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Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Alfinetada

Paulo Guedes diz que Onyx Lorenzoni é ‘político falando de economia’

Cotado como futuro ministro da Casa Civil, Lorenzoni defendeu que a reforma da Previdência fosse realizada apenas no ano que vem

30 de outubro de 2018
14:04 - atualizado às 15:39
Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro
Onyx Lorenzoni - Imagem: Roberto Jayme/Estadão Conteúdo

O economista Paulo Guedes (PSL), assessor econômico do presidente eleito Jair Bolsonaro, não gostou das recentes opiniões de Onyx Lorenzoni sobre suas opiniões sobre política cambial e reforma da Previdência do futuro governo.

"Estão assustados por quê? É um político falando de economia. É a mesma coisa do que eu sair falando de política. Não dá certo, né?", disse Guedes a jornalistas.

Cotado como futuro ministro da Casa Civil, Lorenzoni defendeu à rádio "CBN" que a reforma da Previdência fosse realizada apenas no ano que vem.

Ontem à noite, Bolsonaro disse, em entrevista ao Jornal Nacional, da Tv Globo, que estará em Brasília junto a sua equipe na próxima semana " buscando aprovar alguma coisa da reforma da Previdência”.

Guedes, Lorenzoni e Gustavo Bebianno, ex-presidente do PSL e um dos coordenadores da campanha eleitoral, estão reunidos neste momento com Bolsonaro na casa do empresário Paulo Marinho, na zona sul do Rio.

O economista ainda disseque "houve gente do próprio [futuro] governo falando que não tem pressa de fazer reforma da Previdência. Ele [jornalista que fez a pergunta] está dizendo que o Onyx, que é coordenador político, falou de banda cambial. Ao mesmo tempo, está dizendo que o Onyx falou que não tem pressa na Previdência. Aí o mercado cai".

Reservas internacionais

Mais cedo, Guedes explicou sua visão sobre a possibilidade de venda de reservas internacionais, conforme noticiado hoje pelo jornal “Valor Econômico”. Segundo ele, uma eventual venda de reservas aconteceria apenas em momento de especulação, com a cotação batendo na casa dos R$ 5,0.

Se isso acontecer, o governo vendeira US$ 100 bilhões das reservas internacionais e usaria os reais obtidos para abater dívida pública. No momento atual, com dólar mirando a linha de R$ 3,60, tal estratégia está descartada.

*Com Estadão Conteúdo 

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