Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Pé no freio

Névoa à frente: Ibovespa fecha em queda com falta de visibilidade a respeito da Previdência

As incertezas quanto à tramitação da reforma da Previdência, somadas ao mau desempenho das ações da Vale, colocaram o Ibovespa no campo negativo

Victor Aguiar
Victor Aguiar
2 de julho de 2019
10:26 - atualizado às 9:47
Indicação para os motoristas terem cuidado por causa da névoa
Ibovespa dirigiu com cuidado nesta terça-feira (2) e fechou em queda, mas sustentou os 100 mil pontosImagem: Shutterstock

Eu costumava viajar com certa frequência para a cidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo. É uma trajeto muito simples: a rodovia dos Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista, corta a Serra do Mar com uma série de túneis, criando uma reta muito longa e diminuindo o tempo ao volante — num piscar de olhos, você já está sentindo a brisa do mar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As curvas da Estrada de Santos, imortalizadas por Roberto Carlos, já não são mais usadas para chegar de carro às praias do litoral sul. Mas isso não quer dizer que o atual caminho para a Baixada não reserve suas surpresas.

Uma das situações mais tensas que já vivi nos meus anos como motorista ocorreu durante uma dessas viagens. E isso porque uma névoa muito espessa tomou conta da região do planalto da rodovia dos Imigrantes — a área que antecede os túneis. A neblina era tanta que impedia a visão dos carros ao redor.

Com medo de me envolver em algum acidente — qualquer freada mais brusca ou mudança de faixa de algum veículo próximo resultaria num engarrafamento — a saída foi reduzir a velocidade e dirigir com a maior cautela possível. Cheguei são e salvo ao destino, mas a sensação de operar sem visibilidade é desnorteante.

Os mercados brasileiros que o digam. Afinal, a Estrada da Previdência esteve coberta por uma densa névoa nesta terça-feira (2), o que deixou os agentes financeiros operando com olhos atentos e em marcha reduzida desde o início do dia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como resultado, o Ibovespa fechou a sessão de hoje em queda de 0,72%, aos 100.605,17 pontos, após tocar os 100.072,77 pontos na mínima (-1,25%). O dólar à vista também sentiu os efeitos da viagem conturbada: terminou em alta de 0,29%, a R$ 3,8554 — na máxima, foi a R$ 3,8807 (+0,95%).

Leia Também

Os olhos dos mercados estiveram voltados à comissão especial da Câmara, em meio à expectativa em relação à leitura do parecer complementar do deputado Samuel Moreira — o relator da reforma da Previdência na comissão especial da Casa. Mas essa viagem, que no papel seria tranquila, mostrou-se mais difícil que o imaginado.

Em primeiro lugar, a sessão teve início apenas apos às 16h00 — no início do dia, os agentes financeiros trabalhavam com um cenário em que a leitura seria feita no começo da tarde. Assim, os mercados brasileiros fecharam parcialmente no escuro — às 17h, os debates no colegiado ainda estavam na fase inicial, embora o relator tenha adiantado que o texto trará uma economia um pouco maior que R$ 900 bilhões em dez anos.

Originalmente, o parecer complementar seria entregue na semana passada, mas indefinições entre os agentes políticos quanto à inclusão dos Estados e municípios no relatório jogaram a conclusão para esta terça-feira. Mas, mesmo após esses dias de discussão, tudo indica que o tema ficará de fora da nova versão do texto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A possibilidade de a pauta não constar no parecer trouxe desconforto aos mercados por indicar que a votação da Previdência no plenário da Câmara enfrentará nebulosidade semelhante — ou ainda maior —, e há pouco tempo útil antes do início do recesso do Congresso, no dia 18.

"Muita gente já enxergava uma chance pequena de votação da reforma [no plenário da Câmara] antes do recesso", diz Luis Sales, analista de mercados da Guide Investimentos, ponderando que um eventual novo atraso na tramitação tende a inviabilizar a votação no plenário antes do recesso.

Essa visibilidade comprometida dos mercados em relação ao que pode ocorrer com a tramitação da reforma da Previdência foi suficiente para trazer cautela aos ativos locais. Os movimentos de correção, contudo, foram mais intensos no Ibovespa — e isso porque a estrada do principal índice da bolsa brasileira tinham um obstáculo extra.

Buraco na pista

Esse empecilho, no caso, responde pelo nome de Vale ON (VALE3). As ações da mineradora perderam força na parte final do pregão e encerraram com queda firme, aumentando ainda mais a percepção de risco no mercado acionário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E isso porque a CPI de Brumadinho aprovou nesta tarde o indiciamento de 14 pessoas envolvidas no rompimento da barragem, incluindo o ex-presidente da mineradora, Fábio Schvartsman — a própria Vale também foi indiciada.

"Teoricamente, o dia deveria ser mais positivo para a Vale, já que o minério de ferro continua em alta por causa da potencial quebra de oferta da commodity na Austrália", diz Glauco Legat, analista-chefe da Necton. No entanto, em meio ao noticiário referente à CPI — e à possibilidade de elevação de tributos incidentes sobre os royalties do setor de mineração — as ações da empresa mergulharam ao campo negativo.

Ao fim do dia, os papéis da Vale fecharam em queda de 4,21%, o pior desempenho do Ibovespa nesta terça-feira. Os ativos PN da Bradespar (BRAP4), empresa que possui participação relevante na mineradora, também foram afetados e terminaram a sessão com baixa de 3,98%

As siderúrgicas seguiram o mesmo caminho da Vale: CSN ON (CSNA3) recuou 3,30%, Gerdau PN (GGBR4) teve queda de 2,59% e Usiminas PNA (USIM5) caiu 1,13%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Easy rider

Lá fora, as bolsas americanas passaram o dia perto da estabilidade, num dia bastante calmo. Ao fim da sessão, ganharam força e terminaram no campo positivo: o Dow Jones teve alta de 0,26%, o Nasdaq teve ganho de 0,22% e o S&P 500 subiu 0,29% — este último atingiu uma nova máxima de fechamento.

Nem mesmo a elevação nas tensões comerciais entre Estados Unidos e União Europeia foi capaz de azedar o humor dos mercados externos. Ontem, o governo americano propôs tarifas adicionais a produtos importados da região, em resposta a prejuízos causados por subsídio do bloco às aeronaves da Airbus. A lista conta com 89 bens com valor de comércio de cerca de US$ 4 bilhões.

Apesar da ofensiva do governo Trump em relação ao velho continente, os agentes financeiros globais seguem mostrando um viés otimista, aproveitando a trégua firmada entre Estados Unidos e China na guerra comercial. Além disso, a perspectiva de corte de juros por parte do Fed continua trazendo tranquilidade às negociações

No mercado de moedas, o tom das negociações também é de certa cautela. O dólar teve leve queda na comparação com as divisas fortes — em relação às emergentes, o tom foi de alta, com o dólar subindo ante o rublo russo, o peso colombiano, o peso chileno e o dólar neozelandês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Subindo a ladeira

O contexto de incertezas quanto à reforma, somado à alta do dólar à vista, fez a curva de juros fechar o pregão com viés positivo, após um dia de oscilações ao redor da estabilidade.

As curvas para janeiro de 2021 terminaram com alta de 5,80% para 5,84%. Na ponta longa, os DIs com vencimento em janeiro de 2023 avançaram de 6,59% para 6,65% — os para janeiro de 2025 foram de 7,05% para 7,10%.

Por um lado, eventuais atrasos no cronograma da Previdência podem manter a Selic estável em 6,5% ao ano por um período mais prolongado, já que o Banco Central (BC) sinaliza que um corte nos juros só será considerado quando ocorrerem avanços significativos na tramitação da pauta.

Mas, por outro, a fraqueza da economia local segue dando combustível para a percepção de que a autoridade monetária terá de agir para estimular a atividade doméstica. A produção industrial do Brasil caiu 0,2% em maio, um recuo menor que o esperado por analistas mas que, ainda assim, mostra que a economia nacional segue em ritmo lento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novos motoristas

As ações ON da Via Varejo (VVAR3) terminaram em alta de 6,45% e destoaram do Ibovespa como um todo, com os mercados reagindo positivamente às alterações no alto escalão da empresa. Após a retomada do controle da companhia pela família Klein, 12 executivos da Via Varejo foram demitidos para dar lugar a nomes de confiança da nova gestão.

Curvas sinuosas

Assim como os ativos da Vale, as ações da Petrobras também fecharam em queda firme e influenciam negativamente o Ibovespa, marcando uma sessão bastante negativa para os papéis de empresas ligados às commodities.

Os ativos da estatal foram impactados pelas quedas firmes do petróleo no exterior — o Brent recuou 4,09% e o WTI caiu 4,08%. Nesse contexto, os papéis PN (PETR4) caíram 1,61%, enquanto os ONs (PETR3) recuaram 1,50%.

Seguro contra acidentes

Fora do Ibovespa, destaque para o bom desempenho dos ativos da SulAmérica, em meio à notícia de que a empresa negocia a venda de sua divisão de seguro de automóveis e ramos elementares para a Allianz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As units da SulAmérica (SULA11) — ativos da empresa com maior liquidez na B3 — avançaram 4,23%. As ações ON (SULA3) tiveram alta de 4,92%, e os papéis PN (SULA3) subiram 4,31%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia