Menu
2019-06-07T18:49:57+00:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
De bancão em bancão

As favoritas: mercado financeiro lidera ranking de empresas que os brasileiros mais querem trabalhar

Levantamento do LinkedIn traz o Itaú como líder absoluto na lista de “empregador dos sonhos”

28 de maio de 2019
16:51 - atualizado às 18:49
Montagem de pessoas vistas de cima com um cardápio na mesa
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O setor financeiro está com tudo quando o assunto é mercado de trabalho. Pelo menos é o que diz o ranking LinkedIn Top Companies 2019, que avalia as empresas onde os profissionais brasileiros mais sonham em trabalhar. Pelo segundo ano seguido, líder absoluto dessa lista foi o Itaú Unibanco.

Logo atrás do Itaú está o banco Santander. Diga-se de passagem, o banco teve um salto invejável no quesito popularidade e passou da 21ª posição para a 2ª em apenas um ano.

Mas se você observar com atenção o Top-25, vai perceber uma forte presença dos grandes bancos e de instituições ligadas ao mercado financeiro. Além do Itaú e do Santander, BTG Pactual, Bradesco, Safra e o grupo de investimentos XP apresentaram boas posições.

Quer nossas melhores dicas de investimentos de graça em seu e-mail? Cadastre-se agora em nossa newsletter
Quer nossas melhores dicas de investimentos de graça em seu e-mail? Cadastre-se agora em nossa newsletter

Outro destaque ficou por conta do setor de tecnologia. Além da companhia de aplicações móveis Movile, o ranking de 2019 conta com IBM, TOTVS e Oracle, todas elas especializadas em banco de dados e softwares de gestão. Outra empresa de destaque foi da Resultados Digitais, focada em marketing digital. Também foram para a lista o Nubank e a Stone, referências quando o assunto é startups.

Preenchendo requisitos

Já faz quatro anos que o ranking das empresas mais desejadas é elaborada pelo time editorial do LinkedIn. A lista é desenvolvida com base nas ações dos mais de 610 milhões de usuários e 30 milhões de companhias cadastradas no LinkedIn no mundo, por meio da ferramenta LinkedIn Talent Insights.

E nesse jogo das interações vale de tudo: de observar os comentários dos usuários sobre as companhias até analisar a interação com os funcionários da empresa.

Na classificação, são avaliados quatro pilares: interesse na empresa, interação com funcionários, demanda da vaga e retenção de funcionários.

O LinkedIn leva em consideração ações desse tipo nos 12 meses encerrados em janeiro daquele ano, e desconsidera interações de funcionários terceirizados e de meio-período. Quando a companhia conta com subsidiárias, as interações são computadas todas para a matriz.

São excluídos do processo as agências de emprego e de seleção de pessoal, organizações sem fins lucrativos, instituições educacionais, agências governamentais e entidades públicas, além do próprio LinkedIn e sua empresa controladora, a Microsoft.

Comentários
Leia também
Um self service diferente

Como ganhar uma ‘gorjeta’ da sua corretora

A Pi devolve o valor economizado com comissões de autônomos na forma de Pontos Pi. Você pode trocar pelo que quiser, inclusive, dinheiro

perdido com os centavos?

Novo cofrinho de poupança? Neon anuncia função de investimento de trocados em CDB

Função que começa a ser implantada neste mês permitirá que usuários destinem parte de pagamentos no débito para aplicações automáticas em CDB

Mais magrinha

Petrobras negocia venda de participações em áreas onde descobriu gás em SE

Como o foco do seu plano de negócios atualmente é o pré-sal, localizado na região Sudeste do País, o investimento em outras áreas, como em Sergipe, está atrelado à adoção de soluções financeiras que não comprometam o orçamento da companhia e também não gerem mais dívida

EUA x China

Qual o custo da guerra comercial? Para a Huawei, serão US$ 30 bilhões a menos em receita

O presidente da Huawei, Ren Zhengfei, passou estimativas quanto aos impactos que a guerra comercial trará para a empresa. E tanto a receita quanto as vendas internacionais de smartphones serão fortemente afetadas

Grave crise

Odebrecht pode fazer pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira

Com dívida de R$ 80 bilhões e com execuções em curso, a empresa está sem alternativas para resolver seu problema de liquidez financeira

em busca da previdência perfeita

Guedes quer ajustar relatório da reforma

Ministro vai buscar negociar ajustes no relatório da reforma da Previdência com o relator da proposta, deputado Samuel Moreira; o relator e o secretário Especial de Previdência, Rogerio Marinho, já conversaram informalmente neste fim de semana

Boas novas!

Nubank levanta R$ 375 milhões para financiar expansão e emplaca captação inédita

A fintech estreou a nova modalidade com uma oferta de R$ 75 milhões e que atraiu cinco investidores institucionais. Na mesma operação, o Nubank captou outros R$ 300 milhões via letras financeiras sênior

em busca do primeiro bilhão

Como Rihanna se tornou a artista feminina da música mais rica do mundo

Cantora pop acumulou uma fortuna de US$ 600 milhões, mas para isso ela teve de investir mais do que em música

segue o jogo

Caso Levy não atinge a Câmara, diz Rodrigo Maia

Maia fez o comentário em entrevista à emissora BandNews ao ser questionado sobre o pedido de demissão do agora ex-presidente do BNDES Joaquim Levy

Cortar ou não cortar?

Ex-diretores do BC se dividem sobre juros

Os que defendem ao menos um aceno ao corte no comunicado dão ênfase à avaliação da modelagem que considera a longa permanência da taxa de desemprego elevada e a ociosidade da economia

No vermelho

Economia parada deixa brasileiro refém das dívidas

Início de ano costuma ser um período de aperto no orçamento por causa do acúmulo de contas a pagar, mas neste ano o movimento está mais forte por causa da estagnação da economia

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements