O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Amec entregou um pedido na CVM e afimou que o acordo de não competição tem características de liberalidade e configura fraude
O presidente da Associação dos Investidores do Mercado de Capitais (Amec), Mauro Cunha, pediu nesta sexta-feira, 23, que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) puna a Qualicorp e seus administradores pelo acordo de não competição firmado em outubro com seu sócio-fundador, José Seripieri Filho.
Em encontro realizado pela manhã, Cunha entregou ao presidente da CVM, Marcelo Barbosa, carta em que afirma que o acordo firmado entre Seripieri e "acionista relevante" (referindo-se possivelmente à XP Gestão de Recursos, principal minoritária da companhia) "não mitiga as preocupações de nossos associados". Para a entidade, a punição é importante para coibir eventos semelhantes. O anúncio do acordo de não competição de R$ 150 milhões provocou queda de 30% nas ações da empresa em apenas um dia.
A CVM informou que vai analisar o pedido antes de se pronunciar. Pesquisa no site da autarquia indica que ainda não existe um processo sancionador (PAS) sobre o caso, o que precede qualquer punição administrativa no rito atual. Também não há informação de nenhuma reclamação registrada por meio dos canais formais da autarquia, que costumam ser o gatilho para investigações e instaurações de PAS.
O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, chegou a noticiar uma carta enviada pela XP Gestão de Recursos para a companhia na semana em que o acordo de não competição foi divulgado, mas a reclamação teria sido suspensa após um acordo em que Seripieri teria se comprometido a aplicar os R$ 150 milhões na compra de ações da própria empresa.
Na carta entregue à CVM, a Amec cita o jurista Modesto Carvalhosa para dizer que o acordo de não competição tem características de liberalidade e configura fraude. Afirma ainda que a eventual negociação com a XP "não tem o condão de desfazer a liberalidade cometida". Pede também que a CVM não se atenha apenas aos aspectos formais.
Procurada, a XP Gestão de Recursos não se manifestou sobre o eventual acordo com Seripieri nem sobre possíveis encaminhamentos nas esferas administrativa ou judicial.
Leia Também
A assessoria de imprensa da Qualicorp informou que desconhece a carta da Amec e que o acordo de não competição firmado pela empresa com o seu fundador é resultado de uma decisão unânime do Conselho da Administração, visando um alinhamento estratégico de longo prazo e geração de valor para a Companhia.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos