🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Empresa fará uma joint venture

Embraer diz que estimativa de US$ 3 bilhões de custos para o acordo com a Boeing é conservadora

Gastos vão cobrir a separação e a transferência do braço de aviação comercial fabricante brasileira

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
17 de dezembro de 2018
14:16 - atualizado às 16:02
Avião
Acordo poderá trazer impacto positivo em outras áreas que permanecerão no foco da Embraer, como aviação executiva e defesaImagem: Shutterstock

As estimativas de custos para a separação e transferência do braço de aviação comercial da Embraer à joint venture com a Boeing ainda são "conservadoras", segundo a administração da empresa. Conforme os executivos da brasileira, após as aprovações necessárias as empresas trabalharão para reduzir esse montante durante a implementação da parceria e qualquer potencial diminuição dos custos será dividida igualmente entre as partes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo pessoas próximas ao negócio, a estimativa para os custos de separação da aviação comercial - relacionados à documentação, pessoal e ativos físicos, por exemplo - foi o levou ao aumento do valor dessa joint venture com a Boeing. Conforme fato relevante divulgado na manhã desta segunda-feira, 17, a Boeing avaliou a divisão de aviação comercial da Embraer em US$ 5,26 bilhões, ante um valor previsto originalmente de US$ 4,75 bilhões.

Ainda segundo o anúncio da manhã, a Embraer espera que o resultado da operação em aviação comercial, líquido de todos os custos de separação, seja de aproximadamente US$ 3 bilhões.

"Teremos muito trabalho a partir de 2019, assim que houver aprovações, para preparar a empresa para trabalhar separadamente", disse Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer, em teleconferência com investidores para comentar o anúncio dos termos finais do acordo com a Boeing.

Durante a breve teleconferência, os executivos reiteraram alguns dos benefícios que a Embraer espera ter com a parceria. Algumas das potenciais sinergias com o acordo poderão se ter impacto positivo nas outras áreas que permanecerão no foco da Embraer - aviação executiva e defesa -, destacou a administração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a expectativa da empresa é que sua posição de caixa chegue a US$ 2,6 bilhões após a conclusão do negócio, e parte dessa liquidez será distribuída aos acionistas.

Leia Também

Entretanto, a companhia não comentou sobre o quanto de dívida será transferida à nova companhia, uma das dúvidas que pairava entre analistas do setor à época do primeiro anúncio do acordo.

Ao final da teleconferência, o presidente da Embraer reiterou sua confiança no negócio, afirmando que ele "criará o maior grupo do mundo" e "acelerará o crescimento da empresa". "Juntos, poderemos oferecer mais valor a acionistas, clientes", concluiu.

E agora, governo?

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou também nesta segunda-feira que a análise que o governo fará sobre a parceria entre a Embraer e a Boeing pode levar mais que uma ou duas semanas. A União precisa se pronunciar porque detém uma participação por meio de "golden share" na fabricante de aviões brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Tem um trâmite burocrático. Eles têm que pedir um posicionamento do governo em relação à golden share, e aí o governo tem que analisar. Isso não necessariamente é feito em uma semana, mas também não é um processo muito longo. O governo tem que analisar e ver se tem alguma implicação para aquelas atribuições da golden share", explicou Almeida, que participou nesta segunda de debate sobre a importância da indústria promovido pelo jornal Correio Braziliense.

Segundo o secretário do Tesouro, o governo se manifesta primeiro via Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que encaminha um parecer ao ministro da Fazenda. Ele, por sua vez, envia o posicionamento para apreciação do presidente da República. "Não sei se isso pode ser feito em uma ou duas semanas, talvez seja processo que tenha começado agora e termine no início do próximo governo", afirmou.

Embora já esteja confirmado como integrante do novo governo, Almeida disse que não conversou ainda com os ministros do futuro presidente Jair Bolsonaro para poder adiantar qual será o posicionamento em relação ao negócio. "O próximo governo começa dia 2 de janeiro, vamos esperar", disse.

Ainda segundo o secretário, num modelo que pressupõe a criação de uma joint venture, "possivelmente" a golden share continue existindo no segmento não comercial da Embraer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo liberado na Justiça do Trabalho

Ainda dentro do tema Boeing-Embraer, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Batista Brito Pereira, cassou decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, de Campinas, que poderia dificultar o negócio entre as fabricantes de aeronaves.

Na decisão, Brito Pereira argumenta que "o debate sobre a soberania e a defesa nacional não envolve discussão sobre direito decorrente da relação de trabalho" e que "não há prova cabal da citada ação vilipendiosa" entre as duas fabricantes de aviões.

A decisão cassada em Brasília foi tomada no fim de novembro e determinava que, para o avanço do negócio entre as duas empresas, a União - como sócia da brasileira - deveria previamente obter informações sobre a operação diretamente com o Conselho de Defesa Nacional (ex-Conselho de Segurança Nacional), que atualmente é vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Em Campinas, no TRT, o desembargador Orlando Amâncio Taveira argumentava que, diante do elevado nível de desemprego no Brasil, era preciso que a União avaliasse "se haveria incompatibilidade com a manutenção do nível adequado de investimentos em pesquisa e desenvolvimento no País" com o negócio. Na decisão, o desembargador mencionava que essa preocupação poderia exigir que o governo usasse o direito previsto na golden share "para exigência de garantias, já que estão em risco a soberania e a defesa nacional".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na decisão do TST, o presidente do Tribunal menciona que "não há prova cabal da citada ação vilipendiosa consistente num pretenso projeto de retirada de postos de trabalho do Brasil".

