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Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Abertura de capital

Mais dois bancos conseguem entrar no grupo que vai assessorar o IPO do BMG

Oferta de ações deve acontecer depois das eleições e o banco já se movimenta para registrar o processo

18 de outubro de 2018
17:16 - atualizado às 14:14
Sede da B3 em São Paulo
IPO do BMG tem potencial de movimentar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão - Imagem: Shutterstock

A oferta de ações (IPO) que o banco BMG pretende fazer depois das eleições ganhou dois novos assessores. Banco do Brasil e Citi conseguiram entrar para o sindicato de assessoria que já contava com Itaú BBA, JPMorgan, Brasil Plural e XP Investimentos.

Segundo informações do Broadcast/Estadão Conteúdo, o BMG deve registrar nesta sexta-feira, 19, o pedido para oferta inicial de ações junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Amanhã é o último dia de prazo para as empresas fazerem protocolo junto ao regulador se quiserem realizar uma oferta de ações em dezembro, antes do recesso de fim de ano.

O IPO do BMG tem potencial de movimentar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão, o que avaliaria o banco mineiro em quase R$ 5 bilhões.

Vale lembar que o BMG tem planos para entrar na onda dos bancos digitais no Brasil. A própria oferta de ações é um passo que ajudaria a deslanchar seus planos de expansão. O BMG fechou o primeiro semestre deste ano com patrimônio líquido de R$ 2,7 bilhões e mais de R$ 16 bilhões em ativos totais com foco em consignado, principalmente na modalidade cartão.

*Com Estadão Conteúdo.

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