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Dados da Bolsa por TradingView
2019-04-04T13:43:43-03:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Mercados

Dólar fecha no menor valor do mês com alívio na guerra comercial EUA x China

Moeda norte-americana encerrou o dia em queda de 1,38% com os investidores esperançosos com o fim das disputas comerciais

20 de setembro de 2018
18:15 - atualizado às 13:43
Caricatura dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping
Dólar foi abaixo dos R$ 4,10 com alívio no exterior - Imagem: Shutterstock

O dólar fechou em queda nesta quinta-feira, 20, com os investidores mais otimistas com relação ao desenrolar da crise comercial entre Estados Unidos e China e com o cenário eleitoral tendo menos participação nas negociações, mas sendo acompanhadas na rédea curta.

A moeda norte-americana caiu 1,38% e encerrou o dia negociada a R$ 4,074. Ontem, o dólar fechou em queda de 0,43%, a R$ 4,124.

Movimento para baixo

A queda do dólar se espalhou por diversas moedas hoje depois que o mercado internacional percebeu que a escalada na guerra comercial entre as duas maiores potências do mundo foi mais branda do que o esperado. Isso melhora o humor geral.

Já aqui no Brasil as eleições seguem como principal assunto. Apesar de não trazer muitas novidades quando comparada aos resultados do IBOPE no dia anterior, a preocupação ainda é com o fortalecimento da esquerda. Enquanto Jair Bolsonaro (PSL) continua à frente na corrida com 28% das intenções de votos, Fernando Haddad (PT) agora disputa a segunda posição na corrida com Ciro Gomes (PDT). O petista foi de 13% a 16% nas intenções, empatando com Ciro, que agora tem 13%.

Chamou a atenção do mercado a sobrevida na campanha de Ciro, que ainda segue em empate técnico com Haddad. Alguns analistas avaliam que o candidato do PDT pode ganhar força na reta final da campanha como uma terceira via para aquele eleitor que não se identifica nem com Bolsonaro nem com Haddad. Vale observar esse movimento.

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