiro pode vir da China, com o caso Evergrande

Destaques da bolsa

Siderúrgicas e mineradoras puxam alta da bolsa e sobem forte após disparada de 16% no minério de ferro; confira

Depois de cair 8% no início da semana, o minério de ferro disparou no porto de Qingdao, na China e mexeu com as ações do setor na bolsa

Economia chinesa

Em meio a alta nos preços de commodities e a disseminação do coronavírus, Conselho de Estado da China diz que vai garantir estabilidade da economia

Gabinete do governo chinês também prometeu fortalecer a coordenação entre as políticas fiscal, financeira e de emprego

A RECOMENDAÇÃO AGORA É NEUTRA

Não é duplo, mas é dose: Depois do UBS, agora é a vez do BofA rebaixar a recomendação para a Vale (VALE3)

Reavaliação do BofA leva em consideração a desaceleração econômica na China e a queda na cotação do minério de ferro nos mercados internacionais

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies