Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Piscina de plástico

Se as pessoas tivessem mais viés probabilístico e menos sensibilidade para as ocorrências histriônicas, certamente seus resultados financeiros seriam muito melhores

20 de dezembro de 2018
14:45 - atualizado às 10:01

É meio cafona, mas a verdade é que esta época do ano me bota mais comovido. Talvez seja o espírito de nascimento apontando novos e brilhantes horizontes à frente. Talvez seja só saudade da época em que comemorávamos com muita gente. Na dúvida, marquei um churrasco lá em casa no sábado para os poucos e bons, a turma que compunha o time de futebol de salão do São Luís.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Modéstia à parte, era um esquadrão. A gente ficou muito orgulhoso de um ano em que perdemos só um jogo em toda temporada — acho que foi 1999 ou 2000; o André sabe melhor essas coisas.

Tínhamos duas variações basicamente: Gordo no gol (saudades dele!), André de fixo, eu de ala mais recuado, Gustavo de ala avançado e Victinho no pivô. Ou, Gordo, eu de fixo, Gustavo de ala recuado, Rico de ala avançado e André no pivô.

Sempre preferi a segunda formação, mas, independentemente de qual fosse, algo nunca mudava: tínhamos um baita goleiro. O Gordo era uma parede — pelo apelido, talvez você possa supor que ele ocupava 120 por cento da área da baliza, transbordando as traves laterais e o travessão, mas não era isso, não. Era um goleiro muito técnico, só que ele tinha algo engraçado. Lembro dele berrando sob a trave: “Não deixa chutar.” “Não deixa a bola entrar no meio.” “Não deixa passar na diagonal.” “Não deixa entrar nas costas.”

Um dia virei pra ele e falei: “Pô, Gordo, desse jeito até eu vou no gol. Não pode chutar, não pode passar, não pode cabecear. Como é que a gente faz? Amarra os caras?”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi engraçado na hora e começamos a rir no meio do jogo. A partir dali, combinamos algo que viria a aumentar de maneira significativa nossa eficiência defensiva: deixaríamos sempre uma espécie de “espaço falso”, quase forçando, tacitamente, enquanto defendíamos, o adversário a levar a bola para o canto (nunca deixar espaço no meio); ali, eu marcaria o atacante fechando o bate na diagonal (canto oposto do goleiro), ao mesmo tempo em que o Gordo defenderia o próprio canto (“fica no seu canto! O cara vai bater aí.”). Se o atacante tentasse chutar na diagonal, seria bloqueado pela minha marcação; se sentisse espaço para o chute no outro canto, encontraria o Gordo muito bem posicionado.

Leia Também

Pode parecer papo saudosista, mas eu levei aquilo pra vida, incluindo minhas decisões corporativas e financeiras. A ideia central é: se você perguntar para o goleiro se o outro time pode chutar, é óbvio que ele vai responder que não. Se o Uber perguntar para a associação de taxistas se pode continuar operando, qual será a resposta?

Vale também para qualquer órgão regulador, que sempre será pressionado nos jantares de gala pelos representantes do status quo a regular (essa é a sua função, não?) qualquer nova iniciativa em prol da inovação.

Aqui na Empiricus, quando quero fazer algo diferente a turma vem me dizer assim: “pergunta pro jurídico se pode.” Cara, o jurídico sempre vai dizer que não pode — Tozo, eu te adoro, não fica bravo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O recado mais geral é: esteja ciente de onde vêm as informações e as indicações, pois elas podem estar bastante enviesadas pelos próprios interesses ou por problemas de amostragem.

Noutro dia, amigo meu desistiu de abrir conta em corretora após consultar o “Reclame Aqui”. Segundo ele, viu reclamações muito contundentes e acabou desistindo. Bicho, o que o cidadão esperava encontrar no “Reclame Aqui”? Elogios? Isso vira um mapa errado, entendeu? Estamos diante de um caso clássico de problemas de amostra e viés de seleção: você olha um grupo específico e não representativo de toda a população e acaba concluindo erroneamente sobre aquela coisa.

Em outras palavras, o saliente sempre acaba se destacando mais frente ao estatístico. E isso ferra tudo. É o caso clássico do viés de disponibilidade: algo que salta aos seus olhos de maneira mais contundente acaba balizando suas conclusões, escapando-lhe o que é silencioso e, de fato, essencial.

A História da humanidade, por exemplo, é marcada por muito mais períodos de paz do que de guerras. Os livros didáticos, porém, só narram as guerras e isso nos traz a falsa impressão de que somos incapazes de viver em harmonia, leves e felizes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale o mesmo argumento para a gestão de política econômica, que muitas vezes se sensibiliza com as demandas das minorias estridentes, esquecendo-se da maioria silenciosa.

Canonicamente, estamos diante do tal WYSIATI, taxonomia criada por Daniel Kahneman para descrever a ideia de "What You See Is All That Is", ou "O que você vê é tudo que existe". Ponderam-se muito fortemente as informações disponíveis, enquanto negligenciam-se as faltantes ou não salientes, já pulando para as conclusões.

O conhecimento de probabilidade das pessoas que trabalham no mercado financeiro é da profundidade da piscina de plástico que monto para o João Pedro no quintal da minha tia Eunice lá em Senhora do Porto. O que salta aos olhos não é necessariamente aquilo que representa a real distribuição daquela população.

Se as pessoas tivessem mais viés probabilístico e menos sensibilidade para as ocorrências histriônicas, certamente seus resultados financeiros seriam muito melhores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que é saliente neste momento?

Em linhas gerais, uma grande preocupação com os mercados internacionais. Mais especificamente, com a possibilidade de o Banco Central norte-americano continuar subindo sua taxa básica de juro e enxugando a liquidez global no processo de redução de seu balanço, num momento em que a economia dos EUA desacelera com um pouco mais de intensidade.

Ontem, o Federal Reserve elevou seu juro básico em 25 pontos-base, exatamente como esperado. Em paralelo, reduziu suas projeções para 2019 — antes, eram projetadas três elevações, agora são duas.

Embora tenha sido um clássico “dovish hike” (aumento de juro acompanhado de discurso mais moderado), o mercado não gostou. Queria algo mais e se sentiu particularmente desgostoso com o discurso de Jerome Powell, de que pretende continuar sem tergiversar na redução do balanço do Fed, mesmo diante de condições mais adversas agora. As economias europeias e asiáticas emitem sinais preocupantes, a relação comercial entre EUA e China é um risco importante, surgem alertas de possibilidade de recessão norte-americana em 2019 e Wall Street (assim como a bolsa japonesa agora) está em bear market em termos práticos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todo esse cenário tem pesado sobre ativos de risco nos últimos pregões, dominado as manchetes dos jornais e assustado investidores brasileiros, sejam eles institucionais ou pessoas físicas.

Não quero minimizar ou negligenciar os riscos vindos do estrangeiro. Mas também não podemos esquecer do pano de fundo silencioso de 2019. O ano — ao menos até aqui; num mundo que não entendemos e que caminha em grandes saltos súbitos, a ressalva “ao menos até aqui" é sempre importante — foi bastante bom para os ativos de risco brasileiros.

O Ibovespa sobe 12 por cento, por exemplo. As ações de Petrobras e Vale, veículos típicos da pessoa física brasileira, apresentam valorizações de, respectivamente, 40 e 30 por cento. Os papéis de Itaú também avançam quase 30 por cento. Tenho muito orgulho de dizer que a Carteira Empiricus,  nossa publicação mais completa e a que eu mais indico aos leitores, caminha — de novo, "ao menos até aqui!", bate na madeira — para encerrar o ano com ganhos superiores a 200 por cento do CDI.

Também gostaria de salientar que, embora as perdas recentes causem desconforto, os mercados brasileiros têm se comportado de maneira comedida frente a outros emergentes e frente a Wall Street. Não há sinal de pânico e estamos a cerca de apenas 5 por cento do recorde histórico nominal para nosso principal índice de ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Prospectivamente, compartilho a preocupação com as dúvidas no cenário internacional e como uma eventual redução de liquidez num momento de desaceleração da economia pode nos afetar, mas também não posso esquecer do estágio inicial de nossa recuperação — nesses momentos do ciclo, ações tendem a ser uma classe de ativos vencedora.

Além disso, em momentos de pouca visibilidade e em que nós não sabemos nada sobre o futuro (só de segunda a domingo), resta uma coisa a se fazer: voltar-se aos níveis de preço e perseguir assimetrias. Coisas que estão bem baratas e têm qualidade, podendo cair pouco no cenário negativo e subir muito no caso positivo.

Uma heurística banal joga luz sobre a coisa: olhe para um determinado ativo e pergunte se ele tem mais chance de multiplicar por 2 ou cair pela metade. Eu consigo imaginar com alguma facilidade o Ibovespa a 170 mil pontos nos próximos anos, mas dificilmente conseguiria vê-lo a 43 mil.

O cenário internacional incerto pode trazer tiro, porrada e bomba em 2019. Isso não significa, porém, que mesmo sob maior volatilidade, não possamos acumular excelentes ganhos em ativos de risco brasileiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto todos querem agora teorizar sobre o futuro em seus relatórios de perspectivas para os investimentos em 2019, talvez seja a hora apenas de viver a realidade brasileira, focando-nos na fase do ciclo, nos valuations atrativos e na construção patrimonial de longo prazo, a despeito do prognóstico de maior vol lá fora. Ao final, os persistentes e pacientes serão silenciosamente os vitoriosos do ano.

Mercados iniciam a quinta-feira ainda digerindo a decisão da véspera do Banco Central dos EUA, demonstrando instabilidade internamente. Futuros de Wall Street seguem no vermelho, pressionados pela mesma preocupação de ontem.

Agenda do dia traz reunião do Banco Central da Inglaterra, atividade industrial norte-americana, pedidos de auxílio-desemprego e indicadores antecedentes, ambos nos EUA.

Por aqui, destaque para Relatório Trimestral de Inflação, além do imbróglio todo sobre tentativas de soltura do ex-presidente Lula.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

P.S.: Atendendo ao pedido do João Pedro, gravei ontem mais um episódio do Blink para o Seu Dinheiro, o último antes do Natal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia