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2019-07-30T10:11:18-03:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
EUA

Indicador preferido do Fed mostra inflação americana abaixo da meta

O núcleo do PCE, medida de inflação ao consumidor, acumula alta de 1,6% em 12 meses até junho

30 de julho de 2019
10:05 - atualizado às 10:11
MercadosBCs
Fed-cautela -

Não que um único dado econômico dite a atuação do Federal Reserve (Fed), banco central americano, ou qualquer outra autoridade monetária. Mas para quem advoga corte de juros nos EUA, mais um indicador ajuda a reforçar a tese.

O PCE, medida de inflação ligada aos preços ao consumidor, subiu 0,1% em junho e acumula alta de 1,4% em 12 meses. Já o núcleo do PCE, que tira alimentos e energia da conta, tentando captar uma tendência menos volátil dos preços, teve alta de 0,2% na margem, com avanço de 1,6% em 12 meses.

O PCE e seu núcleos são conhecidos como uma das medidas de inflação preferidas pelo Fed, que tem uma meta de inflação declarada de 2% ao ano.

O Fed inicia hoje a primeiro dia de reuniões que vão ditar o rumo da taxa de juros por lá, que está fixada entre 2,25% e 2,5% ao ano desde o fim do ano passado. A decisão será conhecida amanhã, 15 horas.

O mercado nutre expectativas de redução de juros, não só pela inflação abaixo da meta, mas também porque o próprio Fed reconheceu um aumento de incerteza sobre o crescimento futuro da economia, como reflexo da guerra comercial travada por Donald Trump. Aliás, o presidente americano tem feito pressão para que o Fed reduza a taxa de juros o quanto antes.

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Além da inflação, que segue persistentemente abaixo da meta, os dados de hoje também mostram que os americanos gastaram 0,3% a mais em junho que em maio, mas seguem com uma taxa de poupança superior aos desembolsos (alta de 0,4% no mês).

Em 12 meses, enquanto a renda apresenta alta de 4,9%, os gastos crescem menos, 3,9%, o que resulta em taxa de poupança positiva, na casa de 8,1%, maior patamar dos últimos três anos.

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