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Esse é o primeiro Datafolha divulgado após a sabatina do Jornal Nacional e o debate realizado pela Band no domingo (28). Entre os mais beneficiados estão os candidatos que não aparecem sem primeiro ou segundo lugar nas intenções de voto
A pesquisa Datafolha desta quinta-feira (01) mostrou que o início da campanha eleitoral, a sabatina no Jornal Nacional e o debate na Band surtiram algum efeito sobre a intenção de voto dos brasileiros. Agora, a distância entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual chefe do Planalto, Jair Bolsonaro (PL), dimuiniu.
De acordo com o levantamento, Lula tem 45% das intenções de voto contra 32% de Bolsonaro. Na sondagem anterior, que captou apenas o início do pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600, o petista tinha 47%, enquanto Bolsonaro vinha em segundo lugar, com os mesmos 32%.
A tendência de redução da distância entre Lula e Bolsonaro, no entanto, já vinha sendo registrada pelas últimas pesquisas. A vantagem do petista, que era de 21 pontos no levantamento divulgado em maio, caiu para 18 pontos em julho, depois para 15 pontos em agosto e agora foi reduzida para 13 pontos.
A disputa ao Planalto está polarizada entre Lula e Bolsonaro. Entre os candidatos do chamado segundo pelotão, Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar com 9% dos votos.
O pedetista, porém, ganhou impulso com a participação no debate e na sabatina. Na pesquisa anterior, ele somava 7% das intenções de voto.
Considerada por especialistas como a grande vencedora do debate da Band no último domingo (28), Simone Tebet (MDB) saiu de 2% das intenções de voto no último levantamento para 5% agora.
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Segundo especialistas políticos, após quase uma semana de exposição ao horário eleitoral gratuito, é natural um crescimento dos candidatos que não estão em primeiro ou segundo lugar nas pesquisas.
Na lanterninha, Felipe D’Ávila (Novo), Soraya Thronicke (União Brasil) e Pablo Marçal (Pros) somaram 1% das intenções de voto. Léo Péricles (UP), Vera Lúcia (PSTU), José Maria Eymael (DC) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram.
Brancos e nulos totalizaram 4% e os indecisos somam 2%.
Se Bolsonaro foi o primeiro a abrir as sabatinas do Jornal Nacional, da TV Globo, foi na última hora que o candidato à reeleição decidiu comparecer ao debate da Band de domingo.
Na ocasião, membros da campanha diziam temer a reação do atual presidente diante de provocações dos rivais — eles chegaram até mesmo a citar o jeito debochado de Ciro Gomes e o posicionamento combativo de Simone Tebet, baseado na participação da senadora na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19.
No debate, Bolsonaro foi agressivo ao comentar uma pergunta da jornalista Vera Magalhães dirigida a Ciro Gomes sobre o tema vacinas.
“Vera, eu não podia esperar outra coisa de você. Eu acho que você dorme pensando em mim. Você tem alguma paixão por mim. Você não pode tomar partido em um debate como esse. Fazer acusações mentirosas ao meu respeito, você é uma vergonha para o jornalismo brasileiro”, afirmou o candidato à reeleição.
Na sequência, Bolsonaro direcionou falas agressivas contra Simone Tebet (MDB). “A senhora é uma vergonha no Senado Federal. E não estou atacando mulheres, não. Não venha com essa historinha de se vitimizar.”
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