Brito Pereira diz ainda que as questões levantadas no TRT "têm natureza civil-administrativa e que o uso da golden share é decisão política de natureza discricionária do presidente da República". "Não se nega que a soberania e a defesa nacional são assuntos de maior relevância para o País", completa.

Ele nota também que a decisão impugnada interferia negativamente nas negociações em andamento e também no valor das ações da companhia brasileira. "Tem-se por presente, assim, o manifesto interesse público, bem como a iminência de grave lesão à ordem e à economia públicas", afirmou o ministro na decisão do TST.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DEPOIS DA OPA

Sabesp (SBSP3) reforça aposta na Emae e desembolsa R$ 171,6 milhões por nova fatia

13 de março de 2026 - 10:32

Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação

SINAL DE ALERTA

Oncoclínicas (ONCO3) à beira de um calote? Por que a Fitch rebaixou o rating da empresa pela 2ª vez no mês

13 de março de 2026 - 9:54

Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida

JÁ NÃO ESTÁ BARATO

Voar vai ficar (ainda) mais caro: alta do petróleo afeta passagens aéreas, diz presidente da Gol (GOLL54)

13 de março de 2026 - 9:34

O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens

MAIS PROVENTOS

Privatização no horizonte e dinheiro no bolso: Copasa (CSMG3) aprova novo JCP aos acionistas; veja quem tem direito ao pagamento

13 de março de 2026 - 8:30

Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta

NOVA FASE

Magazine Luiza (MGLU3) inicia novo ciclo e quer acelerar o e-commerce — mas ainda se recusa a entrar na guerra de Shopee e Mercado Livre

12 de março de 2026 - 19:05

Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços

BALANÇO

Selic ainda aperta o Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai 55% no 4T25 com pressão das despesas financeiras; lojas físicas seguram vendas

12 de março de 2026 - 19:01

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados

REESTRUTURAÇÕES EM ALTA

Quando a conta chega: por que gigantes como Raízen, Oi, GPA e Americanas recorreram à recuperação para reorganizar bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 18:01

As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras

MINERAÇÃO

CSN (CSNA3) despenca após resultado, com queima de caixa e dívida ainda maior: China e até guerra afetam a companhia

12 de março de 2026 - 15:40

A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil

NA MODA

O que Safra e BB Investimentos viram na Lojas Renner (LREN3)? Veja por que a ação pode subir até 40%

12 de março de 2026 - 15:15

“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra

BRIGA DE GIGANTES

A ameaça da Shopee: Mercado Livre (MELI34) é rebaixado pelo JP Morgan por preocupações com a concorrência, e ações caem

12 de março de 2026 - 12:45

O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026

CENÁRIO INCERTO

Casas Bahia (BHIA3) virou a página da sua dívida, mas cenário ainda é preocupante: entenda o que mexe com a empresa agora

12 de março de 2026 - 12:15

A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.

NA CORDA BAMBA

CSN (CSNA3) volta ao vermelho no 4T25 e prejuízo dispara 748% em um ano. O que pesou no balanço?

12 de março de 2026 - 10:01

Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas

VAI PAGAR?

Raízen (RAIZ4): S&P Global rebaixa rating para ‘calote seletivo’ após pedido de recuperação de R$ 65 bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 9:43

O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária

RESULTADO

Casas Bahia (BHIA3) corta prejuízo em 82% no 4T25, mas ainda amarga perda bilionária no ano; veja os destaques do balanço

12 de março de 2026 - 7:57

Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação

DEPOIS DA RE

Nada é tão ruim que não possa piorar: Citi abandona ações do GPA (PCAR3) e Fitch corta rating

11 de março de 2026 - 19:47

O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C

CRESCIMENTO ESTRUTURAL

Já deu para a WEG (WEGE3)? Por que analistas veem menos gatilhos para a ação no curto prazo mesmo com tese positiva

11 de março de 2026 - 19:23

Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo

SD ENTREVISTA

Espaçolaser (ESPA3) tem lucro maior no 4T25, vê ano de virada e quer estar pronta para a volta das small caps na bolsa, diz CFO

11 de março de 2026 - 19:07

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores

VAI PINGAR NA CONTA?

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) vêm aí — mas há condição para o pagamento aos acionistas

11 de março de 2026 - 18:45

A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos

AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE

Cobrança de R$ 170 milhões da Casas Bahia empurrou o Grupo Pão de Açúcar para a recuperação judicial; entenda a discussão entre as ex-parceiras

11 de março de 2026 - 17:33

“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar

VACAS MAGRAS

Além do Oriente Médio, EUA e China também afetam os frigoríficos e até o preço da carne do seu churrasco

11 de março de 2026 - 15:07

Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar