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2019-04-04T12:33:57-03:00
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Aceno ao mercado

Bolsonaro diz que vai ‘partir para privatizações’ se eleito

Em claro aceno ao mercado, presidenciável disse que sua econômica serão as privatizações, mas voltou a dizer que limitaria alguns setores estratégicos

17 de outubro de 2018
7:05 - atualizado às 12:33
Jair Bolsonaro
Presidenciável voltou a dizer que iria limitar a privatização de setores estratégicos - Imagem: Igo Estrela/Ag. Estado

O presidenciável pelo PSL, Jair Bolsonaro, negou o rótulo de estatista em entrevista ao SBT nesta terça-feira, 16.

Questionado sobre a linha econômica que vai adotar, ele disse que "vai partir para privatizações", mas voltou a dizer que limitaria alguns setores estratégicos sem especificar quais.

Ele reafirmou compromisso de privatizar 50 estatais criadas nos governos PT, mas frisou que limitará os setores estratégicos. Isto é, geração de energia e exploração de petróleo continuariam nas mãos do estado. A Transpetro, estatal de transporte de óleo e gás, também não seria privatizada.

Bolsonaro disse ainda que "não tem cavalo de pau" na economia se ele for eleito e negou mais uma vez que vai aumentar impostos. Perguntado se a máxima vale até para a população mais rica do país, Bolsonaro emendou: "do jeito que está, não se pode falar em mais ricos no Brasil. Não vai ter aumento de impostos".

Indeciso

Na semana passada, durante uma transmissão ao vivo no seu Facebook, o presidenciável já havia defendido a não privatização de empresas estatais "estratégicas". Ele citou Banco do Brasil, Caixa Econômica e Furnas como algumas delas das quais não abriria mão. O candidato também disse, em entrevista à TV Bandeirantes, que não pretende propor projetos para privatizar o setor de geração de energia. Como consequência, os ativos da Eletrobras praticamente zeraram os ganhos acumulados no cenário pós primeiro turno.

*Com Estadão Conteúdo

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