Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
BOM PARA OS DOIS

Enquanto Rússia corta gás para a Europa, gasoduto que leva a commodity à China está perto da conclusão

O canal de transporte do gás natural está em fase final de construção e interliga a Sibéria a Xangai; a China aumentou o fornecimento da commodity russa em 63,4% no primeiro semestre deste ano

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, aperta as mãos do presidente da China, Xi Jinping
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da China, Xi Jinping - Imagem: Shutterstock/Envato/Brenda Silva

A invasão da Ucrânia colocou a Rússia em rota de colisão com os países vizinhos e deflagrou uma nova “guerra”: a do gás natural. Em meio ao conflito, o governo de Vladimir Putin apertou o fornecimento do insumo e deixou os países da União Europeia preocupados com a iminente escassez dos combustíveis

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, esse problema não deve bater à porta dos aliados da Rússia. A China, por exemplo, terá em breve um novo gasoduto partindo da terra de Putin. O canal de transporte do gás natural está em fase final de construção e interliga a Sibéria a Xangai. 

O gasoduto — que está em construção há oito anos pelas empresas estatais russa Gazprom e chinesa China National Petroleum — tem capacidade de enviar cerca de 38 milhões de metros cúbicos por dia. 

No primeiro semestre, a Gazprom aumentou o fornecimento de gás para a China em 63,4% por meio do gasoduto “Power of Siberia”, como é conhecida a região energética na Rússia, que começou a enviar a commodity para o país de Xi Jinping em dezembro de 2019. 

Por fim, o gasoduto deve ser totalmente finalizado em 2025, segundo a mídia estatal chinesa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em paz com a China

Em um momento de escalada de tensões com o Ocidente, em uma retaliação aos países que apoiaram a Ucrânia e aplicaram sanções à Rússia, Putin mantém seu maior aliado bem perto. 

Leia Também

MINISTRO DA FAZENDA

Durigan vê espaço para novo corte da Selic e prevê fim de subsídios aos combustíveis ainda em junho

DEPOIS DO CESSAR-FOGO

Como EUA e Irã mudaram a perspectiva do petróleo — o futuro da oferta global e o que importa para quem investe

O gasoduto China-Rússia se contrapõe ao momento de perdas de gás natural para a Europa, ainda que o país de Xi Jinping não consuma o combustível da mesma forma. A China, por sua vez, tem diversificado as opções de energia — gás, petróleo, carvão, nuclear, eólica e solar. 

O gás natural, por exemplo, corresponde a uma pequena fração energética diante das principais fontes de combustível, que são o petróleo bruto e o carvão

Ao todo, a Rússia já investiu cerca de US$ 55 bilhões para a construção do gasoduto “Power of Siberia”. As importações do gás na China totalizaram um pouco mais de 6% do valor empregado, cerca de US$ 3,81 bilhões desde 2019. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre janeiro e junho deste ano, as exportações de gás da Gazprom para a China através do gasoduto aumentaram 63,4%, para 7,5 bilhões de metros cúbicos.

Isso se deve à expansão de um acordo anual entre os dois países, que prevê o fornecimento de 10 bilhões de metros cúbicos — ainda não se sabe quando isso deve acontecer nem em quanto tempo. 

Além disso, a China e a Rússia discutem a construção de outros gasodutos, incluindo um que deve partir da Sibéria até a Mongólia. A construção deve começar dentro de dois anos. 

VEJA TAMBÉM — RECESSÃO é INEVITÁVEL nos EUA? I S&P de mal a pior I Hora de investir em AÇÕES DO EXTERIOR ou BDRs?

Além do gás: energia nuclear e carvão

Na contramão do mundo, que está em busca de fontes renováveis para a produção energética, tanto a China quanto a Rússia estão investindo nas formas antigas, como a queima de carvão, além da controversa energia nuclear. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em maio de 2021, Vladimir Putin e Xi Jinping participaram de um evento sobre a cooperação nuclear China-Rússia, em que um dos projetos era a construção conjunta de duas usinas nucleares na China.  

Nos últimos meses, o país chinês tem comprado mais carvão russo, aproveitando o desconto da Rússia, após as sanções dos outros países a outras commodities, como o gás natural e o petróleo. 

*Com informações de CNBC e Reuters 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
toy story 5 calvo cinema 19 de junho de 2026 - 9:30
seleção brasileira no gramado 19 de junho de 2026 - 7:08
brasil 18 de junho de 2026 - 19:52
anvisa antibioticos ID da foto:2224149495 18 de junho de 2026 - 14:56
leilão itau banco itub4 mercado imobiliário (1) 18 de junho de 2026 - 14:15
blackrock ação brasileira 18 de junho de 2026 - 9:47
Irã e EUA 18 de junho de 2026 - 8:00
17 de junho de 2026 - 19:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar